O Sabin Diagnóstico e Saúde lançou um teste inovador para detectar alterações no gene DPYD, essencial para a eficácia da quimioterapia, tornando o processo mais rápido e acessível. Essa ferramenta promete otimizar tratamentos e minimizar riscos de toxicidade em pacientes, conforme destacam os pesquisadores Andressa Folha Vieira e Fabián Hurtado.

O setor de biologia molecular do Sabin Diagnóstico e Saúde lançou um teste inovador para identificar alterações no gene DPYD, essencial para a eficácia de tratamentos quimioterápicos em diversos tipos de câncer. Este novo exame se destaca por ser mais rápido e econômico em comparação aos métodos anteriores, permitindo um controle mais eficiente do procedimento. A quimioterapia atua no combate ao câncer ao inibir a multiplicação das células malignas, e o 5-Fluorouracil (5-FU) é um dos medicamentos mais utilizados nesse contexto.
O gene DPYD é responsável pela produção de uma enzima que metaboliza cerca de oitenta por cento da dose de 5-FU, garantindo a segurança e a eficácia do tratamento. No entanto, algumas pessoas apresentam variações genéticas que comprometem a atividade dessa enzima, resultando em uma metabolização inadequada do medicamento. Isso pode levar ao acúmulo de 5-FU no organismo, aumentando o risco de efeitos colaterais severos.
Pacientes com essas alterações genéticas enfrentam um risco elevado de toxicidade ao utilizar o 5-FU e outros fármacos relacionados. A farmacêutica e pesquisadora Andressa Folha Vieira destaca que o novo teste é uma ferramenta valiosa para os médicos, pois auxilia na tomada de decisões mais informadas, minimizando os riscos associados ao tratamento. Juntamente com o biólogo Fabián Hurtado, Andressa foi fundamental no desenvolvimento deste exame, que promete revolucionar o acompanhamento de pacientes oncológicos.
A coordenadora do setor de biologia molecular do Sabin, a bioquímica Lara Velasco, ressalta que poucos laboratórios oferecem esse tipo de teste, que está se tornando cada vez mais relevante nos protocolos de tratamento de câncer. A personalização do tratamento, possibilitada por esse exame, pode ser um divisor de águas na abordagem terapêutica, aumentando as chances de sucesso e reduzindo complicações.
Com a implementação desse teste, espera-se que mais pacientes tenham acesso a tratamentos quimioterápicos mais seguros e eficazes. A inovação no diagnóstico é um passo importante para a medicina personalizada, que busca adaptar as terapias às necessidades individuais de cada paciente. Essa abordagem não apenas melhora a qualidade de vida dos pacientes, mas também pode resultar em economias significativas para os sistemas de saúde.
Iniciativas como essa devem ser apoiadas pela sociedade civil, pois a melhoria no diagnóstico e tratamento do câncer pode impactar positivamente a vida de muitos. A união em torno de projetos que visam a saúde e o bem-estar da população é fundamental para que mais inovações como essa sejam desenvolvidas e implementadas.

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