São Paulo enfrenta a menor temperatura do ano, com 9ºC em Interlagos. A Defesa Civil mobilizou um abrigo solidário para atender 44 pessoas e um pet, enquanto a previsão indica leve elevação nas temperaturas.

A cidade de São Paulo registrou a menor temperatura do ano nesta sexta-feira, 30, com 9ºC na estação de Interlagos, conforme dados da Defesa Civil do Estado. Este é o segundo dia consecutivo de temperaturas mínimas, sendo que na quinta-feira, 29, a mínima foi de 12,4°C no Mirante de Santana, a principal estação meteorológica do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). A estação de Parelheiros, localizada no extremo sul, marcou apenas 2,6ºC.
Devido à queda acentuada nas temperaturas, a Defesa Civil mobilizou um abrigo solidário na Estação Pedro II do Metrô, onde foram atendidas 44 pessoas e um animal de estimação. Entre os atendidos, 40 eram homens, dos quais 23 pernoitaram, e quatro eram mulheres, com duas delas também passando a noite no abrigo.
A previsão para o dia indica que o sol deve aparecer, proporcionando um leve alívio na sensação de frio, embora as máximas não ultrapassem os 20ºC. O Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas (CGE) informa que não há previsão de chuvas e que a massa de ar polar continuará a influenciar as temperaturas, especialmente durante as madrugadas.
No sábado, 31, as temperaturas devem começar a subir gradativamente, reduzindo a sensação de frio ao longo do dia. A expectativa é que a situação se repita no domingo, 1º. Segundo a Climatempo, novas mínimas recordes são esperadas em várias regiões do Brasil, com a possibilidade de temperaturas entre 8ºC e 10ºC em São Paulo.
A onda de frio que atinge o Brasil começou no Sul e se espalhou por áreas do Sudeste, Centro-Oeste e parte da região Norte. Em algumas cidades do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina, houve até registros de neve, evidenciando a severidade das condições climáticas atuais.
Nesta situação, a união da sociedade civil pode fazer a diferença para aqueles que enfrentam dificuldades. Projetos que visam apoiar a população em vulnerabilidade são essenciais para garantir que todos tenham acesso a abrigo e dignidade durante esses períodos de frio intenso.

Termo de compromisso entre ICMBio e comunidade guarani no Paraná permite permanência em terras sobrepostas a reserva biológica, gerando protestos de entidades conservacionistas. A gestão indígena é reconhecida como essencial para a conservação das florestas.

O governo Lula iniciará em 2 de fevereiro uma operação de 90 dias para expulsar garimpeiros da Terra Indígena Kayapó, em resposta a uma decisão do STF. A ação, que envolve 20 órgãos, visa combater a mineração ilegal e suas consequências ambientais e de saúde.

O governo brasileiro, sob Luiz Inácio Lula da Silva, cria o Comitê Nacional de Enfrentamento ao Racismo Ambiental e Climático, visando proteger populações vulneráveis afetadas por desastres naturais. O comitê, com membros do governo e da sociedade civil, buscará articular políticas públicas e ações educativas, focando em grupos como negros, indígenas e quilombolas. A iniciativa visa consolidar esforços em justiça ambiental e enfrentar desigualdades sociais, promovendo a inclusão e a resiliência climática.

O Complexo Pequeno Príncipe se destaca como a primeira instituição de saúde do Brasil a adquirir créditos de biodiversidade, investindo US$ 15 mil em cinco mil unidades, em parceria com a SPVS. Essa ação pioneira visa integrar a conservação da natureza à gestão ambiental, promovendo a saúde integral e a responsabilidade socioambiental.

No Distrito Federal, a falta de opções públicas para a destinação de restos mortais de animais de estimação gera dificuldades emocionais e financeiras para tutores. Um projeto de lei busca regulamentar a cremação e sepultamento.

Alice Pataxó, ativista indígena, destacou a crise climática e seus planos para a COP 30 em Belém durante o Power Trip Summit, enfatizando a comunicação acessível entre povos indígenas. Ela acredita que o futuro é construível e que a conferência pode ampliar o debate ambiental.