A Orquestra Locomotiva João Ramalho, fundada em 2008, agora inclui idosos em suas atividades com a Orquestra Master e lançou um projeto de luteria para fabricação de instrumentos. A iniciativa visa promover inclusão e desenvolvimento social.

A Orquestra Locomotiva João Ramalho, fundada em 2008, se destaca na área cultural ao oferecer educação musical a crianças, adolescentes e, mais recentemente, idosos. Com sede em Santo André, São Paulo, a orquestra começou com apenas nove alunos e atualmente atende 650 jovens, divididos em três polos, no contraturno escolar. As aulas, que ocorrem de segunda a sexta-feira, têm duração de duas horas, com apresentações quinzenais em diversos locais, como escolas e festivais, proporcionando uma experiência prática desde o início.
O maestro Rogério Schuindt, junto com seu irmão Sérgio, idealizou o projeto com o intuito de oferecer um espaço seguro e educativo para os jovens, afastando-os de influências negativas. A metodologia da orquestra é focada na prática e no trabalho em equipe, promovendo o desenvolvimento de habilidades interpessoais e a inclusão de alunos com deficiência. Além disso, a orquestra acompanha o desempenho escolar dos participantes, contribuindo para a redução da evasão escolar.
Em 2018, a orquestra expandiu suas atividades com a criação de uma luteria, que visa confeccionar e reparar instrumentos musicais. Este projeto não apenas fornece instrumentos para os alunos, mas também oferece formação profissional para aqueles que se destacam. Os alunos têm a oportunidade de aprender uma nova profissão, contribuindo para o desenvolvimento de suas carreiras na música.
Recentemente, a orquestra lançou a Orquestra Master, voltada para idosos, que teve sua aula inaugural com trinta e dois participantes. Este projeto visa combater o isolamento social e promover a inclusão dos idosos, proporcionando um espaço de convivência e aprendizado musical. As aulas são adaptadas para atender às necessidades desse público, com acompanhamento de profissionais de saúde e transporte oferecido.
Matheus Schuindt, gestor de patrocínios e ex-aluno da orquestra, destaca a importância do apoio familiar no processo educativo. Os pais são incentivados a participar das atividades, o que fortalece o vínculo entre a família e a orquestra. Essa interação contribui para a continuidade dos adolescentes no projeto, que já formou músicos que atuam em orquestras profissionais no exterior.
Iniciativas como a da Orquestra Locomotiva João Ramalho são fundamentais para transformar realidades e despertar talentos. O apoio da sociedade civil é essencial para a continuidade e expansão desses projetos, que impactam positivamente a vida de muitos jovens e idosos. A união em prol de causas sociais pode fazer a diferença na vida de quem mais precisa, promovendo inclusão e desenvolvimento cultural.

Maria Cândida lança "Menopausa Sem Fronteiras", série documental que explora a menopausa em cinco países da América Latina, visando desmistificar o tema e promover a conscientização. A produção destaca a urgência de políticas públicas e a inclusão de mulheres maduras no mercado de trabalho.

A III Jornada de Triagem Neonatal no Distrito Federal destacou a importância do Teste do Pezinho, que identifica 62 doenças, e premiou profissionais que contribuem para a saúde infantil. O evento reforçou a referência do DF na América Latina.

Transporte público no Rio de Janeiro é criticado por falta de acessibilidade para idosos, conforme destaca o gerontólogo Alexandre Kalache. Recentemente, 1.542 cidades em 51 países, incluindo 34 no Brasil, foram reconhecidas como "amigas do idoso" pela OMS.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a Lei nº 15.133/2025, que garante cirurgias reconstrutivas de lábio leporino e fenda palatina pelo SUS, incluindo acompanhamento pós-operatório. A medida visa melhorar a saúde e o desenvolvimento de cerca de 15 crianças que nascem diariamente com essa condição no Brasil.

Um novo projeto de energia solar foi lançado, com a meta de fornecer eletricidade para dez mil residências e reduzir em trinta por cento as emissões de carbono na região nos próximos cinco anos. A iniciativa destaca o compromisso da comunidade científica em combater as mudanças climáticas.

Cientistas descobriram 697 variações genéticas ligadas à depressão em um estudo com mais de 5 milhões de pessoas de 29 países, incluindo 25% de ascendência não europeia, promovendo avanços na equidade científica. Essa pesquisa, publicada na revista Cell, destaca a importância de incluir diversas etnias para tratamentos mais eficazes.