A professora aposentada Valéria Cláudia Laboissieree Ulhoa, de 77 anos, se formou em Educador Político Social em Gerontologia na Universidade de Brasília, destacando a importância do aprendizado e das novas amizades. As inscrições para o curso estão abertas até 17 de agosto.

A professora aposentada Valéria Cláudia Laboissieree Ulhoa, de 77 anos, mudou-se de Paracatu (MG) para Brasília para estar mais próxima da família. Ao chegar na capital, sua filha a inscreveu em um curso na Universidade de Brasília (UnB), que inicialmente não despertou seu interesse, mas que acabou se tornando uma experiência transformadora.
Valéria completou o curso de Educador Político Social em Gerontologia, parte do programa Universidade do Envelhecer: UniSER, que visa promover ações educativas para idosos. O curso, com duração de três semestres, proporcionou a ela não apenas uma nova qualificação, mas também a oportunidade de fazer novas amizades, tanto com colegas quanto com professores.
Durante o curso, Valéria aprendeu sobre direitos dos idosos, educação financeira e a importância de um envelhecimento saudável. Ela destacou que as aulas vão além do conteúdo teórico, incluindo passeios e visitas a pontos turísticos, o que enriqueceu ainda mais sua vivência acadêmica.
Valéria expressou sua satisfação ao afirmar que a experiência a fez sentir-se mais jovem e cheia de energia. “Só vai sair mais jovem com tudo o que aprende e uma nova visão sobre a velhice”, disse. Sua trajetória no curso foi marcada por um ambiente ativo e alegre, onde todos se apoiavam mutuamente.
As inscrições para o curso de Educador Político Social em Gerontologia estão abertas até 17 de agosto. É necessário ter 45 anos ou mais e disponibilidade para participar das aulas, que ocorrerão de segunda a sexta-feira, das 14h às 17h, em diversos polos de Brasília.
Iniciativas como a de Valéria são inspiradoras e mostram como a educação pode impactar a vida de pessoas na terceira idade. Projetos que promovem o aprendizado e a socialização entre idosos merecem apoio e incentivo da sociedade civil, pois ajudam a construir uma comunidade mais inclusiva e consciente.

Uma pesquisa em São Paulo revela desigualdade alarmante entre escolas públicas e privadas, com 89,7% das estaduais apresentando desordem significativa, impactando a saúde e o comportamento dos adolescentes. O estudo, que envolveu 2.680 alunos, destaca a influência do ambiente escolar na formação dos jovens e a necessidade urgente de intervenções.

A Associação De Olho no Material Escolar mobilizou 39 deputados para incluir metas de fluência em leitura no novo Plano Nacional de Educação, visando melhorar a alfabetização até 2024. Dados recentes mostram que apenas 59,2% das crianças de 7 anos estão alfabetizadas, abaixo da meta de 60% do governo. A presidente da associação, Leticia Jacintho, defende que a alfabetização deve ser alcançada até o final do primeiro ano do Ensino Fundamental, com base em experiências internacionais.

Os dados da PNAD Educação de 2024 revelam avanços na escolaridade no Brasil, mas as metas do Plano Nacional de Educação (PNE) continuam inalcançadas, evidenciando desigualdades regionais e raciais. A taxa de analfabetismo caiu para 5,3%, mas a erradicação até 2024 não foi atingida. A falta de vagas em creches persiste, afetando principalmente o Nordeste, onde apenas 47% da população adulta completou o ensino médio. A situação exige ações urgentes para garantir o direito à educação desde a infância.

A 3ª edição do Prêmio Candanguinho de Poesia Infantojuvenil será lançada em 23 de maio, no Teatro Nacional Cláudio Santoro, com a participação de 400 estudantes e uma apresentação musical. O concurso, promovido pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF, visa estimular a leitura e a escrita entre jovens, com inscrições abertas até 31 de agosto. A premiação ocorrerá em novembro, com um total de R$ 90 mil distribuídos em prêmios e uma coletânea acessível de poesias.

Em 2024, a taxa de jovens de 15 a 29 anos que não estudam nem trabalham no Brasil caiu para 18,5%, refletindo uma melhora no mercado de trabalho, mas ainda revela desigualdades de gênero e raça.

A comissão de Educação da Câmara aprovou um projeto que proíbe a organização em ciclos nas escolas, gerando polêmica sobre a qualidade do ensino, apesar de evidências que mostram sua eficácia.