A Hydro, produtora de alumínio norueguesa, abandonará o uso de barragens de rejeitos no Brasil, implementando um novo modelo que seca resíduos em reservatórios horizontais e promove reflorestamento nas áreas mineradas.

A produtora de alumínio norueguesa Hydro anunciou que deixará de utilizar o modelo convencional de barragens de rejeitos no Brasil. Este método tradicional armazena resíduos úmidos que são empilhados conforme a extração de matéria-prima nas minas. A mudança visa adotar um novo modelo de gestão que promete ser mais sustentável.
O novo sistema desenvolvido pela Hydro envolve a disposição dos resíduos em um reservatório horizontal, que equivale a 280 campos de futebol. Nesse espaço, a empresa realiza a secagem dos rejeitos, transformando-os em material que pode ser utilizado para preencher as áreas mineradas, conhecidas como “cavas”.
Após o preenchimento das cavas, as áreas são reflorestadas, contribuindo para a recuperação ambiental e a mitigação dos impactos da mineração. Essa abordagem não apenas reduz os riscos associados às barragens, mas também promove a restauração da vegetação nativa.
A Hydro destaca que essa inovação é parte de um compromisso com a sustentabilidade e a responsabilidade ambiental. A empresa busca minimizar os impactos negativos da mineração, alinhando-se às melhores práticas globais de gestão de resíduos.
Essa mudança de paradigma na gestão de rejeitos pode servir como um exemplo para outras empresas do setor. A adoção de tecnologias que priorizam a segurança e a sustentabilidade é essencial para o futuro da mineração no Brasil e no mundo.
Neste contexto, iniciativas que promovam a recuperação ambiental e o reflorestamento devem ser apoiadas pela sociedade civil. A união em torno de projetos que visem a preservação do meio ambiente pode fazer a diferença na construção de um futuro mais sustentável.

Papa Francisco destaca a urgência da "conversão ecológica" na Laudato Si’. A encíclica, que une questões ambientais e sociais, é crucial para a próxima Conferência do Clima no Brasil.

Um filhote de rolinha-do-planalto nasceu no Parque das Aves, em Foz do Iguaçu, representando a primeira reprodução da espécie em cativeiro. A população da ave, criticamente ameaçada, é estimada em apenas 15 indivíduos na natureza. O feito histórico reacende esperanças na conservação da espécie, que chegou a ser considerada extinta por 75 anos. A equipe do parque, em parceria com a SAVE Brasil, trabalha para criar uma população estável e geneticamente diversa, visando a reintrodução no Cerrado.

Moradores de Apipucos, no Recife, convivem com jacarés-de-papo-amarelo em harmonia, enquanto pesquisadores mapeiam uma população estável no rio Capibaribe, destacando a importância da conservação ambiental.

Petrina, uma jovem loba-guará, foi equipada com uma coleira de geolocalização em Minas Gerais para ajudar na conservação da espécie ameaçada. O projeto "Lobos do Caraça" busca entender seus movimentos e promover políticas públicas.

O Cade suspendeu a Moratória da Soja em dez dias, alegando anticompetitividade, o que gera controvérsia entre produtores e ambientalistas sobre a proteção da Amazônia. Consequências podem incluir multas de até R$ 2 bilhões.

O projeto do governo chileno para reabrir uma rodovia no Parque Nacional Alerce Costero ameaça a sobrevivência da Gran Abuelo, árvore de 5.400 anos, gerando protestos de cientistas e comunidades locais.