Entre 5 e 11 de maio de 2025, o Brasil enfrentará chuvas intensas e temperaturas elevadas, com riscos de temporais e granizo no Rio Grande do Sul. A MetSul alerta para acumulados de até 200% da média mensal.

A semana de cinco a onze de maio de dois mil e vinte e cinco será marcada por condições climáticas extremas em várias regiões do Brasil. O Rio Grande do Sul, em particular, enfrenta um alerta de chuvas intensas e temperaturas elevadas, com a possibilidade de temporais e granizo. A previsão indica que algumas áreas do estado podem registrar acumulados de chuva que superam duzentos por cento da média mensal em apenas alguns dias.
De acordo com a MetSul, o período mais crítico ocorrerá entre quarta-feira, sete, e sexta-feira, nove de maio. Durante esses dias, os volumes de precipitação devem ser mais intensos e persistentes, resultando em tempestades localizadas, granizo e rajadas de vento. A expectativa é que, em algumas localidades, a chuva alcance entre cem e duzentos por cento da média climatológica de maio em um curto espaço de tempo.
Além disso, a Região Sul será afetada por massas de ar frio polar, trazendo dias mais frios, especialmente no Paraná e em Santa Catarina. A previsão inclui geadas frequentes na Campanha Gaúcha, Serra Geral e centro-sul do Paraná, alternando com dias quentes devido ao ingresso de ar quente do interior.
No Sudeste, as temperaturas devem permanecer acima da média, com picos de calor intenso no litoral paulista e fluminense, principalmente antes da chegada de frentes frias. No interior de Minas Gerais e nas regiões norte e leste do Rio de Janeiro e São Paulo, as noites devem ser mais frias, resultando em grande amplitude térmica.
Na Região Centro-Oeste, o tempo seco predominará, com temperaturas acima da média, especialmente no noroeste de Minas Gerais, Triângulo Mineiro e Norte/Oeste de São Paulo. A umidade relativa do ar deve diminuir gradualmente. Já o leste da Bahia e o noroeste do Maranhão enfrentarão chuvas persistentes, com acumulados que podem ultrapassar cem milímetros.
Por fim, a Região Norte também deve registrar chuvas volumosas, especialmente no Amazonas, Norte do Pará e Roraima. Em contrapartida, o Sul da região, incluindo Acre, Rondônia e sul do Amazonas, terá chuvas mais frequentes que o normal. Em situações como essa, a união da sociedade pode fazer a diferença, ajudando aqueles que mais precisam em momentos de adversidade.

Obra no 2º Grupamento Marítimo do Corpo de Bombeiros na Praia da Barra gera controvérsia. A construção de uma piscina semiolímpica de R$ 15 milhões levanta preocupações ambientais e denúncias ao Ministério Público.

A Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 2.159/2021, que institui a Licença Ambiental Especial e o autolicenciamento, provocando reações negativas entre ambientalistas e especialistas. A medida é vista como um retrocesso nas políticas ambientais brasileiras, comprometendo a legislação e a imagem do país na COP30.

Startups Solos e So+ma se uniram à Heineken para promover a reciclagem de garrafas de vidro na Bahia, visando a circularidade total até 2028. A parceria conecta consumidores e catadores, ampliando o impacto sustentável.

Representantes de 184 países tentam, em Genebra, elaborar um tratado internacional contra a poluição por plásticos após rejeição de proposta considerada "inaceitável". A Suíça sugere focar em três temas principais.

Transpetro firmou acordo de R$ 24,47 milhões para reparar danos ambientais causados por vazamento de petróleo em 2015, além de doar embarcações ao Corpo de Bombeiros e Samu. O investimento visa a recuperação da baía de Ilha Grande.

Estudo revela que a crise climática pode reduzir a recarga dos aquíferos no Brasil, afetando a água subterrânea, especialmente nas regiões Sudeste e Sul, com consequências alarmantes para a população. Cientistas do Instituto de Geociências da Universidade de São Paulo e do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais alertam que a recarga pode diminuir até 666 milímetros por ano, impactando a oferta de água para 112 milhões de brasileiros.