Sebastian Vettel, tetracampeão da Fórmula 1, palestrou no Rio Innovation Week, destacando sustentabilidade e elogiando o novato Gabriel Bortoleto. Ele comentou sobre a possível volta dos motores V10 e sua intenção de colaborar com a F1 em projetos sustentáveis.

O tetracampeão da Fórmula 1, Sebastian Vettel, participou do Rio Innovation Week, realizado no Pier Mauá, no Rio de Janeiro, nesta terça-feira, 12 de agosto. Durante sua palestra, ele abordou temas como sustentabilidade e legado, áreas que têm ganhado destaque em sua vida após a aposentadoria. O piloto também comentou sobre o novato brasileiro Gabriel Bortoleto, elogiando seu potencial na categoria e sua possibilidade de se tornar um piloto de ponta nos próximos anos.
Em coletiva de imprensa, Vettel discutiu os rumores sobre o retorno dos motores V10, que são considerados clássicos pelos fãs. O presidente da Federação Internacional de Automobilismo (FIA), Mohammed ben Sulayem, havia defendido essa ideia, mas a discussão estagnou após uma reunião entre dirigentes e equipes. Vettel reconheceu a nostalgia associada aos motores V10, mas enfatizou que o esporte está em uma nova era e que é necessário aguardar as mudanças que os novos regulamentos trarão.
O ex-piloto afirmou: "É difícil comentar. Temos um novo conjunto de regras chegando, então devemos esperar para ver como elas afetam o esporte antes de dar o próximo passo." Ele destacou que, embora os motores V10 tenham uma emoção única, os tempos mudaram e é preciso considerar a evolução do automobilismo.
Vettel também se dedicou a projetos socioambientais, como sua ação com catadores de lixo em São Paulo, em homenagem a Ayrton Senna. Ele visitou a Amazônia e uma aldeia indígena no Xingu, onde se encontrou com o Cacique Raoni. O ex-piloto expressou seu desejo de colaborar com a Fórmula 1 em iniciativas sustentáveis, mencionando conversas informais com Stefano Domenicali, presidente e CEO da categoria.
Durante a palestra, Vettel falou sobre a introdução de combustíveis 100% sustentáveis na Fórmula 1 a partir de 2026, considerando isso um passo importante, mas ressaltando que ainda há muito a ser feito. Ele afirmou que a pegada de carbono dos carros é pequena em comparação com a logística envolvida nas corridas, indicando que a categoria precisa evoluir em diversos aspectos operacionais.
O ex-piloto concluiu que a sustentabilidade deve ser uma prioridade no automobilismo e que ele está aberto a futuras colaborações. A mobilização em torno de iniciativas sustentáveis é essencial, e a sociedade pode desempenhar um papel fundamental em apoiar projetos que visam um futuro mais verde e responsável no esporte e além.

A ativista Orsola de Castro propõe uma mudança radical no consumo de moda, sugerindo a compra de apenas três peças novas por ano e a valorização do conserto. Essa iniciativa visa reduzir o impacto ambiental da indústria, que gera enormes quantidades de resíduos e emissões.

A edição de 2025 do WSL Layback Pro Prainha, de 9 a 13 de julho, terá status QS 4000, atraindo surfistas e famílias com atividades diversas e premiação de US$ 60 mil. O evento promove também a preservação ambiental.

A Polícia Federal apreendeu 600 jabutis em um ônibus no Rio de Janeiro, evidenciando o tráfico ilegal de animais silvestres, um crime que compromete a biodiversidade e gera lucros exorbitantes. Os jabutis, que seriam entregues na Baixada Fluminense, foram encontrados em condições precárias, refletindo a gravidade do tráfico, que afeta milhares de espécies no Brasil e no mundo.

O Governo Federal anunciou um novo investimento de R$ 16 milhões para Santa Maria, totalizando R$ 68 milhões em obras de infraestrutura no Rio Grande do Sul, visando a recuperação de estradas e pontes. O ministro Waldez Góes destacou a importância da parceria entre as esferas de governo para a reconstrução da região afetada por eventos climáticos extremos.

O Cade suspendeu a Moratória da Soja em dez dias, alegando anticompetitividade, o que gera controvérsia entre produtores e ambientalistas sobre a proteção da Amazônia. Consequências podem incluir multas de até R$ 2 bilhões.

A Food to Save, startup paulista, completa quatro anos, triplica seu tamanho e prevê faturar R$ 160 milhões em 2025, evitando mais de 5.400 toneladas de desperdício alimentar. Com mais de 10.000 parceiros, a empresa atrai consumidores com sacolas-surpresa de produtos perto do vencimento, gerando engajamento e novas receitas para os comerciantes.