Em 2025, o Programa Universidade para Todos (Prouni) oferece mais de 330 mil bolsas de estudo em mil instituições, beneficiando estudantes de baixa renda. O programa exige desempenho no Enem e comprovação de renda.

O Programa Universidade para Todos (Prouni) é uma iniciativa federal que, desde sua criação em dois mil e quatro, tem sido fundamental para a inclusão de estudantes de baixa renda no ensino superior privado. Em dois mil e vinte e cinco, o programa disponibilizou mais de trezentas e trinta mil bolsas de estudo, tanto integrais quanto parciais, em cerca de mil instituições de ensino superior em todo o Brasil. A seleção é baseada no desempenho no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e no perfil socioeconômico dos candidatos.
Para se candidatar ao Prouni, os interessados devem atender a requisitos específicos, como ter realizado o Enem mais recente, obter uma pontuação mínima de quatrocentos e cinquenta pontos e comprovar uma renda familiar per capita de até três salários mínimos. O processo seletivo ocorre semestralmente, permitindo que os candidatos escolham até duas opções de curso. Os aprovados devem manter um bom desempenho acadêmico para continuar recebendo o benefício ao longo do curso.
A classificação dos candidatos é feita com base nas notas do Enem e nos critérios de prioridade estabelecidos pelo Ministério da Educação (MEC). Em caso de empate, são utilizados critérios de desempate, como a maior nota na redação. A maioria das instituições não exige vestibular, embora algumas possam solicitar uma prova ou entrevista, sem cobrança de taxa.
O Prouni oferece dois tipos de bolsa: a integral, que cobre cem por cento da mensalidade, destinada a candidatos com renda familiar de até um salário mínimo e meio por pessoa, e a parcial, que cobre cinquenta por cento, para aqueles com renda de até três salários mínimos por pessoa. Para manter a bolsa, os estudantes devem ter frequência mínima de setenta e cinco por cento nas aulas e aprovação em pelo menos setenta e cinco por cento das disciplinas cursadas.
Os candidatos pré-selecionados devem apresentar documentos que comprovem as informações fornecidas na inscrição, como identidade, CPF, comprovantes de residência e renda, além de histórico escolar. É importante ressaltar que pessoas com deficiência e professores da rede pública têm condições especiais para concorrer a bolsas em cursos de licenciatura.
Em dois mil e vinte e cinco, o Prouni reafirma seu compromisso com a inclusão educacional, oferecendo mais de trezentas e trinta mil oportunidades de acesso ao ensino superior. Projetos que visam apoiar a educação e a inclusão social são essenciais e podem ser impulsionados pela união da sociedade civil. A mobilização em torno de causas como essa pode fazer a diferença na vida de muitos estudantes que buscam uma formação superior.

Neste sábado (20), a Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF) promoveu cursos de Letramento Racial e Protocolo Por Todas Elas, capacitando colaboradores de eventos em Brasília. A ação, parte das comemorações pelos 65 anos da cidade, visa criar um ambiente mais inclusivo e seguro, abordando questões de racismo e violência contra a mulher. Gisele Silva, participante do curso, ressaltou a importância do aprendizado para identificar e denunciar práticas discriminatórias. A secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani, enfatizou o compromisso do governo com os direitos humanos e a igualdade.

Rubens Ometto, ex-aluno da USP e presidente da Cosan e Comgás, doa R$ 19 milhões para revitalizar o Departamento de Engenharia de Produção e construir um novo edifício, com conclusão prevista para 2026. A doação, resultado de insatisfação com a infraestrutura da Poli, visa modernização e sustentabilidade, promovendo a integração entre natureza e tecnologia.

Os dados da PNAD Educação de 2024 revelam avanços na escolaridade no Brasil, mas as metas do Plano Nacional de Educação (PNE) continuam inalcançadas, evidenciando desigualdades regionais e raciais. A taxa de analfabetismo caiu para 5,3%, mas a erradicação até 2024 não foi atingida. A falta de vagas em creches persiste, afetando principalmente o Nordeste, onde apenas 47% da população adulta completou o ensino médio. A situação exige ações urgentes para garantir o direito à educação desde a infância.

As inscrições para o projeto Educação Fiscal EnCena 2025 foram prorrogadas até 14 de maio. Educadores do DF que atuam do 4º ano do fundamental ao 3º ano do ensino médio podem participar e concorrer a prêmios. A iniciativa é coordenada pela Secretaria de Estado de Economia (SEEC-DF) e visa capacitar professores da rede pública, promovendo a educação fiscal entre os alunos.

A Escola de Saúde Pública do Distrito Federal (ESPDF) realizou o 1º Encontro Distrital de Educação na Saúde, reunindo 200 participantes para discutir inovações tecnológicas na saúde pública. O evento, que ocorre em dois dias, visa integrar educação e saúde, destacando a importância da tecnologia no fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS).

Instituto Unidown promove curso de alfabetização para jovens com síndrome de Down, visando melhorar a empregabilidade. O curso, iniciado em março, utiliza o jornal Joca e dinâmicas práticas para desenvolver habilidades de leitura e escrita. Vinícius de Miranda, um dos alunos, destaca a evolução no aprendizado e a meta de conseguir um emprego. A iniciativa surge em resposta à baixa taxa de alfabetização entre jovens com a síndrome, onde apenas 8,7% estão totalmente alfabetizados. O curso inclui atividades como rodas de notícias e simulações de entrevistas, buscando preparar os alunos para o mercado de trabalho.