O projeto Pedal Cultural retorna com passeios ciclísticos guiados e gratuitos em Niterói, promovendo cultura e sustentabilidade. Serão dois roteiros mensais, um ecológico e outro histórico-cultural, abertos a partir dos 12 anos.

O projeto Pedal Cultural, promovido pela Niterói Experience com apoio da prefeitura, retoma suas atividades a partir do próximo domingo, dia 3. Serão oferecidos dois roteiros guiados e gratuitos, um focado em questões ecológicas e outro em aspectos históricos e culturais da cidade. Os passeios são abertos ao público a partir dos 12 anos e ocorrerão quatro domingos por mês.
O primeiro passeio, o Roteiro Ecológico, acontecerá na Região Oceânica, às 9h. O objetivo é sensibilizar os participantes sobre questões ambientais urbanas e valorizar os ecossistemas locais. Durante o percurso, os ciclistas visitarão o Parque Orla Piratininga Alfredo Sirkis e o Centro Eco Cultural Sueli Pontes, com a orientação de um biólogo. O trajeto incluirá observações da fauna e flora, além de reflexões sobre os impactos da ação humana e estratégias de preservação ambiental.
O segundo passeio, o Roteiro Histórico-Cultural, será realizado no dia 10, também às 9h, passando pelos bairros Centro, Ingá, São Domingos e Boa Viagem. Este roteiro terá paradas em pontos de relevância histórica, arquitetônica e cultural, transformando o trajeto em uma linha do tempo viva. Os participantes poderão conhecer museus e centros culturais, promovendo um sentimento de pertencimento e valorização do patrimônio da cidade.
Nos dias 17 e 24, os roteiros ecológico e histórico-cultural serão repetidos, respectivamente. Com distâncias acessíveis de cinco quilômetros para o percurso histórico e 11 quilômetros para o ecológico, o projeto é indicado para ciclistas de todos os níveis, desde iniciantes até profissionais. O ciclista e empresário Marcello Almo, à frente da Niterói Experience, destaca que o projeto visa unir a história da cidade ao ciclismo, que tem crescido na região.
O secretário das Culturas, Leonardo Giordano, enfatiza que o projeto promove o bem-estar, a saúde e a ocupação criativa dos espaços urbanos, reforçando que o direito à cultura deve estar presente no cotidiano da população. Para participar, não é necessário se inscrever previamente, mas aqueles que desejarem a camisa oficial do projeto devem preencher um formulário disponível nas redes sociais da Niterói Experience e da Secretaria das Culturas.
Iniciativas como o Pedal Cultural são fundamentais para fortalecer a conexão da comunidade com a cultura e o meio ambiente. A união da sociedade civil pode ser um grande impulso para apoiar e expandir projetos que promovam a cultura e a sustentabilidade na cidade, beneficiando todos os cidadãos.

Com a contagem regressiva para a COP 30 em Belém, o governo do Pará, sob a liderança de Helder Barbalho, destaca quase 40 obras em andamento, incluindo novos ônibus, hotéis e um porto inovador. As melhorias visam transformar a cidade, gerar empregos e acabar com alagamentos, promovendo a bioeconomia e a qualidade de vida.

O Senado aprovou a Política Nacional de Enfrentamento do HPV, que inclui vacinação, diagnósticos e tratamentos, visando reduzir a incidência da infecção e seus tipos cancerígenos. A proposta agora aguarda sanção do presidente Lula.

Tribunais de 13 estados, incluindo a Bahia, não estão cumprindo o prazo de 48 horas para analisar medidas protetivas da Lei Maria da Penha, com demoras que chegam a 16 dias, comprometendo a segurança das vítimas.

Médicos do Nordeste se destacam em avaliação nacional da AgSUS, com nove entre os dez melhores do Brasil e 84,4% obtendo notas satisfatórias, resultando em incentivos financeiros de até R$ 1.400,00.

A CCJ da Câmara dos Deputados aprovou projeto que aumenta penas para aliciamento de menores na internet, com reclusão de um a três anos e multas. A proposta visa proteger crianças após denúncias de exploração nas redes sociais.

A Amazônia Legal enfrenta uma alarmante taxa de violência sexual contra crianças e adolescentes, 21,4% acima da média nacional, exigindo políticas urgentes e adaptadas. O estudo do Unicef e do FBSP revela que a região concentra seis dos dez estados com as maiores taxas do Brasil, destacando a necessidade de ações integradas para proteger os jovens vulneráveis.