Priscila Fantin compartilhou que começou a sentir os sintomas da transição hormonal durante a "Dança dos Famosos", destacando a necessidade de compreensão sobre o climatério. Especialistas alertam que essa fase pode durar até uma década e afeta a qualidade de vida das mulheres.

Priscila Fantin, atriz conhecida por sua participação na "Dança dos Famosos", revelou que começou a sentir os sintomas da transição hormonal, como dores e cansaço, durante o programa. Esses sintomas são indicativos do climatério, uma fase natural que, segundo especialistas, pode durar até uma década e envolve alterações hormonais significativas que afetam a saúde da mulher.
O climatério inicia-se anos antes da última menstruação e pode se estender por um período após ela. Durante essa fase, surgem os primeiros sinais físicos e emocionais relacionados à diminuição da produção hormonal. A ginecologista Patricia Magier, criadora do Método Plena, destaca que essa transição marca o fim da fase reprodutiva e pode impactar diretamente o cotidiano da mulher.
Entre os sintomas mais comuns estão fadiga, dores articulares, alterações no sono, oscilações de humor, suores noturnos, diminuição da libido e ganho de peso. O ginecologista Nélio Veiga Júnior explica que a queda dos níveis de estrogênio afeta a qualidade do sono e pode causar ondas de calor, resultando em exaustão e irritabilidade.
É importante notar que o climatério é frequentemente confundido com a menopausa. A fase conhecida como perimenopausa pode começar de três a dez anos antes da última menstruação. O ginecologista Igor Padovesi ressalta que insônia, esquecimentos e crises de ansiedade são comuns e podem persistir mesmo após a menopausa, além de aumentar o risco de doenças como osteoporose.
Para lidar com essa fase de forma saudável, especialistas recomendam mudanças no estilo de vida, como atividade física regular, alimentação equilibrada e controle do estresse. A terapia de reposição hormonal (TRH) pode ser uma opção eficaz para mulheres com sintomas mais severos, melhorando a qualidade de vida e reduzindo sintomas como fogachos e suores noturnos.
É fundamental que cada mulher busque um profissional especializado para uma avaliação individualizada, considerando as diferentes fases do climatério. A união da sociedade pode ser um fator crucial para apoiar iniciativas que promovam a saúde e o bem-estar das mulheres nessa fase da vida, ajudando a disseminar informações e recursos necessários para um enfrentamento mais saudável.

Um estudo na revista Gut revela que o consumo de bebidas açucaradas aumenta o risco de câncer intestinal em jovens adultos, exigindo atenção urgente aos hábitos alimentares. A pesquisa, que analisou cerca de 100 mil profissionais de saúde, destaca a importância de limitar o acesso a essas bebidas, especialmente entre adolescentes e jovens. No Brasil, a situação é alarmante, com aproximadamente 44 mil novos casos anuais da doença. Campanhas de conscientização e uma dieta rica em fibras são essenciais para a prevenção.

Estudo nos EUA indica que mudanças simples no estilo de vida podem reduzir o risco de Alzheimer em idosos, melhorando a saúde cognitiva de participantes em risco.

Cerca de 68% dos brasileiros acreditam que a perda de memória é normal no envelhecimento, mas especialistas alertam que isso pode atrasar diagnósticos de demência, como a doença de Alzheimer, que já afeta quase 2 milhões no país.

A bronquiolite é a principal causa de morte infecciosa em crianças menores de um ano no Brasil. A vacina Abrysvo, em análise pela Anvisa, pode oferecer proteção ao bebê via gestantes.

A patente dos medicamentos Ozempic e Wegovy, usados para diabetes tipo 2 e obesidade, deve expirar em 2026, permitindo sua inclusão no SUS. A Novo Nordisk anunciou redução de até 20% nos preços, surpreendendo especialistas.

Estudos recentes mostram que o exercício físico é crucial não apenas na prevenção, mas também no tratamento do câncer, embora menos de 10% dos médicos prescrevam essa prática. O oncologista Paulo Bergerot destaca a necessidade de sensibilização e formação na área.