O Rio de Janeiro sediará a Conferência da Década do Oceano em 2027, destacando o compromisso do Brasil com a sustentabilidade oceânica. O evento, coorganizado pela UNESCO e o MCTI, visa promover soluções transformadoras.

A cidade do Rio de Janeiro será a sede da Conferência da Década do Oceano em 2027, conforme anunciado por organizadores durante um evento na França. O encontro tem como objetivo destacar soluções inovadoras e construir um legado para a Década das Nações Unidas da Ciência Oceânica para o Desenvolvimento Sustentável, que ocorre de 2021 a 2030. A conferência é coorganizada pela Comissão Oceanográfica Intergovernamental (COI) da UNESCO, pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) do Brasil e pela Prefeitura do Rio de Janeiro.
O secretário-executivo da COI da UNESCO, Vidar Helgesen, ressaltou a importância do Brasil na implementação da Década do Oceano, afirmando que o país tem estabelecido um padrão global para outras nações. Ele expressou entusiasmo ao anunciar que o Rio de Janeiro receberá a conferência, destacando a conexão do Brasil com o oceano e seu compromisso com a sustentabilidade.
A conferência carioca sucederá a edição de 2024, que ocorreu em Barcelona, na Espanha. Durante esse evento, líderes de Estado, representantes de governos, cientistas e membros da sociedade civil se reuniram para definir prioridades estratégicas e delinear o futuro da Década do Oceano após 2030. A participação ativa de diversos setores da sociedade é fundamental para o sucesso das iniciativas propostas.
A ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação do Brasil, Luciana Santos, reafirmou o compromisso do país com as ações da Década do Oceano. Ela destacou a relevância da comunidade científica oceânica brasileira e a disposição do país em receber participantes de todo o mundo, enfatizando a importância de transformar conhecimento em ações concretas para a sustentabilidade dos oceanos.
O evento no Rio de Janeiro promete ser uma plataforma crucial para discutir e implementar soluções que visem a conservação e o uso sustentável dos oceanos. A escolha da cidade como sede reflete não apenas a sua rica relação com o mar, mas também a determinação do Brasil em liderar esforços globais em prol da saúde oceânica.
Iniciativas como essa são essenciais para mobilizar a sociedade em torno da preservação dos oceanos. A união de esforços pode potencializar ações que beneficiem o meio ambiente e as comunidades costeiras, promovendo um futuro mais sustentável. É fundamental que todos se engajem em projetos que visem a proteção dos nossos recursos marinhos.

O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional reconheceu a emergência hídrica em 126 cidades do Piauí, permitindo acesso a recursos federais para ações de defesa civil. A situação crítica da seca afeta a população local.

Ibama intensifica fiscalização na Paraíba, aplicando R$ 17,3 milhões em multas e resgatando mais de mil animais silvestres. Ações visam proteger a fauna e combater infrações ambientais.

A Administração Regional de Ceilândia, em colaboração com o programa GDF Presente e a Novacap, removeu 26 toneladas de entulho em Ceilândia Norte, combatendo criadouros de mosquitos e melhorando a segurança local.

A Companhia do Metropolitano de São Paulo, o Metrô, firmou parceria para utilizar energia renovável a partir de 2027, prevendo economia de R$ 12 milhões anuais, e planeja expandir suas linhas em 20 quilômetros até 2028.

O governo brasileiro busca garantir preços acessíveis para países vulneráveis na COP30, em Belém, enquanto enfrenta críticas sobre a alta de hospedagem que pode comprometer a participação de delegações.

Cientistas descobriram a nova espécie de sucuri-verde, Eunectes akayima, na Amazônia, medindo 8 metros e pesando mais de 200 quilos, revelando divergência genética de 5,5% em relação à Eunectes murinus. A descoberta ressalta a urgência de ações de conservação, dado o risco de extinção da espécie devido ao desmatamento e mudanças climáticas.