Ibama promoveu atividade na UFAM para reforçar a campanha "Não tire as penas da vida", alertando sobre o uso ilegal de penas em artesanatos e destacando alternativas sintéticas. A ação visa preservar a fauna.
Manaus/AM (24 de junho de 2025) - O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) promoveu, no dia dezoito, uma atividade de educação ambiental no Centro de Ciências do Ambiente (CCA) da Universidade Federal do Amazonas (UFAM). A ação fez parte da campanha “Não tire as penas da vida”, que visa conscientizar sobre os efeitos negativos do uso ilegal de partes de fauna em artesanatos e adereços típicos, especialmente em festividades regionais.
Durante a palestra, o superintendente do Ibama no Amazonas, Joel Araújo, enfatizou a importância de preservar a fauna. Ele afirmou: “A arte é expressão da natureza humana e não pode se refletir na morte de espécimes silvestres. Por isso, é crucial para a preservação da fauna que haja esse trabalho de informação que o Ibama realiza todo ano.” A atividade também contou com a participação do professor Dr. Josemar Gurgel, que destacou a relevância da campanha em relação ao Festival Folclórico de Parintins.
A campanha “Não tire as penas da vida” foi criada em dois mil e dois, após um levantamento que revelou o uso excessivo de penas de aves mortas para a confecção de adereços folclóricos. Naquele ano, estima-se que mais de trinta mil aves, principalmente araras, foram abatidas. Desde então, a iniciativa tem sido amplamente divulgada no Amazonas, com presença em escolas e instituições, especialmente durante o Festival de Parintins.
O Festival Folclórico de Parintins, realizado desde mil novecentos e sessenta e cinco, é reconhecido como Patrimônio Cultural do Brasil e atrai anualmente mais de cento e vinte mil visitantes. O evento se tornou um espaço estratégico para ações de educação ambiental e fiscalização, visando coibir a venda de artefatos que utilizam partes de fauna. Desde dois mil e doze, o Ibama tem intensificado a prevenção ao comércio ilegal de adereços.
Durante o festival, as tradicionais apresentações dos bois “Boi Garantido” e “Boi Caprichoso” têm adotado alternativas sintéticas às penas naturais, alinhando-se às diretrizes da campanha. Essa mudança é um passo importante para a conservação da fauna e para a promoção de uma cultura que respeite a biodiversidade da Amazônia.
Iniciativas como a do Ibama são fundamentais para a proteção da fauna e a conscientização da sociedade. A união em torno de causas como essa pode gerar um impacto significativo na preservação da natureza e na promoção de práticas sustentáveis. Mobilizar a comunidade para apoiar projetos que visem a conservação ambiental é essencial para garantir um futuro mais equilibrado e respeitoso com a vida silvestre.

O Instituto Clima e Sociedade (iCS) lançará um hub para unir pesquisa, empresas e investidores em prol de uma economia de baixo carbono, com um prêmio para estudos relevantes. O evento ocorrerá em 8 de julho.

O Brasil registrou 2.668 novas cavernas entre 2023 e 2024, totalizando 26.046 cavidades, com Minas Gerais liderando. O aumento de 11,41% destaca a relevância da pesquisa espeleológica no país.

Fabricantes de máquinas agrícolas, como John Deere e New Holland, estão inovando com tratores movidos a etanol e biometano, promovendo a descarbonização e redução de custos no setor. A transição para tecnologias limpas avança rapidamente no Brasil, com foco em atender a demanda global por soluções sustentáveis.

Pesquisadores alertam sobre a negligência dos olhos d’água difusos, essenciais para a segurança hídrica, que estão sendo desprotegidos apesar da legislação existente. A falta de aplicação da Lei de Proteção da Vegetação Nativa resulta em perda significativa de vegetação no Cerrado.

A COP30, em novembro de 2025 em Belém, PA, será crucial para o Brasil liderar a redução de emissões e destacar a energia solar como pilar da descarbonização e desenvolvimento econômico.

O inverno de 2025 traz temperaturas de 3 °C a 5 °C mais baixas em São Paulo, aumentando a demanda por energia e medicamentos, e impactando saúde, agronegócio e turismo. O meteorologista Guilherme Martins, da Nottus, destaca que a mudança climática gera consequências econômicas, com um aumento de 107% nos casos de gripe em 2024. O setor de saúde enfrenta pressão, enquanto a demanda por energia elétrica e gás natural cresce. O agronegócio apresenta um cenário misto, e o varejo se beneficia com vendas de produtos de inverno. O turismo também é afetado, com migração de turistas para regiões mais quentes.