Pescadores avistaram uma onça parda nadando no Lago do Manso, em Chapada dos Guimarães (MT), ressaltando a importância da preservação da espécie ameaçada de extinção. O felino, conhecido por sua habilidade de nadar, foi flagrado por Matheus Moreira e Paulo Roncaglio, que estavam na região para pescar.
Na última segunda-feira, 5 de maio, pescadores esportivos avistaram uma onça parda nadando no Lago do Manso, localizado em Chapada dos Guimarães, a 65 quilômetros de Cuiabá. Os amigos Matheus Moreira e Paulo Roncaglio, que costumam frequentar a área para pescar, registraram o momento inusitado. A onça parda, também conhecida como puma ou suçuarana, é uma espécie ameaçada de extinção, conforme a lista vermelha do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBIO).
As onças-pardas (Puma concolor) são conhecidas por sua habilidade de nadar, conseguindo atravessar grandes rios com facilidade. Segundo o biólogo e guia de turismo Marcos Ardevino, esse comportamento é natural para o felino, que habita principalmente áreas de borda de floresta e se alimenta, em sua maioria, de pequenos animais. A presença desse animal em ambientes aquáticos é um indicativo de sua adaptabilidade ao habitat.
O avistamento da onça parda no Lago do Manso ressalta a importância da preservação de seu habitat natural. A espécie enfrenta ameaças devido à perda de habitat e à caça. Quando se deparam com humanos, as onças geralmente evitam o confronto, fugindo para se proteger. Essa característica é um reflexo do instinto de sobrevivência do animal, que percebe o ser humano como uma ameaça.
O Lago do Manso é uma área que atrai turistas e pescadores, mas também é um espaço vital para a fauna local. A interação entre humanos e a vida selvagem deve ser respeitada, promovendo a conservação das espécies ameaçadas. O avistamento da onça parda é um lembrete da necessidade de proteger esses animais e seus habitats.
Além de ser um momento emocionante para os pescadores, o avistamento da onça parda pode servir como um alerta sobre a importância da conservação ambiental. A sociedade civil tem um papel fundamental em apoiar iniciativas que visem a proteção da fauna e flora locais, garantindo que espécies ameaçadas como a onça parda possam continuar a existir em seu habitat natural.
Iniciativas de preservação e educação ambiental são essenciais para sensibilizar a população sobre a importância da biodiversidade. A união da comunidade pode fazer a diferença na proteção de espécies ameaçadas, como a onça parda, e garantir que futuras gerações possam desfrutar da riqueza natural que nosso país oferece.

O Beto Carrero World anunciou o fechamento do zoológico "Mundo Animal", priorizando o bem-estar dos animais e alinhando-se a novas diretrizes de preservação. A decisão é celebrada por ativistas e reflete uma mudança significativa na relação do parque com a fauna.

A Yara Fertilizantes, sob a liderança de Chrystel Monthean, firmou parcerias com cooperativas de café no Brasil para reduzir em 40% a pegada de carbono das plantações. A empresa planeja produzir amônia renovável até 2025.

Pesquisadores da UFSCar e Unesp revelam que florestas secundárias na Mata Atlântica são 61% mais vulneráveis ao fogo, enquanto florestas maduras têm 57% menos suscetibilidade, exigindo políticas de conservação específicas.

O Museu de Arte de São Paulo (Masp) firmou parceria com a Comerc para neutralizar 2,9 mil toneladas de CO₂ até 2030, aumentando em 155% o investimento em sustentabilidade. A iniciativa visa compensar emissões diretas e indiretas, destacando o compromisso do museu com práticas ambientais.

Estudo alerta que até 47% da Amazônia pode alcançar um ponto de não retorno até 2050, devido a fatores como aquecimento e desmatamento, com riscos semelhantes em outras regiões do planeta. A urgência de ações é crítica.

Sebastian Vettel, tetracampeão da Fórmula 1, palestrou no Rio Innovation Week, destacando sustentabilidade e elogiando o novato Gabriel Bortoleto. Ele comentou sobre a possível volta dos motores V10 e sua intenção de colaborar com a F1 em projetos sustentáveis.