Quatorze mulheres receberam certificados após concluir o curso Fundamentos da Nuvem, promovido pela Amazon Web Services (AWS) e Senai-DF, com foco em capacitação tecnológica. A iniciativa visa aumentar a presença feminina na área de tecnologia.

Quatorze mulheres receberam certificados de conclusão do curso Fundamentos da Nuvem, promovido pela Amazon Web Services (AWS) em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial do Distrito Federal (Senai-DF). A cerimônia ocorreu no dia 4 de junho, após um total de 40 horas de capacitação sobre computação em nuvem. O curso começou em 12 de maio, com uma aula inaugural online e as demais aulas realizadas na sede da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do DF, no Setor Comercial Sul.
A iniciativa da AWS visa incentivar a participação feminina na área de tecnologia. Durante a capacitação, as alunas aprenderam sobre as vantagens da computação em nuvem, além de aspectos econômicos e de segurança desse modelo. As aulas foram ministradas por instrutores do Senai-DF, que receberam treinamento da AWS para oferecer um conteúdo atualizado e relevante.
Amanda Leite, uma das participantes de 33 anos, destacou a importância do curso para sua formação. Formada em Análise e Desenvolvimento de Sistemas, ela buscou aprimorar seu currículo para se destacar no mercado de trabalho. “Eu já tinha um pouquinho de noção sobre nuvem por causa da faculdade e consegui aprofundar mais os conhecimentos aqui”, afirmou Amanda, que também possui um certificado de Desenvolvedor Front-End, obtido no Senai-DF.
A computação em nuvem refere-se à entrega de recursos de tecnologia da informação, como armazenamento de arquivos, por meio da internet. O conhecimento adquirido no curso é fundamental para profissionais que desejam se manter atualizados em um setor em constante evolução, onde novas tecnologias surgem frequentemente.
Além do certificado emitido pelo Senai-DF, as participantes também receberam um documento de conclusão da AWS, reconhecendo sua formação na área. Essa qualificação pode abrir portas para novas oportunidades de emprego e contribuir para a inclusão de mais mulheres no setor tecnológico, que ainda é predominantemente masculino.
Iniciativas como essa são essenciais para promover a igualdade de gênero na tecnologia. A união da sociedade civil pode ser um fator decisivo para apoiar projetos que visem a capacitação e inclusão de mulheres em áreas técnicas. Ao fortalecer essas ações, podemos contribuir para um futuro mais igualitário e inovador.

O número de vasectomias cresceu 40% entre 2022 e 2024, mas muitos homens ainda hesitam em realizar o procedimento, cercado de mitos e tabus. A nova lei de 2023 permite a cirurgia a partir dos 21 anos.

O Ministério da Educação (MEC) lançou o programa Na Ponta do Lápis, que visa ensinar educação financeira a alunos do ensino básico, com foco em 30 milhões de estudantes e 2 milhões de professores. A adesão é voluntária e requer compromisso formal.

O Ministério da Saúde lançou cursos autoinstrucionais sobre Análise Espacial e Inteligência Artificial, com inscrições até setembro de 2025, visando aprimorar a vigilância em saúde no Brasil. Os cursos, em parceria com a OPAS e a USP, têm como objetivo capacitar profissionais para utilizar ferramentas estratégicas na saúde pública.

Lula criticou Jair Bolsonaro por não comparecer à sua posse, afirmando que ele "fugiu como um rato". O presidente anunciou R$ 1,17 bilhão em investimentos em educação para comunidades indígenas e quilombolas.

Governo Lula estuda congelar aumento de repasses ao Fundeb, podendo gerar déficit de R$ 61,3 bilhões para a educação básica em 2025, prejudicando escolas em regiões carentes. A medida compromete a qualidade do ensino.

A Secretaria de Educação de São Paulo implementa um projeto-piloto com inteligência artificial para corrigir deveres de casa de alunos do 8º ano e 1º ano do ensino médio, visando melhorar o desempenho em questões dissertativas. O secretário Renato Feder, que anteriormente defendeu a substituição de livros impressos por digitais, agora reconhece a importância de uma abordagem mais realista. A IA já corrige cerca de cinco milhões de questões mensais, oferecendo feedback interativo e suporte aos alunos.