Um seminário em São Cristóvão (SE) capacitou órgãos de cinco municípios sergipanos sobre as ferramentas DOF+ e Sinaflor+, promovendo uma gestão mais eficiente dos recursos florestais. O evento, realizado na Universidade Federal de Sergipe, contou com a participação de representantes locais e da Administração Estadual do Meio Ambiente de Sergipe (Adema).

Um seminário sobre os sistemas de controle e fiscalização do uso de produtos florestais, DOF+ e Sinaflor+, foi realizado em São Cristóvão, Sergipe, nos dias 28 e 29 de maio de 2025. O evento, promovido pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), teve como objetivo capacitar órgãos de cinco municípios sergipanos, visando uma gestão mais eficiente dos recursos florestais.
Participaram do seminário representantes dos municípios de São Cristóvão, Lagarto, Itabaianinha, Barra dos Coqueiros e Nossa Senhora do Socorro. Além deles, servidores da Administração Estadual do Meio Ambiente de Sergipe (Adema) também estiveram presentes, reforçando a importância da colaboração entre diferentes esferas de governo.
As ferramentas DOF+ (Documento de Origem Florestal) e Sinaflor+ (Sistema Nacional de Controle da Origem dos Produtos Florestais) são essenciais para o monitoramento e controle do uso sustentável dos recursos florestais no Brasil. O seminário abordou a utilização dessas ferramentas, destacando sua relevância na prevenção de práticas ilegais e na promoção da sustentabilidade.
O evento ocorreu no campus da Universidade Federal de Sergipe (UFS), proporcionando um ambiente propício para a troca de conhecimentos e experiências entre os participantes. A capacitação é um passo importante para fortalecer a fiscalização e garantir que os recursos florestais sejam utilizados de forma responsável.
Com a crescente demanda por produtos florestais e a necessidade de preservação ambiental, iniciativas como essa são fundamentais. A capacitação dos órgãos locais contribui para a formação de uma rede de fiscalização mais eficaz, que pode impactar positivamente a gestão ambiental na região.
Nossa união pode fazer a diferença na promoção de projetos que visem a proteção e o uso sustentável dos recursos naturais. A participação da sociedade civil é crucial para apoiar iniciativas que busquem garantir um futuro mais sustentável para as florestas brasileiras.

Melgaço, no Pará, enfrenta grave crise devido a onda de calor extremo em 2024, com temperaturas acima de 38°C, afetando saúde e economia local, além de agravar a escassez de água potável. A cidade, já vulnerável, precisa urgentemente de investimentos em infraestrutura para proteger sua população.

Em 2024, o chikungunya registra mais de 240 mil casos globalmente, com a China enfrentando seus primeiros surtos. A OMS alerta sobre o impacto das mudanças climáticas na disseminação do vírus.

Um novo trecho do muro na fronteira EUA-México, planejado pelo governo Trump, ameaça corredores de vida selvagem no Arizona, colocando em risco espécies como onças-pintadas e ursos. O Centro para Diversidade Biológica alerta que a construção bloqueará habitats críticos, podendo causar danos irreversíveis ao ecossistema local.

O Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal resgatou um jabuti com queimaduras durante combate a incêndio na Via Estrutural, demonstrando a importância da proteção da fauna silvestre. O animal foi encaminhado ao Hospital Veterinário do DF para tratamento.

Temperaturas no Distrito Federal caem, com mínimas de 9,7ºC e máximas de até 28ºC. O Inmet alerta sobre a secura do ar e recomenda cuidados com a saúde e o meio ambiente.

O governo federal revelará até julho o Plano de implementação do Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões (SBCE), que regulará o mercado de carbono no Brasil. A subsecretária Cristina Reis destacou a importância do plano para a redução de emissões e a criação de um órgão gestor provisório. A iniciativa foi apresentada durante o seminário “COP30 Transição Energética e Mercado de Carbono”, promovido por veículos de comunicação e com apoio de grandes empresas.