A Secretaria de Desenvolvimento Social do DF ampliou o Programa Cartão Prato Cheio, incluindo 4.252 novas famílias. A entrega dos cartões inicia em 28 de abril, com crédito mensal de R$ 250.
A Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF) anunciou a inclusão de quatro mil duzentas e cinquenta e duas novas famílias no Programa Cartão Prato Cheio. Este programa, que já atende cem mil famílias, oferece um crédito mensal de R$ 250,00 para a compra de alimentos. As entregas dos cartões para os novos beneficiários começam no dia 28 de abril, seguindo um cronograma alfabético.
Os cartões serão entregues em três dias, conforme as iniciais dos nomes dos beneficiários. As famílias com iniciais de A a G devem retirar seus cartões no dia 28 de abril, enquanto as com iniciais de H a M no dia 29 de abril e as de N a Z no dia 30 de abril. A retirada deve ser feita nas agências do Banco de Brasília (BRB).
Os beneficiários que recebem o auxílio pela primeira vez devem retirar um novo cartão, enquanto aqueles que já participaram do programa anteriormente continuarão utilizando o mesmo cartão. O crédito referente à nova parcela será disponibilizado no dia 2 de maio, a partir das 18h.
A secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra, destacou a importância de que as famílias contempladas busquem seus cartões. Ela alertou que, caso não o façam, a Sedes-DF precisará aguardar um prazo legal para redistribuir os recursos a outras famílias. Para verificar a situação, os beneficiários podem acessar o site do GDF Social.
A inclusão no programa é realizada após um atendimento agendado nos Centros de Referência de Assistência Social (Cras). O programa visa garantir a segurança alimentar das famílias em situação de vulnerabilidade social, proporcionando um suporte essencial para a compra de alimentos.
Nesta situação, a união da sociedade pode fazer a diferença na vida de muitas famílias que dependem desse auxílio. Projetos que busquem apoiar iniciativas sociais e culturais são fundamentais para fortalecer a rede de apoio e garantir que mais pessoas tenham acesso a recursos essenciais.

No dia 5 de julho, o Governo do Distrito Federal realizará uma audiência pública para discutir o diagnóstico dos problemas de mobilidade urbana, visando priorizar o transporte coletivo e melhorar a infraestrutura. O secretário da Secretaria de Transporte e Mobilidade, Zeno Gonçalves, destacou a necessidade de revisar o Plano Diretor de Transporte Urbano, que não é atualizado desde 2011, e enfatizou a importância de investimentos em mobilidade ativa. Especialistas e usuários apontam entraves significativos, como a falta de infraestrutura adequada para ciclistas e pedestres, além de congestionamentos constantes.

Estudo global inédito revela 308 genes e 697 variações genéticas ligadas à depressão, com 25% dos dados de populações não europeias, incluindo brasileiros, ampliando a compreensão do transtorno. Pesquisadores de Edimburgo e King’s College London analisaram dados de mais de 5 milhões de pessoas em 29 países, destacando a importância de fatores ambientais na prevenção da doença.

Sérgio Avelleda, ex-secretário de Mobilidade de São Paulo, critica o uso de carros por aplicativos como alternativa ao transporte público, defendendo investimentos em modais ativos e transporte coletivo. Ele alerta sobre a degradação urbana e a necessidade de integrar ciclovias ao metrô para melhorar a mobilidade e a qualidade de vida na cidade.

A Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa aprovou proposta que obriga o poder público a buscar leitos de UTI em hospitais privados para pessoas com 80 anos ou mais quando não houver vagas em instituições públicas. A medida visa garantir acesso à saúde para idosos vulneráveis, mas levanta questões sobre a universalidade do atendimento. O projeto segue para análise em outras comissões antes de ser votado pela Câmara e Senado.

O projeto "Arquivos Sonoros de Teatro" digitaliza o acervo de Tunica Teixeira, com mais de 7 mil itens, revelando conteúdos inéditos para o estudo da sonoplastia. A iniciativa, apoiada pela FAPESP, destaca a importância do legado sonoro da artista.

Após a morte do artista plástico Francisco Galeno, sua família planeja criar uma fundação dedicada à cultura e crianças, preservando seu acervo em Brasília. O legado de Galeno, que influenciou a arte e a comunidade, será mantido vivo.