Selena Gomez lançou o Rare Eau de Parfum, um perfume acessível com embalagem anatômica, visando facilitar o uso para pessoas com dificuldades motoras. A iniciativa destaca a inclusão na beleza.

A cantora Selena Gomez lançou, no fim de julho, o Rare Eau de Parfum, seu primeiro perfume pela marca Rare Beauty. O produto, que levou dois anos para ser desenvolvido, combina notas de caramelo, baunilha e almíscar. A novidade se destaca não apenas pela fragrância, mas também pela embalagem, projetada para facilitar o uso por pessoas com dificuldades motoras. O frasco tem um formato anatômico que permite um manuseio mais confortável e prático.
A embalagem do Rare Eau de Parfum foi criada em colaboração com terapeutas ocupacionais, visando proporcionar maior acessibilidade. O dispositivo de spray pode ser acionado com um ou mais dedos e conta com um sistema de rotação simples. Além disso, possui indicações em relevo para facilitar a abertura e o fechamento, e uma trava que mantém a tampa segura. Essas características foram desenvolvidas para atender às necessidades de consumidores com dificuldades de coordenação motora fina.
Selena Gomez compartilhou suas próprias experiências de saúde ao apresentar o perfume à revista americana Harper’s Bazaar, mencionando que enfrenta problemas de mobilidade devido ao lúpus. A cantora destacou a dificuldade que tem até para abrir uma garrafa de água, o que a motivou a criar um produto que oferecesse mais autonomia a pessoas com limitações semelhantes.
Joyce Kim, diretora de produtos da Rare Beauty, explicou em entrevista ao podcast Gloss Angeles que a equipe trabalhou em estreita colaboração com pacientes de um centro de reabilitação na Carolina do Sul. Durante o processo de design, a equipe identificou que os músculos das pontas dos dedos são os mais fracos em pessoas com dificuldades motoras, o que torna desafiador o uso de produtos convencionais que exigem precisão e força.
O formato anatômico do frasco permite que ele seja segurado de diversas maneiras, seja na palma da mão ou em formato de garra. Isso possibilita que o perfume seja aplicado com segurança, utilizando diferentes partes do corpo, como o antebraço ou até o cotovelo. A acessibilidade foi um critério fundamental durante o desenvolvimento do produto, conforme ressaltou Ana Clara Moniz, influenciadora brasileira que comentou sobre a importância desse design inclusivo.
Iniciativas como a da Rare Beauty mostram que a acessibilidade pode e deve ser uma prioridade nas marcas. A união da sociedade civil em torno de projetos que promovam a inclusão é essencial para garantir que todos tenham acesso a produtos que respeitem suas necessidades. A mobilização em torno de causas como essa pode fazer uma diferença significativa na vida de muitas pessoas.

A Região Administrativa do Itapoã celebra 20 anos com 67 mil habitantes e 600 empresas, destacando investimentos em infraestrutura, mobilidade e educação. A evolução da área reflete seu crescimento e desenvolvimento social.

A Prefeitura de São Paulo ampliou sua frota de ônibus elétricos com a entrega de 120 novos veículos, totalizando 841, e anunciou iniciativas para biometano e carregadores em garagens. Os novos ônibus, que reduzem em 10,4 mil toneladas anuais a emissão de CO₂, são operados em quatro regiões da cidade e contam com tecnologia avançada. A mudança é bem recebida por motoristas, destacando conforto e menor poluição.

A Câmara dos Deputados aprovou o PL nº 3.965/21, que exige exame toxicológico negativo para novos motoristas das categorias A e B, aguardando sanção do presidente Lula. O projeto também permite transferência online de veículos.

Mirtes Renata, mãe de Miguel Otávio, busca justiça após a morte do filho, que caiu do 9º andar por negligência da patroa, Sarí Corte Real, que permanece livre. A dor revela o racismo estrutural e a desvalorização da vida de crianças negras.

Carolina Dieckmann enfrenta o desafio de interpretar Leila, uma personagem oposta à sua personalidade, no remake de "Vale Tudo". A atriz destaca a importância de seu trabalho em impactar vidas, relembrando o "efeito Camila".

Mães negras promovem diálogos antirracistas com mães brancas, destacando a urgência do letramento racial desde a infância. O racismo estrutural no Brasil exige ações contínuas para combater desigualdades.