Estudo revela que a perda de peso não intencional pode ser um sinal precoce de câncer, afetando até 40% dos diagnosticados, e mais de 80% em estágios avançados. Atenção aos sintomas é crucial para o diagnóstico precoce.

A perda de peso inesperada é frequentemente vista como um motivo de celebração, mas pode ser um sinal de alerta para problemas de saúde, como o câncer. Estudos recentes revelam que aproximadamente 40% dos pacientes diagnosticados com câncer apresentam perda de peso não intencional, e esse número sobe para mais de 80% em estágios avançados da doença. Essa relação entre emagrecimento e câncer é mais comum do que muitos imaginam.
Uma pesquisa realizada pelas universidades de Oxford e Exeter destacou que, entre as mulheres acima de 60 anos, a perda repentina de peso aumenta em 6,7% o risco de desenvolver câncer. Para os homens, esse risco é ainda maior, superando 14%. Os tipos de câncer mais frequentemente associados a esse sintoma incluem os de pulmão, pâncreas, rins e colorretal.
A perda de peso relacionada ao câncer não é apenas uma questão estética; ela indica que o corpo está passando por mudanças significativas. Pacientes frequentemente relatam fadiga, fraqueza e falta de energia, o que pode dificultar até mesmo as atividades diárias. A desnutrição resultante pode comprometer a eficácia do tratamento e a recuperação.
Entre as causas mais comuns da perda de peso em pacientes com câncer estão a falta de apetite, alterações no metabolismo e sintomas como náuseas e dificuldade para engolir. Fatores emocionais, como depressão e perda do paladar, também podem agravar essa situação. Ignorar esses sinais pode atrasar o diagnóstico e o início do tratamento, aumentando os riscos associados à doença.
Alguns tipos de câncer, como os de pâncreas, fígado e ovário, se desenvolvem de forma silenciosa, dificultando o diagnóstico precoce. A ausência de sintomas evidentes pode atrasar o tratamento, tornando exames regulares e atenção aos sinais sutis essenciais para a prevenção. Especialistas enfatizam que o diagnóstico precoce é uma das melhores armas contra o câncer.
Diante da gravidade da situação, é fundamental que a sociedade se una para apoiar iniciativas que promovam a conscientização sobre a saúde e a importância do diagnóstico precoce. Vítimas de doenças graves, como o câncer, podem se beneficiar enormemente de ações coletivas que visem à promoção de saúde e bem-estar, garantindo que mais pessoas tenham acesso a informações e tratamentos adequados.
O Carro da Vacina esteve no bairro Capão Comprido, aplicando vacinas, incluindo a gripe, e superou cinquenta doses administradas, reforçando a imunização na região. A iniciativa da Secretaria de Saúde (SES-DF) visa facilitar o acesso à vacinação, especialmente em áreas vulneráveis. Moradores destacam a importância da ação, que já foi replicada em diversas localidades do DF desde sua inauguração em janeiro de 2022.

Sport é condenado a pagar R$ 4,6 milhões a Everton Felipe por danos. A decisão da 9ª Vara do Trabalho do Recife destaca a falta de suporte médico e fraude em direitos de imagem. Everton, que se aposentou aos 26 anos devido a lesões graves no joelho, busca reparação por danos materiais e morais.

Suplementação diária com multivitamínicos pode retardar o envelhecimento cerebral em idosos, segundo três estudos com mais de 5.000 participantes, revelando benefícios cognitivos significativos.

A Cardiomiopatia de Takotsubo, conhecida como Síndrome do Coração Partido, afeta principalmente mulheres de 50 a 70 anos, com mortalidade anual de 5,6% e risco elevado de novos episódios. Estudos recentes revelam que a condição, desencadeada por estresse emocional intenso, está em ascensão. O cardiologista Antônio Aurélio Fagundes destaca a importância do diagnóstico e do tratamento adequado, pois a síndrome pode levar a complicações graves e persistentes.

Estudo da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo revela que alimentos ultraprocessados aumentam em 30% o risco de depressão, com 58% para casos persistentes, destacando a urgência de uma dieta natural.

Em 2025, o Brasil enfrenta uma epidemia de dengue com mais de 1 milhão de casos, destacando o ressurgimento do sorotipo DENV-3 no noroeste paulista, alertando para a gravidade da situação. A Organização Pan-americana da Saúde recomenda ações para prevenir formas graves da doença.