O presidente da Federação das Quadrilhas Juninas do Distrito Federal, Robson Vilela, destaca a relevância social e econômica do movimento junino, que mobiliza comunidades e gera empregos. Em 2025, quadrilhas investem até R$ 350 mil em suas apresentações, refletindo a crescente valorização do setor.

O presidente da Federação das Quadrilhas Juninas do Distrito Federal e Entorno (Fequaju-DFE), Robson Vilela, conhecido como Fusca, participou de um podcast do Correio, onde discutiu a temporada de quadrilhas juninas de 2025. Fusca destacou que o movimento vai além da competição, funcionando como uma ferramenta de transformação social. Ele enfatizou que muitos jovens e crianças encontram nas quadrilhas um espaço de apoio e diálogo, especialmente aqueles que enfrentam dificuldades familiares.
O impacto econômico das quadrilhas juninas no Distrito Federal é significativo. Durante a temporada, vendedores ambulantes e barracas de comida se tornam essenciais, com muitos relatos de que essa época do ano representa um "13º salário" para muitas famílias. O movimento não apenas promove a cultura, mas também gera empregos em diversas áreas, como música e transporte de equipamentos, contribuindo para a economia criativa local.
As quadrilhas também desempenham um papel importante na divulgação das cidades do DF. Cada grupo representa sua localidade com orgulho, como a Si Bobiá a Gente Pimba de Samambaia e a Sanfona Lascada de Ceilândia. A mobilização da comunidade é evidente, com moradores organizando caravanas para apoiar suas quadrilhas nas competições, reforçando o sentimento de pertencimento e identidade regional.
Os ensaios para as competições estão em pleno andamento, com grupos se dedicando intensamente, ensaiando até altas horas da madrugada. O investimento médio por quadrilha chega a R$ 350 mil, cobrindo aspectos como cenografia e figurinos. A expectativa é alta, com algumas quadrilhas já revelando seus temas, enquanto outras mantêm segredo, aumentando a ansiedade para as apresentações.
As empresas locais começaram a reconhecer a relevância do setor junino, com marcas nacionais investindo no movimento. Apesar do receio inicial, o interesse tem crescido, refletindo a importância das quadrilhas para a economia do DF. A Fequaju-DFE programou quatro etapas de apresentações, das quais três serão classificatórias, culminando na grande final em Ceilândia, onde as dez melhores quadrilhas se enfrentarão.
O movimento junino tem gerado histórias emocionantes, com pessoas de diferentes idades se unindo nas apresentações. Os temas das quadrilhas são cuidadosamente elaborados, envolvendo pesquisa e criatividade. O estilo de dança, característico de Brasília, se destaca pela sua energia e dinamismo. Essa união e dedicação mostram como a cultura pode transformar vidas. Em tempos como este, é fundamental que a sociedade civil se mobilize para apoiar iniciativas que promovam a inclusão e a valorização cultural.

Com o Dia dos Namorados se aproximando, dados alarmantes revelam que 37,5% das mulheres brasileiras sofreram agressões de parceiros, com um aumento de 358% na violência digital em 2023. Especialistas alertam para a necessidade de educação e prevenção.

Ana Maria Gonçalves é eleita a primeira imortal negra da Academia Brasileira de Letras, ocupando a cadeira 33 com 30 votos. A autora de "Um Defeito de Cor" representa um avanço na diversidade da ABL.

Adriana Gomes Siqueira Campos Baceti, após uma hemorragia pós-parto, destaca a importância da doação de sangue que a salvou. Sua história inspira a conscientização sobre esse ato altruísta.

No dia 7, o Cristo Redentor será iluminado de lilás em um ato simbólico contra a violência de gênero, parte da campanha Agosto Lilás, promovida pela Secretaria de Estado da Mulher e parceiros. O Brasil enfrenta uma média de quatro feminicídios diários, com maior incidência entre mulheres negras.

O Dia da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha, celebrado em 25 de julho, destaca a luta histórica por direitos e reconhecimento, enquanto o feminicídio no Brasil atinge recordes alarmantes, com 63,6% das vítimas sendo mulheres negras. A 2ª Marcha Nacional das Mulheres Negras, marcada para 25 de novembro, clama por "Reparação e Bem Viver", evidenciando a urgência de um diálogo político que enfrente o racismo e o patriarcado.

O Sistema Único de Saúde (SUS) inicia atendimentos em hospital particular, beneficiando oito pacientes, incluindo uma criança, através da troca de dívidas das operadoras de saúde por serviços médicos. A medida visa reduzir filas e melhorar o acesso à saúde.