A Hydro, produtora de alumínio norueguesa, abandonará o uso de barragens de rejeitos no Brasil, implementando um novo modelo que seca resíduos em reservatórios horizontais e promove reflorestamento nas áreas mineradas.

A produtora de alumínio norueguesa Hydro anunciou que deixará de utilizar o modelo convencional de barragens de rejeitos no Brasil. Este método tradicional armazena resíduos úmidos que são empilhados conforme a extração de matéria-prima nas minas. A mudança visa adotar um novo modelo de gestão que promete ser mais sustentável.
O novo sistema desenvolvido pela Hydro envolve a disposição dos resíduos em um reservatório horizontal, que equivale a 280 campos de futebol. Nesse espaço, a empresa realiza a secagem dos rejeitos, transformando-os em material que pode ser utilizado para preencher as áreas mineradas, conhecidas como “cavas”.
Após o preenchimento das cavas, as áreas são reflorestadas, contribuindo para a recuperação ambiental e a mitigação dos impactos da mineração. Essa abordagem não apenas reduz os riscos associados às barragens, mas também promove a restauração da vegetação nativa.
A Hydro destaca que essa inovação é parte de um compromisso com a sustentabilidade e a responsabilidade ambiental. A empresa busca minimizar os impactos negativos da mineração, alinhando-se às melhores práticas globais de gestão de resíduos.
Essa mudança de paradigma na gestão de rejeitos pode servir como um exemplo para outras empresas do setor. A adoção de tecnologias que priorizam a segurança e a sustentabilidade é essencial para o futuro da mineração no Brasil e no mundo.
Neste contexto, iniciativas que promovam a recuperação ambiental e o reflorestamento devem ser apoiadas pela sociedade civil. A união em torno de projetos que visem a preservação do meio ambiente pode fazer a diferença na construção de um futuro mais sustentável.
Indígenas e movimentos sociais protestam em Belém, destacando a necessidade de inclusão de suas vozes na COP30. A Declaração Política do Mutirão dos Povos Indígenas foi lançada com reivindicações essenciais.

Isabel Schmidt, da Universidade de Brasília, enfatiza a relevância da Política Nacional de Manejo Integrado do Fogo, que completa um ano e exige regulamentação estadual em até dois anos. A iniciativa visa transformar o fogo em uma ferramenta de conservação, promovendo ações conjuntas entre os entes federativos para combater incêndios florestais e proteger o Cerrado.

Entre abril e maio de 2024, o Rio Grande do Sul sofreu inundações que afetaram 478 municípios, resultando em 184 mortes e 200 mil desalojados. Em resposta, o governo federal destinou R$ 100 bilhões para recuperação e o INMET adquiriu 98 novas estações meteorológicas.

Moradores de Saco do Mamanguá protestam contra demolições do Inea em Paraty. O prefeito pediu suspensão das ações até esclarecimentos. A comunidade caiçara de Saco do Mamanguá, em Paraty, enfrenta tensões após o Instituto Estadual do Ambiente (Inea) demolir imóveis na região, alegando que estavam em área de proteção ambiental. Moradores, que não foram avisados previamente, expressaram indignação e pedem uma posição formal do órgão. O prefeito de Paraty, Zezé Porto, também não foi notificado e solicitou a suspensão das demolições. A Defensoria Pública deu um prazo de quinze dias para o Inea esclarecer a situação.

A nova mistura de gasolina com 30% de etanol anidro (E30) entrou em vigor no Brasil, visando reduzir importações e estimular a produção de etanol. A medida deve impactar positivamente os preços e a inflação.

A poluição plástica atinge níveis alarmantes, com apenas 9% dos plásticos reciclados globalmente. Em Genebra, negociações para um tratado global visam controlar produtos descartáveis e responsabilizar fabricantes.