O governador do Pará, Helder Barbalho, destaca que quase 40 obras estão quase concluídas em Belém, com investimento de R$ 4,5 bilhões, preparando a cidade para a COP 30, que reunirá 50 mil participantes.

O governador do Pará, Helder Barbalho, anunciou que está a apenas cem dias da Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP 30), com quase 40 obras em fase final de execução. Essas obras, que estão com noventa por cento de conclusão, representam um investimento total de R$ 4,5 bilhões e visam preparar Belém para o evento, que ocorrerá entre dez e vinte e um de novembro e reunirá cerca de cinquenta mil participantes de quase duzentos países.
O impacto econômico da COP 30 é significativo, com previsões de que o Pará se torne o terceiro estado com maior crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2025. O governador acredita que a conferência consolidará Belém como um destino turístico internacional e um centro de diálogo sobre questões climáticas. Barbalho enfatiza que o evento não é apenas uma reunião, mas um marco para a mobilização global contra o negacionismo climático.
O governador também destacou a importância do Brasil na agenda ambiental, especialmente em um momento em que o país enfrenta críticas internacionais, como as de Donald Trump. Ele acredita que a COP 30 pode ser uma oportunidade para o Brasil se reposicionar como líder na luta contra as mudanças climáticas, promovendo uma nova interlocução no cenário global.
As obras em andamento incluem melhorias em infraestrutura, transporte e serviços públicos, que visam não apenas atender à demanda da conferência, mas também beneficiar a população local a longo prazo. O investimento em Belém é visto como um passo importante para transformar a cidade em um polo de desenvolvimento sustentável.
Além disso, a mobilização em torno da COP 30 pode inspirar iniciativas que promovam a conscientização sobre a importância da preservação ambiental. A participação da sociedade civil é fundamental para garantir que as discussões gerem ações concretas em prol do meio ambiente.
Neste contexto, a união da sociedade pode fazer a diferença em projetos que visem apoiar causas ambientais e sociais. A mobilização em torno da COP 30 pode ser um catalisador para ações que promovam a sustentabilidade e a proteção do planeta, mostrando que cada um pode contribuir para um futuro melhor.

O Painel de Carbono Florestal, lançado pela ONG Idesam, mapeou 175 projetos de crédito de carbono no Brasil, revelando sobreposições de terras e exclusão de comunidades tradicionais. Apenas 11 projetos pertencem a territórios coletivos.

Desabamento do aterro sanitário Ouro Verde em Padre Bernardo (GO) contamina Córrego de Santa Bárbara, levando à proibição do uso da água na área. ICMBio embarga o local e aplica multa de R$ 1 milhão.

O vírus oropouche emergiu como uma nova ameaça à saúde pública em Roraima, com casos se espalhando para outros estados e países, destacando a urgência de monitoramento e preservação ambiental. A degradação da Amazônia, impulsionada por atividades como mineração e desmatamento, aumenta o risco de surtos de doenças infecciosas.
O Ibama promoveu um workshop sobre geotecnologias para recuperação ambiental, reunindo especialistas e resultando na criação de um instrumento normativo para uso de drones. A iniciativa visa aprimorar a governança e eficácia nas ações de recuperação.

Estudo revela que o aquecimento global pode elevar em até 39% o risco de diarreia em crianças no sul e sudeste da Ásia, destacando a urgência de educação materna e acesso à água potável. A pesquisa, publicada na revista Environmental Research, alerta que temperaturas extremas e chuvas anômalas agravam a mortalidade infantil, especialmente em países de baixa e média renda.

A Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 2.159/2021, que institui a Licença Ambiental Especial e o autolicenciamento, provocando reações negativas entre ambientalistas e especialistas. A medida é vista como um retrocesso nas políticas ambientais brasileiras, comprometendo a legislação e a imagem do país na COP30.