O projeto Novos Quadrilheiros promove a cultura junina em escolas do Paranoá e Itapoã, de 16 de abril a 8 de maio, envolvendo 1.400 estudantes em apresentações vibrantes e educativas. A iniciativa, liderada por Jadson Castro e apoiada pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal, visa valorizar a cultura popular e apoiar artistas locais, ampliando a visibilidade das quadrilhas como parte da identidade brasileira.

O projeto Novos Quadrilheiros tem como objetivo desmistificar a ideia de que as festas juninas são exclusivas dos meses de junho e julho. A iniciativa, que ocorrerá entre 16 de abril e 8 de maio, levará apresentações culturais a escolas públicas nas regiões do Paranoá e Itapoã, envolvendo cerca de 1.400 estudantes. Os grupos Arroxa o Nó e Coisas da Roça serão os responsáveis por proporcionar uma verdadeira festa cultural, mostrando que a celebração pode ser vivida durante todo o ano.
Idealizado por Jadson Castro, presidente da quadrilha Arroxa o Nó, o projeto conta com o apoio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal, por meio do Fundo de Apoio à Cultura (FAC). Durante as oito apresentações programadas, os alunos terão a oportunidade de assistir a espetáculos vibrantes e aprender sobre a rica história das festas juninas.
Os estudantes poderão explorar a diversidade dos ritmos juninos, como forró, xaxado, frevo e baião. Além disso, terão acesso a informações sobre figurinos, coreografias e as influências que moldam essa expressão cultural tão significativa para a identidade brasileira. O projeto busca não apenas entreter, mas também educar e valorizar a cultura popular dentro do ambiente escolar.
O Novos Quadrilheiros se destaca por apoiar artistas locais e ampliar a visibilidade das quadrilhas, que são manifestações culturais importantes. Essa valorização é essencial para fortalecer a identidade cultural do Brasil e promover a inclusão de diferentes ritmos e tradições nas escolas.
O calendário de apresentações inclui uma data especial: no dia 8 de maio, o Centro de Ensino Fundamental Dra. Zilda Arns, em Itapoã, será um dos locais que receberá o espetáculo. Essa ação é um convite à comunidade escolar para se envolver e celebrar a cultura popular, mostrando que as festas juninas podem ser uma fonte de aprendizado e alegria durante todo o ano.
Iniciativas como essa merecem ser incentivadas pela sociedade civil, pois ajudam a promover a cultura e a inclusão social. A união da comunidade pode ser fundamental para garantir que projetos culturais continuem a florescer e a impactar positivamente a vida de jovens estudantes.

Obras do Museu do Comércio, primeira unidade do Sesc no Brasil, avançam 30% e devem ser concluídas em março de 2026, promovendo cultura e sustentabilidade no Engenho de Dentro, Rio de Janeiro.

A Secretaria de Saúde do Distrito Federal anunciou a construção de cinco novos Centros de Atenção Psicossocial (Caps) até 2025, visando melhorar a cobertura em saúde mental, atualmente abaixo do ideal.

A pesquisa "Racismo no Varejo de Beleza de Luxo" revelou práticas discriminatórias e resultou no Código de Defesa e Inclusão do Consumidor Negro, visando transformar a experiência de compra da população negra. O documento, embora sem efeito jurídico, busca promover mudanças significativas nas relações de consumo e conscientizar empresas sobre a importância de atender adequadamente esse público.

A 5ª Conferência Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora, realizada em Brasília, revitalizou o debate sobre políticas de saúde no trabalho, com foco na precarização e direitos trabalhistas. O evento, promovido pelo Ministério da Saúde e Conselho Nacional de Saúde, mobilizou diversas categorias para criar diretrizes que garantam ambientes laborais seguros e saudáveis. A secretária da Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente, Mariângela Simão, enfatizou a importância da participação social na efetivação dos direitos.

Artistas expõem a realidade do rio Pinheiros na mostra "Águas Abertas", no parque Bruno Covas, com obras que criticam a desigualdade social e a poluição na região. A intervenção de Cinthia Marcelle e Lenora de Barros destaca a urgência de ações sociais e ambientais.

O Governo do Distrito Federal lançou um minicurso de Mecanização Agrícola para Mulheres, em parceria com a UnB, capacitando trinta participantes para atuar no setor agropecuário. A formação abrange operação de máquinas, segurança e inovações tecnológicas, promovendo a inclusão e a igualdade de oportunidades.