A PUC-SP encerrou a ocupação do Campus Monte Alegre após atender demandas de letramento racial e melhorias no restaurante universitário, mas não aceitou a redução das mensalidades. O movimento, liderado pelo coletivo Saravá, denunciou racismo e outras questões sociais.

A PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo) chegou a um acordo com os estudantes e encerrou a ocupação do Campus Monte Alegre, que durou oito dias. O movimento foi iniciado para denunciar casos de racismo e expandiu suas pautas para outras questões sociais. Em uma reunião realizada na terça-feira, a reitoria e a mantenedora da universidade atenderam várias demandas dos alunos, incluindo a implementação de letramento racial para funcionários e melhorias no restaurante universitário.
Entre as demandas atendidas, estão a apuração rigorosa de atos discriminatórios e reformas curriculares com viés antirracista. Além disso, foi garantida a expansão da bolsa alimentação e a oferta de duas refeições diárias gratuitas para os bolsistas. No entanto, a solicitação de redução das mensalidades não foi aceita pela instituição.
A PUC-SP destacou, em nota, que desde o início das manifestações, estabeleceu um diálogo contínuo com os alunos e garantiu a continuidade das atividades acadêmicas e administrativas. A reitoria enfatizou o respeito ao direito de manifestação e se opôs ao uso de força policial no campus, mesmo após a Justiça de São Paulo ter autorizado a reintegração de posse.
O movimento foi liderado pelo coletivo Saravá, que representa alunos negros e que exigiu ações concretas contra discriminação dentro da universidade. Relatos de estudantes indicam que, nos últimos anos, houve um aumento significativo de casos de abuso e preconceito, sem respostas efetivas da instituição. O Saravá recebeu diversas denúncias anônimas sobre estigmatização e racismo velado enfrentados por alunos, especialmente aqueles que são negros e bolsistas.
Um dos relatos mais impactantes foi de uma aluna que, após ser acusada de roubo por uma professora, enfrentou uma série de dificuldades para resolver a situação. Apesar de ter registrado um boletim de ocorrência por injúria racial, a aluna se viu obrigada a continuar tendo aulas com a docente envolvida, que não foi demitida devido ao seu longo tempo de serviço na instituição.
Essas situações evidenciam a necessidade de um ambiente acadêmico mais inclusivo e respeitoso. A união da comunidade pode ser fundamental para apoiar iniciativas que promovam a igualdade e a justiça social. Projetos que visem a melhoria das condições para todos os estudantes devem ser incentivados e apoiados pela sociedade civil.

A Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa aprovou projeto que obriga o poder público a garantir leitos em UTIs privadas para idosos com 80 anos ou mais, se não houver vagas em hospitais públicos. A proposta, que avança na Câmara, visa incluir essa obrigação no Estatuto da Pessoa Idosa e ainda precisa passar por outras comissões antes de ser votada pelo Congresso.

Neste sábado, 31 de março, Jéssica Pedroso, representante do Brasil no Miss Mundo 2025, é uma das favoritas ao título, destacando-se por seu projeto social na educação. A expectativa é alta, já que o Brasil não vence o concurso desde 1971.

A Cidade Estrutural inicia, em 7 de julho, o projeto Vigília Cultural, que oferece oficinas gratuitas de crochê, com transporte e material inclusos, visando fomentar o empreendedorismo local. Serão seis turmas em três turnos, com aulas presenciais e conteúdo disponível no YouTube.

Inicia nesta sexta-feira (4/7) o Distrito Junino 2025, um grande projeto cultural no DF, com quadrilhas e forrós em Brazlândia e Riacho Fundo II, culminando na Esplanada dos Ministérios em agosto. O evento visa fortalecer a economia criativa e a identidade local, com mais de 260 apresentações programadas até o final do mês.
A Secretaria de Saúde do Distrito Federal promoveu o 1º Encontro dos Enfermeiros Responsáveis Técnicos da Atenção Primária à Saúde, reunindo 125 profissionais para discutir a importância do ERT nas UBSs. O evento, realizado em 30 de abril, destacou a gestão de resíduos na UBS Vila Planalto e a necessidade de fortalecer a atuação dos ERTs, conforme regulamentações recentes.

Pesquisas recentes indicam que a vacinação contra o herpes zoster pode reduzir o risco de demência, reforçando a teoria de que vírus comuns estão ligados ao Alzheimer. Ruth Itzhaki, pioneira na área, destaca a importância de mais estudos.