Em 2024, a Randoncorp destacou-se ao aumentar em 80% a presença feminina na liderança e reduzir em 20% suas emissões com a Caldeira Verde, enquanto a WEG alcançou 28% de redução nas emissões e beneficiará 470 famílias com uma nova agroindústria.

Em 2024, a Randoncorp, multinacional de transporte e mobilidade, avançou em sua transformação estrutural em direção à sustentabilidade. A empresa reestruturou sua liderança, criando duas vice-presidências executivas e o cargo de Chief of People and Culture Officer. A agenda de diversidade é uma das principais metas ambientais, sociais e de governança (ESG) da companhia, que visa dobrar a presença feminina em cargos de liderança. Atualmente, as mulheres representam apenas 17,8% dos trabalhadores no setor de transporte no Brasil.
Apesar desse cenário desafiador, a Randoncorp registrou um aumento de 80% de mulheres em posições de liderança desde 2020. Durante as enchentes que afetaram o Rio Grande do Sul em abril e maio de 2024, a empresa, por meio do Instituto Elisabetha Randon, atuou para ajudar cerca de 300 colaboradores e suas famílias, além de trabalhar na reconstrução de infraestrutura danificada, como escolas e pontes. O presidente da Randoncorp, Daniel Randon, destacou a importância do trabalho contínuo nesse processo de recuperação.
A redução das emissões de CO₂ é uma prioridade para a Randoncorp, que estabeleceu a meta de 40% de queda até 2030. A inauguração da Caldeira Verde na Frasle Mobility, em Caxias do Sul, foi um marco significativo, evitando a emissão de 10.000 toneladas anuais de gás carbônico e reduzindo 20% das emissões totais da empresa. O investimento de R$ 17 milhões e dois anos de pesquisa resultaram em 73 patentes registradas, colocando a Randoncorp entre os três grupos privados com mais registros nos últimos dois anos.
Para 2025, a Randoncorp planeja avançar no mapeamento da pegada de carbono, envolvendo toda a cadeia de valor. Embora a meta se concentre nas emissões de escopo 1 e 2, o escopo 3 representa 93% das emissões totais, exigindo colaboração com parceiros e fornecedores para enfrentar os desafios da mobilidade sustentável. A empresa investiu mais de R$ 1 bilhão em pesquisa e inovação para ampliar seu portfólio de produtos sustentáveis.
A WEG, multinacional de equipamentos eletroeletrônicos, também se destacou em 2024, com um Programa Carbono Neutro que alcançou 28% de redução nas emissões desde 2021. A empresa implementou 260 projetos e agora busca uma redução de 52% até 2030. Em parceria com a Natura, anunciou uma agroindústria na Ilha das Cinzas, no Pará, que beneficiará mais de 470 famílias extrativistas, aumentando sua renda em 60%.
O Grupo Electrolux estabeleceu a meta de neutralidade climática até 2033, expandindo seu compromisso para toda a cadeia de valor até 2050. A empresa já utiliza eletricidade renovável em todas as operações na América Latina e conquistou a certificação Zero Aterro. Projetos sociais, como o programa Gastronomia Sustentável, capacitaram mais de 500 pessoas em situação de vulnerabilidade social. Nessa situação, nossa união pode ajudar os menos favorecidos a alcançar um futuro mais sustentável e inclusivo.

Mais de 90 milhões de brasileiros ainda carecem de saneamento básico, com 30 milhões sem água potável. Em 2023, 1.793 municípios foram atendidos por empresas privadas, com investimentos de R$ 178 bilhões.

O Museu do Jardim Botânico promove o Cine MJB em homenagem ao Dia Internacional dos Povos Indígenas, com a estreia do filme "Mundurukuyü – a floresta das mulheres-peixe" e um bate-papo com os diretores. A sessão ocorrerá no dia 9 de agosto, das 15h às 17h30, com entrada gratuita e 50 vagas disponíveis por ordem de chegada.

O projeto "DNA do Brasil" sequenciou 2.700 genomas, revelando 8,7 milhões de variantes genéticas desconhecidas e destacando a ancestralidade da população brasileira. A pesquisa, liderada por cientistas da Universidade de São Paulo, visa aprimorar a medicina personalizada e aumentar a representatividade genética no país.

Pai Olavo é o primeiro Líṣà Ògbóni do Brasil, coroado por líderes da tradição iorubá, fortalecendo a conexão cultural e espiritual entre o Brasil e a ancestralidade africana. Ele destaca a importância da preservação das tradições afro-brasileiras e atua em projetos de formação e acolhimento emocional.

Felipe Bressanim Pereira, conhecido como Felca, processou 233 perfis do X por calúnia após ser chamado de pedófilo, em resposta ao vídeo "Adultização", que denuncia a exploração de menores nas redes sociais.

A Festa Literária Internacional de Paraty (Flip) promove a Flipinha, com o tema "Planeta Vivo", abordando questões climáticas e sociais com autores como Gregório Duvivier e Roseana Murray. O evento visa inspirar crianças e adultos a refletirem sobre um futuro sustentável.