A Sabesp foi multada em R$ 22,7 milhões pela Arsesp devido ao despejo de esgoto no rio Pinheiros, agravado por falhas em sua estação elevatória. Obras de melhoria estão previstas até 2026.

A Arsesp (Agência Reguladora de Serviços Públicos do Estado de São Paulo) impôs uma multa de R$ 22,7 milhões à Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo) devido ao vazamento de esgoto no rio Pinheiros, ocorrido na última sexta-feira (1º). A notificação será protocolada nesta terça-feira (5), e a concessionária terá um prazo de 15 dias para apresentar sua defesa. A agência, vinculada ao governo de Tarcísio de Freitas (Republicanos), analisará os argumentos antes de emitir uma decisão.
Além da multa da Arsesp, a Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo) também aplicou uma penalidade de R$ 1,1 milhão em decorrência do mesmo incidente. A Sabesp reconheceu que a falha na estação elevatória de esgoto Pinheiros, que bombeia dejetos de áreas da zona sul e oeste da capital para a estação de tratamento em Barueri, foi a causa do problema. As bombas da estação estão com a vida útil vencida há cinco anos, resultando em operações instáveis.
A Sabesp anunciou que está realizando obras de melhoria na estação, com previsão de conclusão até 2026. Para mitigar os problemas imediatos, quatro bombas auxiliares de menor porte serão instaladas. A companhia destinou R$ 20 milhões para a renovação completa da estação, que será realizada em duas etapas. A primeira fase deve ser finalizada em até 60 dias, enquanto a troca das bombas principais está programada para o primeiro semestre do próximo ano.
Nos últimos anos, a Sabesp priorizou investimentos em abastecimento de água, alocando dois terços de seus recursos nessa área. Essa decisão impactou a manutenção das estações de esgoto, como a de Pinheiros, que é a maior unidade de bombeamento de esgoto da companhia, atendendo cerca de 3,8 milhões de moradores. Em junho, a empresa já havia enfrentado um incidente semelhante, com despejo de esgoto no rio Tietê, causado pelo rompimento de uma tubulação.
A Sabesp apresentou um plano de recuperação para redirecionar os dejetos da tubulação subterrânea para outras estruturas, visando evitar novos vazamentos. A situação atual destaca a necessidade urgente de investimentos em infraestrutura de saneamento básico, que é essencial para a saúde pública e a preservação ambiental.
Iniciativas que busquem apoiar a recuperação e a melhoria das condições de saneamento são fundamentais. A mobilização da sociedade civil pode fazer a diferença, ajudando a garantir que projetos de revitalização e manutenção de sistemas de esgoto sejam implementados de forma eficaz, beneficiando a comunidade e o meio ambiente.

A empresa responsável pelo aterro sanitário Ouro Verde teve seu plano de ação emergencial rejeitado pela Semad, após desabamento que comprometeu a qualidade da água na região. O aterro, que opera irregularmente em Área de Proteção Ambiental, já enfrentou multas e autuações. A Semad exige um novo plano em 24 horas, enquanto a contaminação da água é monitorada.

Dois veleiros sustentáveis, Kat e Aysso, navegarão na Amazônia como laboratórios flutuantes de inovação em energia limpa durante a COP30 em Belém. A iniciativa, em parceria com a WEG e a expedição Voz dos Oceanos, visa promover a transição energética e combater a poluição plástica.

Sebastian Vettel, tetracampeão da Fórmula 1, se compromete a ajudar a categoria a se tornar mais sustentável, mas não retornará às pistas. Ele destaca a importância de ações climáticas e sociais. Durante a Rio Innovation Week, Vettel expressou seu desejo de contribuir para um futuro mais verde na Fórmula 1, enfatizando a necessidade de acelerar mudanças. Ele lamentou não ter se posicionado antes sobre questões ambientais e elogiou a nova geração de pilotos, como Gabriel Bortoleto.

A degradação da Mata Atlântica caiu 14% em 2024, mas ainda assim 71.109 hectares foram desmatados, com eventos mais concentrados e maiores. O impacto ambiental continua alarmante, especialmente em áreas críticas.

Colapso de lixão em Goiás contamina Córrego Santa Bárbara, resultando em fechamento da empresa responsável e proibição do uso da água. Doze aterros em Goiânia estão em situação irreversível, evidenciando descaso ambiental.

Um consórcio levantou US$ 60 milhões para financiar a produção de soja livre de desmatamento no Brasil, em resposta à suspensão da Moratória da Soja pelo Cade. O objetivo é alcançar US$ 200 milhões na próxima safra.