A Polícia Federal lançou a Operação Restinga Viva para investigar crimes ambientais no litoral norte de São Paulo, com mandados de busca em Ubatuba e Taubaté. A ação visa combater desmatamento e fraudes fundiárias.

A Polícia Federal iniciou, nesta quarta-feira, a Operação Restinga Viva, com o intuito de investigar crimes ambientais e fundiários no litoral norte de São Paulo. A operação abrange a execução de sete mandados de busca e apreensão nas cidades de Ubatuba e Taubaté, autorizados pela Justiça Federal. As ações estão sendo realizadas em locais residenciais e comerciais relacionados aos suspeitos, além de na Secretaria de Habitação da Prefeitura de Ubatuba.
As investigações se concentram em práticas ilegais como desmatamento de áreas de restinga, fraudes documentais, loteamentos clandestinos em terrenos da União e falsificações em processos administrativos para regularização fundiária de lotes irregulares. O objetivo é proteger áreas de preservação permanente e combater a grilagem de terras públicas.
A Operação Restinga Viva é parte de um inquérito policial que busca responsabilizar os envolvidos nas fraudes e garantir a integridade ambiental da região. As ações da Polícia Federal refletem um esforço contínuo para coibir crimes que ameaçam a biodiversidade e a segurança fundiária no litoral paulista.
As áreas de restinga são ecossistemas costeiros que desempenham um papel crucial na proteção do meio ambiente, servindo como barreiras naturais contra a erosão e abrigando diversas espécies. O desmatamento e a ocupação irregular nessas áreas comprometem não apenas a fauna e flora locais, mas também a qualidade de vida das comunidades que dependem desses recursos.
Além das investigações, é fundamental que a sociedade civil se mobilize em defesa da preservação ambiental. A conscientização sobre a importância das áreas de preservação e o apoio a iniciativas que visem a recuperação e proteção desses espaços são essenciais para garantir um futuro sustentável.
Nessa situação, nossa união pode ajudar os menos favorecidos, promovendo ações que visem a proteção do meio ambiente e a regularização fundiária. Projetos que incentivem a preservação e a recuperação de áreas degradadas merecem apoio e podem fazer a diferença na luta contra crimes ambientais.

Em julho de 2023, a área queimada no Brasil caiu 40%, com destaque para o Cerrado, que ainda é o maior foco de queimadas. A Amazônia teve uma redução de 65%, impulsionada pelas chuvas e prevenção de incêndios.

Pesquisadores da UFRPE identificaram novas plantas hiperacumuladoras de metais, como a Capparidastrum frondosum, e criaram o Inabim para avançar em agromineração e recuperação ambiental.

Cientistas alertam que, com o aquecimento global em 1,4°C, a mortandade em massa de corais já começou, e a evolução dos recifes para ecossistemas diferentes pode impactar a biodiversidade e comunidades que dependem deles.

A Nasa alerta que, a partir de 2030, o ciclo lunar de 18,6 anos intensificará as enchentes nos litorais dos Estados Unidos, agravadas pela elevação do nível do mar. Medidas de adaptação são urgentes.

A Mapfre, patrocinadora da Libertadores 2025, plantará três mudas de árvores nativas da Mata Atlântica para cada gol marcado, visando restaurar um hectare de floresta. A ação já contabiliza 324 gols.
Ibama promoveu atividade na UFAM para reforçar a campanha "Não tire as penas da vida", alertando sobre o uso ilegal de penas em artesanatos e destacando alternativas sintéticas. A ação visa preservar a fauna.