Sebastian Vettel, tetracampeão mundial de Fórmula 1, participou da Rio Innovation Week, discutindo sustentabilidade na categoria e elogiando o piloto brasileiro Gabriel Bortoleto. Ele busca colaborar com a F1 em projetos futuros.

Tetracampeão mundial de Fórmula 1, Sebastian Vettel se aposentou das pistas no final de 2022, mas continua ativo no automobilismo. Recentemente, ele participou da Rio Innovation Week, no Brasil, onde abordou a sustentabilidade na categoria. Durante o evento, que ocorreu no Píer Mauá, Vettel destacou a importância de unir entretenimento e responsabilidade ambiental, afirmando que "não existe um campeão mundial sem o mundo".
O ex-piloto elogiou o desempenho do brasileiro Gabriel Bortoleto, que é o primeiro piloto do Brasil no grid da F1 desde 2017. Vettel comentou sobre a adaptação de Bortoleto, ressaltando que ele está se tornando mais consistente e familiarizado com a equipe. O próximo ano promete ser desafiador, com mudanças significativas na equipe, que passará a se chamar Audi.
Vettel também mencionou seu contato com Stefano Domenicali, CEO da F1, e expressou interesse em colaborar com a categoria em projetos que honrem a memória de Ayrton Senna. Ele enfatizou a necessidade de educar as novas gerações de pilotos sobre a importância de questões sociais e ambientais, além da pilotagem em si.
Sobre os desafios futuros da F1, Vettel destacou a necessidade de tornar o campeonato mais sustentável, considerando a logística envolvida nas corridas ao redor do mundo. Ele acredita que a F1 deve liderar pelo exemplo, e que se conseguir ser sustentável, outros esportes seguirão essa tendência. O ex-piloto mencionou que a troca de combustíveis para opções mais sustentáveis é um passo positivo, mas que a logística ainda precisa ser aprimorada.
Vettel também comentou sobre a Fórmula E, ressaltando que, embora seja uma categoria diferente, a F1 deve focar em se tornar sustentável, já que é a principal referência do automobilismo. Ele acredita que a F1 pode inspirar outros esportes a adotarem práticas mais responsáveis em relação ao meio ambiente.
O ex-piloto expressou sua esperança de que mais atletas se tornem vozes ativas em questões sociais e ambientais, destacando a importância de usar sua influência para promover mudanças. O Brasil, para Vettel, é um país especial, onde ele tem encontrado inspiração e aprendizado, além de boas lembranças de suas corridas. Essa conexão com o Brasil e suas experiências podem servir como um impulso para iniciativas que busquem um futuro mais sustentável e justo.

Victor Hermann lança "Zona Cinza", um livro que examina a desresponsabilização da classe média diante de catástrofes socioambientais, propondo a arte como resposta à crise. A obra reflete sobre a inércia e a necessidade de assumir responsabilidades em um mundo em risco.

O manejo do pirarucu, antes ameaçado, agora gera bolsas de luxo, mas a maior parte dos lucros não chega aos pescadores, levantando críticas sobre a transparência e o contrabando na cadeia produtiva.

O Brasil se comprometeu a servir 30% de alimentos da agricultura familiar na COP 30, injetando R$ 3,3 milhões na economia local e promovendo práticas sustentáveis. Essa iniciativa destaca a importância da agroecologia e pode expandir a rede de comercialização para pequenos produtores.

A extração de colágeno da pele de jumentos para o ejiao causa a drástica redução da população desses animais no Brasil, que caiu 94% nas últimas três décadas. Movimentos buscam proibir o abate e criar santuários.

Ministério do Trabalho firma convênio de R$ 15,8 milhões com a ONG Unisol para limpeza da terra yanomami, gerando polêmica sobre a gestão dos recursos e a seleção das entidades envolvidas. A Unisol, ligada ao Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, terá a responsabilidade de retirar resíduos e promover educação ambiental, mas as atividades só devem iniciar no segundo semestre.

Jan Jarab, representante da ONU, critica o projeto de lei que afrouxa o licenciamento ambiental, afirmando que ele prejudica direitos humanos e agrava a vulnerabilidade de indígenas e quilombolas. A proposta, já aprovada pelo Senado, pode resultar em retrocessos significativos na proteção ambiental e nos direitos das populações afetadas.