Com a chegada do calor, carrapatos se tornam comuns em jardins, mas há alternativas naturais. Dezoito plantas, como lavanda e hortelã, oferecem uma solução estética e eficaz para repelir esses insetos.

Muitas pessoas enfrentam o problema do aumento da presença de carrapatos em seus jardins durante os meses mais quentes. Antes de optar por inseticidas químicos, é importante considerar alternativas naturais que podem ser eficazes. Existem pelo menos dezoito plantas que possuem propriedades repelentes contra carrapatos, oferecendo uma solução sustentável e estética para quem deseja manter os jardins livres desses insetos indesejados.
Entre as plantas mais conhecidas estão a lavanda, o alecrim e o capim-limão. Os óleos essenciais dessas espécies são liberados no ar, criando aromas agradáveis para os humanos, mas que se tornam insuportáveis para carrapatos e outros insetos. Além de embelezar o ambiente, essas plantas atuam como uma defesa natural, tornando-se essenciais para quem busca um espaço externo bonito e livre de pragas.
O eucalipto e a hortelã também se destacam por seus aromas intensos, que ajudam a repelir insetos sem causar danos ao meio ambiente. Essas plantas são fáceis de cuidar, tornando-se ideais para jardineiros iniciantes ou para aqueles que possuem pátios menores. A hortelã, por exemplo, é eficaz não apenas contra carrapatos, mas também contra pulgas e mosquitos, oferecendo um triplo benefício.
Outras opções, como o absinto e a erva-de-gato, funcionam como barreiras naturais. Plantadas em bordaduras ou vasos próximos ao gramado, essas espécies atuam como um escudo contra pragas, eliminando a necessidade de produtos químicos. Os carrapatos, em particular, não suportam os óleos essenciais dessas plantas, o que as torna uma escolha inteligente para quem deseja proteger seu espaço verde.
Além de suas propriedades funcionais, essas plantas são decorativas, com flores vibrantes e aromas frescos que tornam o jardim mais agradável. É importante ressaltar que, embora essas medidas ajudem a reduzir a presença de carrapatos, elas não substituem cuidados adicionais, como exames regulares da pele e das roupas após atividades ao ar livre, especialmente em áreas de risco.
Com a combinação de beleza e funcionalidade, essas plantas oferecem uma maneira natural de manter os jardins livres de insetos. A união da comunidade pode ser fundamental para promover a conscientização sobre o uso de alternativas sustentáveis, ajudando a criar um ambiente mais seguro e saudável para todos.

O Brasil solicita que países apresentem suas Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs) até 25 de setembro, visando a COP30 em Belém, onde a Amazônia será central nas negociações climáticas.

Estudo da Esalq-USP revela actinobactérias da Amazônia com potencial para bioinsumos e compostos bioativos inéditos, promovendo crescimento de plantas e controle de doenças agrícolas. A pesquisa, liderada por Naydja Moralles Maimone, destaca a importância do microbioma amazônico para a agricultura sustentável.

Ibama intensifica fiscalização em áreas indígenas da Amazônia Legal, confirmando extração ilegal de madeira no Parque do Xingu e poluição do rio Pixaxa por garimpos na Terra Indígena Menkragnoti. Equipamentos foram apreendidos e inutilizados.

O Cade suspendeu a moratória que proibia a compra de soja de terras desmatadas na Amazônia, gerando críticas de ONGs e apoio do agronegócio. A decisão pode aumentar o desmatamento antes da COP30.

Ativistas e indígenas protestam em Brasília por uma transição energética justa na COP30. Durante o ato, uma faixa de 30 metros e painéis solares foram levados ao Itamaraty, destacando a urgência de ouvir os povos originários nas negociações climáticas. A COP30, que ocorrerá em Belém, abordará temas cruciais como justiça climática e financiamento ambiental.
O Ibama inaugurou uma base de combate a incêndios florestais na Terra Indígena Las Casas, operada por brigadistas indígenas, promovendo a integração entre saberes tradicionais e políticas públicas. Essa iniciativa reforça a proteção da Amazônia e a gestão territorial, respondendo à necessidade de ações permanentes na região.