Rodrigo Thomé, fotógrafo e mergulhador carioca, viralizou ao comentar avistamentos de tubarões na Praia da Barra, usando humor para promover a conservação marinha. O vídeo já teve mais de 282 mil visualizações.

Carioca nascido na Tijuca, Rodrigo Thomé, fotógrafo e mergulhador, completa cinquenta anos em 2023. Com mais de duas décadas de experiência na fotografia e três décadas dedicadas ao mergulho, ele é cofundador do projeto Euceano, que busca reconectar as pessoas com o oceano através de histórias inspiradoras. Recentemente, um vídeo seu sobre avistamentos de tubarões na Praia da Barra viralizou, alcançando mais de 282 mil visualizações em menos de 24 horas.
No vídeo, Thomé utiliza humor para abordar a relação das pessoas com o mar e a importância da conservação. Ele inicia com uma observação divertida sobre a reação exagerada das pessoas ao avistarem um tubarão: "A internet parou porque um tubarão apareceu no mar. Correria na praia, vaca, prancha voando, todo mundo pra fora da água". Ele ressalta que o mar é o lar desses animais e critica a percepção negativa que muitos têm sobre eles.
Thomé, que se identifica com o estereótipo do surfista branco e louro, usa essa imagem para provocar reflexões sobre a conservação marinha. Ele afirma que, após anos de ativismo, percebeu que apontar o dedo não gera engajamento. "Comecei a usar outro tom, quase que um deboche", explica. Ele também cobra ações da comunidade do surfe em prol da preservação do oceano, considerando isso sua missão de vida.
O projeto Euceano, fundado em 2021 por Thomé e Rodrigo Cebrian, visa criar uma cultura oceânica que desperte empatia e consciência crítica sobre a relação da humanidade com o mar. O programa "Euceano", exibido no Canal OFF e disponível no Globoplay, busca inspirar mudanças de comportamento e promover um novo olhar sobre os mares. A quarta temporada do programa estreia em junho de 2025.
Durante a pandemia, Thomé produziu o curta-metragem "A voz do oceano", que reforça a necessidade de uma conexão mais afetiva com o ambiente marinho. Ele acredita que o ativismo ambiental deve ser baseado na inspiração e na construção de pontes de empatia, ao invés de imposições. Com mais de 110 mil seguidores nas redes sociais, o Euceano continua a expandir seu alcance, buscando envolver mais pessoas na causa oceânica.
Os avistamentos de tubarões na Praia da Barra geraram apreensão entre os banhistas, especialmente após um incidente durante uma aula de surfe, onde um tubarão se aproximou dos alunos. Thomé destaca a importância de entender que o mar é um habitat natural para esses animais. Em situações como essa, a união da sociedade pode ser fundamental para promover a conscientização e a preservação do oceano.

A Unilever inicia a operação com biometano em sua fábrica de Vinhedo (SP), eliminando as emissões de carbono de suas caldeiras e reduzindo em três mil toneladas a emissão de CO2 anualmente. A parceria com a Ultragaz viabiliza essa transição energética, contribuindo para a sustentabilidade e a descarbonização da indústria brasileira.

A COP 30 em Belém, promovida como a "COP da floresta", enfrenta críticas por obras de R$ 7 bilhões que podem agravar o desmatamento e não resolvem problemas urbanos crônicos. Especialistas alertam para o "greenwashing" nas iniciativas.

O Brasil se destaca como a quarta potência em energias renováveis, com custos de energia eólica a US$ 30 por megawatt-hora e solar a US$ 48, segundo relatório da IRENA. O país atrai investimentos em soluções verdes, apesar de desafios na infraestrutura.

Desmatamento ilegal no Mato Grosso afeta onças pintadas e gera multas. Uma fazenda desmatrou mil hectares em área protegida, resultando em penalidades e comprometendo a biodiversidade local. A onça pintada, símbolo da fauna brasileira, perdeu 27 milhões de hectares de habitat, com a maioria das infrações ocorrendo sem autorização legal.

A COP30 em Belém enfrenta pressão internacional com 25 países solicitando soluções para altos custos de hospedagem e logística precária, ameaçando transferir o evento. A insatisfação cresce entre nações sobre a organização.

A III Conferência da ONU sobre os Oceanos, que inicia em 9 de junho em Nice, França, visa compromissos para a proteção marinha, mas ONGs criticam a Declaração de Nice como insuficiente. A exploração oceânica é crucial, pois apenas 26,1% do fundo do mar foi mapeado, e 95% da biosfera está nas profundezas.