A onça-pintada Aroeira e seus filhotes foram filmados em uma tentativa de caça a emas em Miranda (MS), um registro raro feito pelo biólogo Lucas Morgado. A ONG Onçafari monitora esses felinos ameaçados.

A onça-pintada Aroeira e seus filhotes foram capturados em um momento raro de caça em Miranda, no Pantanal de Mato Grosso do Sul. O registro, feito pelo biólogo Lucas Morgado, mostra os felinos monitorados pela ONG Onçafari perseguindo emas. Este tipo de avistamento é significativo, pois revela o comportamento natural desses animais em seu habitat.
O vídeo, compartilhado nas redes sociais, destaca a persistência da família de onças, que, apesar de seus esforços, não conseguiu capturar as emas naquele dia. A ONG Onçafari explica que nem toda investida de uma onça-pintada resulta em sucesso, o que é parte do ciclo de vida desses predadores.
Lucas Morgado descreveu o avistamento como um "momento único", ressaltando a importância de observar como os filhotes aprendem a caçar. A bióloga Maila Souza detalhou que as onças-pintadas ensinam seus filhotes por meio de um processo gradual, começando com a dependência total da mãe nos primeiros meses de vida.
Nos primeiros meses, os filhotes são amamentados e, por volta de dois meses, começam a ter contato com carne. À medida que crescem, acompanham a mãe nas caçadas, observando suas técnicas de aproximação e ataque. Esse aprendizado é essencial para sua sobrevivência futura.
Quando os filhotes atingem cerca de um ano e meio a dois anos, já estão prontos para caçar sozinhos e se tornam independentes. Essa transição é crucial para a continuidade da espécie, especialmente em um ambiente onde a onça-pintada enfrenta ameaças constantes.
Iniciativas de conservação como a da Onçafari são fundamentais para proteger essas espécies ameaçadas. A união da sociedade civil pode fazer a diferença, apoiando projetos que visem a preservação do habitat e a educação sobre a importância da fauna local. Juntos, podemos contribuir para a proteção da onça-pintada e de seu ecossistema.

A foto de uma anta resgatada após incêndio no Pantanal, intitulada “Depois das chamas, esperança”, conquistou o Prêmio de Fotografia Ambiental 2025 na categoria “Agentes de mudança, portadores de esperança”. O animal, apelidado de Valente, foi gravemente ferido e resgatado por uma equipe do projeto Onçafari. O prêmio, criado pela Fundação Príncipe Albert II de Mônaco, visa promover a conscientização ambiental.

Fernando de Noronha alcançou um novo marco na conservação de tartarugas marinhas, com 805 desovas nesta temporada, superando o recorde anterior de 432. A Praia do Leão foi o principal local, com a maioria dos filhotes já nascendo.

O Ibama lançou o Parecer de Extração Não Prejudicial para o gênero Cedrela, essencial para a exploração sustentável da madeira, em parceria com instituições e apoio internacional. O documento fundamenta a emissão de licenças de exportação, garantindo a preservação da espécie.

O colapso de uma geleira nos Alpes Suíços soterrou o vilarejo de Blatten, destacando os riscos do derretimento glacial. Comunidades enfrentam inundações e escassez de água, com impactos diretos na agricultura e na cultura.

O plano da Coalizão para a Descarbonização dos Transportes, lançado em 2025, busca eletrificar 50% dos carros e 300 mil ônibus até 2050, com investimentos de R$ 600 bilhões e redução de 35% nas emissões de CO2.

A exploração de petróleo na Foz do Amazonas avança, apesar das preocupações com o colapso ecológico e os impactos na pesca artesanal. O Ibama aprovou o plano de emergência da Petrobras, mas os encalhes de mamíferos marinhos aumentam.