Sete tartarugas marinhas da espécie Caretta foram encontradas mortas em uma rede de pesca na APA Baía das Tartarugas, em Vitória. A prefeitura investiga o caso e pede denúncias sobre práticas ilegais.
Sete tartarugas marinhas da espécie Caretta foram encontradas mortas em uma rede de pesca na Área de Proteção Ambiental (APA) Baía das Tartarugas, em Vitória, no último domingo, dia 17. O registro foi feito por um instrutor de canoa havaiana, que, junto a um amigo, levou os animais até a praia. O projeto Tamar foi acionado para realizar o recolhimento dos corpos. A equipe de fiscalização da prefeitura de Vitória compareceu ao local, mas não conseguiu confirmar a ocorrência em flagrante.
A prefeitura informou que a rede apresentada estava fora d’água e apresentava características de uma rede de espera, equipamento que é proibido pela legislação vigente. O instrutor relatou que não é a primeira vez que encontra animais mortos em redes de pesca, afirmando que essa situação ocorre quase diariamente. “Já encontramos golfinhos e outras tartarugas, mas nessa quantidade foi a primeira vez”, disse.
A prefeitura de Vitória destacou que está investigando o caso e pediu à população que continue colaborando com denúncias que possam ajudar a identificar os responsáveis por essa prática. O trabalho de fiscalização é realizado em conjunto com órgãos estaduais e federais, além de organizações ambientais, focando no monitoramento da pesca irregular e no uso de redes proibidas.
A APA Baía das Tartarugas, criada em 2018, abrange áreas como as Ilhas do Boi e do Frade e a Praia de Camburi. Com uma extensão de 1.685,47 hectares, a unidade tem como objetivo regular as atividades para garantir a preservação e recuperação dos ecossistemas costeiros. Em 2024, foi iniciada a elaboração de um plano de manejo para a área, que é um documento técnico obrigatório para unidades de conservação.
O incidente com as tartarugas marinhas levanta preocupações sobre a proteção da fauna marinha e a necessidade de ações efetivas para coibir práticas ilegais de pesca. A situação é um alerta para a importância de manter a integridade dos ecossistemas e a biodiversidade na região. A colaboração da comunidade é essencial para a preservação das espécies ameaçadas.
Vítimas desse trágico incidente podem precisar de apoio para a recuperação do ecossistema local. Projetos que visem a proteção e recuperação da vida marinha devem ser incentivados pela sociedade civil, promovendo a conscientização e a ação em defesa do meio ambiente.

Milhares de mulheres indígenas de diversos países marcharam em Brasília, exigindo proteção ambiental e pressionando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva a vetar um projeto de lei que facilita licenças ambientais. A manifestação ocorre em um momento crucial, com a COP30 se aproximando, destacando a importância da Amazônia na luta contra o aquecimento global.

Um estudo recente aponta que a instalação de painéis solares em áreas urbanas pode diminuir em até trinta por cento o consumo de energia elétrica, promovendo cidades mais sustentáveis. Essa descoberta reforça a importância das energias renováveis na luta contra as mudanças climáticas.

Estudo da UFSCar investiga a diversidade de vespas parasitoides no Amazonas, focando no controle biológico de pragas em lavouras de mandioca até 2026. A pesquisa visa preencher lacunas de conhecimento na região.

A Hydro, produtora de alumínio norueguesa, abandonará o uso de barragens de rejeitos no Brasil, implementando um novo modelo que seca resíduos em reservatórios horizontais e promove reflorestamento nas áreas mineradas.

Neste sábado (16), voluntários se reunirão para um mutirão de limpeza na Praia do Flamengo, que recuperou o selo de balneabilidade. O evento visa coletar lixo e micro lixo, promovendo a preservação ambiental. Todos são bem-vindos a participar, levando luvas e sacos de lixo. O encontro será às 9h em frente à churrasqueira Assador.

O Canadá e a Brazil Iron estão na vanguarda da descarbonização da siderurgia, com o Canadá reconhecendo o minério de ferro de alta pureza como mineral crítico e a Brazil Iron planejando produzir ferro verde (HBI) para reduzir em até 99% as emissões de CO₂e.