Com a chegada do calor, carrapatos se tornam comuns em jardins, mas há alternativas naturais. Dezoito plantas, como lavanda e hortelã, oferecem uma solução estética e eficaz para repelir esses insetos.

Muitas pessoas enfrentam o problema do aumento da presença de carrapatos em seus jardins durante os meses mais quentes. Antes de optar por inseticidas químicos, é importante considerar alternativas naturais que podem ser eficazes. Existem pelo menos dezoito plantas que possuem propriedades repelentes contra carrapatos, oferecendo uma solução sustentável e estética para quem deseja manter os jardins livres desses insetos indesejados.
Entre as plantas mais conhecidas estão a lavanda, o alecrim e o capim-limão. Os óleos essenciais dessas espécies são liberados no ar, criando aromas agradáveis para os humanos, mas que se tornam insuportáveis para carrapatos e outros insetos. Além de embelezar o ambiente, essas plantas atuam como uma defesa natural, tornando-se essenciais para quem busca um espaço externo bonito e livre de pragas.
O eucalipto e a hortelã também se destacam por seus aromas intensos, que ajudam a repelir insetos sem causar danos ao meio ambiente. Essas plantas são fáceis de cuidar, tornando-se ideais para jardineiros iniciantes ou para aqueles que possuem pátios menores. A hortelã, por exemplo, é eficaz não apenas contra carrapatos, mas também contra pulgas e mosquitos, oferecendo um triplo benefício.
Outras opções, como o absinto e a erva-de-gato, funcionam como barreiras naturais. Plantadas em bordaduras ou vasos próximos ao gramado, essas espécies atuam como um escudo contra pragas, eliminando a necessidade de produtos químicos. Os carrapatos, em particular, não suportam os óleos essenciais dessas plantas, o que as torna uma escolha inteligente para quem deseja proteger seu espaço verde.
Além de suas propriedades funcionais, essas plantas são decorativas, com flores vibrantes e aromas frescos que tornam o jardim mais agradável. É importante ressaltar que, embora essas medidas ajudem a reduzir a presença de carrapatos, elas não substituem cuidados adicionais, como exames regulares da pele e das roupas após atividades ao ar livre, especialmente em áreas de risco.
Com a combinação de beleza e funcionalidade, essas plantas oferecem uma maneira natural de manter os jardins livres de insetos. A união da comunidade pode ser fundamental para promover a conscientização sobre o uso de alternativas sustentáveis, ajudando a criar um ambiente mais seguro e saudável para todos.
Ibama realiza a Operação Mata Viva na Paraíba, resultando em 42 autos de infração, embargos de 106,5 hectares de vegetação nativa e apreensão de 176 aves silvestres. A ação visa combater o desmatamento ilegal e proteger áreas indígenas.

O governo brasileiro e a ONU lançam o Balanço Ético Global (BEG) para integrar ética nas discussões sobre mudanças climáticas. A ministra Marina Silva e Ana Toni destacam a inclusão de vozes indígenas e a urgência de ações éticas.

A inauguração da usina de etanol de milho da Inpasa em Balsas, Maranhão, promete impulsionar a produção de biocombustíveis no Nordeste, com capacidade para gerar 925 milhões de litros anualmente. O evento destaca a crescente inovação no setor, com foco em matérias-primas sustentáveis como agave e macaúba, além do milho. O Banco do Nordeste e a Embrapa também apoiam essa transformação, que visa diversificar a matriz energética e fortalecer a infraestrutura regional.

O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) e o Governo do Amapá iniciaram a desobstrução do Canal do Gurijuba, com investimento de R$ 9 milhões, para restaurar a navegabilidade e apoiar comunidades isoladas pela estiagem. A ação, que abrange 11 quilômetros do canal, visa melhorar o acesso e as atividades essenciais, como pesca e transporte, nas comunidades afetadas. A operação deve durar cerca de quatro meses e será realizada pela Secretaria de Estado de Transportes (Setrap).

Indígenas e ambientalistas protestam contra o leilão da ANP, que oferece 172 blocos de petróleo e gás, com ações judiciais visando suspender a oferta na Foz do Amazonas por falta de licenciamento ambiental.

A Natura revisou suas metas de sustentabilidade até 2050, elevando suas ambições para 100% de plásticos renováveis e embalagens reutilizáveis até 2030, destacando a importância da regeneração. O CEO João Paulo Ferreira enfatizou que a empresa não recuará em seus compromissos, mesmo diante de desafios globais.