A onça-pintada Aroeira e seus filhotes foram filmados em uma tentativa de caça a emas em Miranda (MS), um registro raro feito pelo biólogo Lucas Morgado. A ONG Onçafari monitora esses felinos ameaçados.

A onça-pintada Aroeira e seus filhotes foram capturados em um momento raro de caça em Miranda, no Pantanal de Mato Grosso do Sul. O registro, feito pelo biólogo Lucas Morgado, mostra os felinos monitorados pela ONG Onçafari perseguindo emas. Este tipo de avistamento é significativo, pois revela o comportamento natural desses animais em seu habitat.
O vídeo, compartilhado nas redes sociais, destaca a persistência da família de onças, que, apesar de seus esforços, não conseguiu capturar as emas naquele dia. A ONG Onçafari explica que nem toda investida de uma onça-pintada resulta em sucesso, o que é parte do ciclo de vida desses predadores.
Lucas Morgado descreveu o avistamento como um "momento único", ressaltando a importância de observar como os filhotes aprendem a caçar. A bióloga Maila Souza detalhou que as onças-pintadas ensinam seus filhotes por meio de um processo gradual, começando com a dependência total da mãe nos primeiros meses de vida.
Nos primeiros meses, os filhotes são amamentados e, por volta de dois meses, começam a ter contato com carne. À medida que crescem, acompanham a mãe nas caçadas, observando suas técnicas de aproximação e ataque. Esse aprendizado é essencial para sua sobrevivência futura.
Quando os filhotes atingem cerca de um ano e meio a dois anos, já estão prontos para caçar sozinhos e se tornam independentes. Essa transição é crucial para a continuidade da espécie, especialmente em um ambiente onde a onça-pintada enfrenta ameaças constantes.
Iniciativas de conservação como a da Onçafari são fundamentais para proteger essas espécies ameaçadas. A união da sociedade civil pode fazer a diferença, apoiando projetos que visem a preservação do habitat e a educação sobre a importância da fauna local. Juntos, podemos contribuir para a proteção da onça-pintada e de seu ecossistema.

O Programa Amazônia Azul, apresentado pelo Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional, busca promover o desenvolvimento sustentável na fronteira marítima do Brasil. O lançamento está previsto para outubro.

Reservatórios da Região Metropolitana de São Paulo estão com 41,1% da capacidade, o menor nível desde a crise hídrica de 2014-2015. A Sabesp garante que não há risco de desabastecimento, mas pede uso consciente da água.
O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional reconheceu a emergência em Alto Santo, Canindé e Ibicuitinga, permitindo acesso a recursos federais para ações de defesa civil. As prefeituras podem solicitar apoio para atender às necessidades da população afetada pela seca e estiagem.

O Supremo Tribunal de Justiça (STJ) deve decidir sobre a legalidade de licenças para desmatamento no Pantanal, com um caso envolvendo 20,5 mil hectares pronto para julgamento. A nova lei estadual exige licenças mais rigorosas.

O presidente da Áustria, Alexander Van der Bellen, não comparecerá à COP-30 em Belém devido aos altos custos da viagem, sendo substituído pelo ministro do Meio Ambiente. A ministra Marina Silva criticou os preços abusivos de hospedagem, que chegam a ser até 15 vezes maiores que o normal, o que pode comprometer a participação de delegações e os acordos climáticos.

A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, criticou o Projeto de Lei Geral do Licenciamento Ambiental, alertando para retrocessos e a necessidade de fortalecer o Ibama. A proposta, que tramita há mais de 20 anos, pode gerar uma "guerra da 'licencidade' ambiental".