Operação da Secretaria Municipal de Ordem Pública removeu estruturas ilegais e acolheu pessoas em situação de rua no Centro do Rio, descartando mais de 18 toneladas de resíduos.

Uma operação realizada pela Secretaria Municipal de Ordem Pública (Seop) neste domingo, nas proximidades da Central do Brasil e do Terminal Américo Fontenelle, no Centro do Rio, teve como foco a remoção de ambulantes irregulares que pernoitavam na área. Durante a ação, foram retiradas estruturas ilegais e apreendidos milhares de itens, incluindo bebidas, acessórios para celular e mais de seis mil peças de vestuário.
Além da apreensão de produtos, os agentes também recolheram objetos perfurocortantes, como facas e tesouras, e itens utilizados para o consumo de drogas. A operação contou com a colaboração da Guarda Municipal (GM-Rio), da Subprefeitura do Centro e da Polícia Militar, demonstrando um esforço conjunto para a manutenção da ordem pública.
As equipes da Seop realizaram a remoção de estruturas irregulares, como cortinas, tapumes, mesas e cadeiras, resultando na coleta de mais de dezoito toneladas de entulhos e resíduos. O secretário de Ordem Pública, Brenno Carnevale, destacou a importância da operação, afirmando que ela representa um avanço no trabalho de ordenamento e desobstrução do espaço público, visando a segurança de cariocas e turistas.
Durante a ação, foram demolidas vinte e quatro construções irregulares, incluindo seis casebres de madeira e dezoito barracas metálicas. Também foram removidos quatorze módulos móveis, reforçando a determinação da Seop em combater a ocupação irregular do espaço urbano.
A Secretaria Municipal de Assistência Social (SMAS) prestou atendimento a dez pessoas em situação de vulnerabilidade, demonstrando a preocupação com os aspectos sociais da operação. A ação envolveu ainda a participação de equipes da Comlurb, do MetrôRio, da Rio Luz e da Águas do Rio, evidenciando a abrangência do trabalho realizado.
Neste contexto, é fundamental que a sociedade civil se una para apoiar iniciativas que promovam a inclusão e a assistência a pessoas em situação de rua. Projetos que visam a melhoria das condições de vida e a reintegração social podem fazer a diferença na vida de muitos. A união de esforços pode transformar realidades e proporcionar um futuro melhor para aqueles que mais precisam.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou uma lei que destina recursos de multas de trânsito para financiar a primeira CNH de pessoas de baixa renda, visando reduzir a desigualdade social. A nova legislação também amplia o exame toxicológico e permite transferências eletrônicas de veículos, facilitando o acesso ao mercado de trabalho.

Mariana Rios, após um aborto espontâneo em 2020, criou a plataforma Basta Sentir e agora recomeça a FIV aos 39 anos, enfrentando desafios e promovendo apoio emocional entre mulheres.

Romário acionou o governo e o MPF após abuso em escola no Paraná, onde menino autista foi amarrado por professora. Ele propõe protocolos de conduta e responsabilização dos envolvidos, destacando a falta de regulamentação da Lei Brasileira de Inclusão.

Empresas brasileiras intensificam ações sociais no inverno com campanhas de arrecadação de agasalhos e alimentos. Destaques incluem o Colégio Visconde de Porto Seguro, Thales, Aramis e Grupo Casas Bahia, que promovem iniciativas criativas e solidárias.

A Câmara dos Deputados aprovou o projeto de lei do ECA Digital, que impõe novas obrigações às plataformas digitais para proteger crianças e adolescentes na internet. O texto agora retorna ao Senado para discussão.

Cresce a preocupação com cursos de baixa qualificação para formação de terapeutas no Brasil, em meio ao aumento de doenças mentais e à proposta de regulamentação da prática terapêutica. Profissionais alertam para os riscos de atendimentos inadequados.