Especialistas destacam que sintomas noturnos, como suor excessivo e fadiga persistente, podem ser sinais precoces de câncer, ressaltando a importância do diagnóstico rápido para aumentar as chances de tratamento eficaz.

O câncer, uma doença com mais de 200 tipos conhecidos, pode manifestar sintomas que muitas vezes são ignorados. Especialistas destacam a importância de observar sinais noturnos, como suor excessivo e fadiga persistente, que podem indicar a presença da doença em estágios iniciais. Detectar alterações no sono pode ser crucial para um diagnóstico precoce, aumentando as chances de tratamento eficaz.
O suor noturno, embora possa parecer comum em noites quentes, torna-se um sinal de alerta quando ocorre frequentemente em ambientes frescos. Oncologistas identificam esse sintoma como potencial indicador de diversos tipos de câncer, incluindo linfoma de Hodgkin, leucemia e câncer de próstata. Esses episódios são causados por disfunções metabólicas e imunológicas relacionadas ao crescimento tumoral, não sendo influenciados por fatores externos.
A fadiga matinal persistente é outro sintoma que merece atenção. Acordar cansado ocasionalmente é normal, mas a fadiga constante, que não melhora com o descanso, pode ser um sinal de alerta. Essa condição, conhecida como fadiga oncológica, pode ser resultado de alterações hormonais e processos inflamatórios crônicos, impactando diretamente a qualidade de vida do paciente.
Observar o próprio corpo e seus sinais é fundamental. Se os sintomas de suor noturno intenso e cansaço persistente se mantiverem por dias ou semanas, é essencial procurar um médico. Somente um profissional pode identificar a origem desses sintomas e indicar os exames necessários para um diagnóstico preciso.
O diagnóstico precoce é uma das principais armas na luta contra o câncer, pois aumenta significativamente as chances de sucesso no tratamento. Conhecer os diferentes tipos de câncer e seus sinais é essencial para buscar ajuda médica a tempo. Alterações na pele, nódulos e manchas são alguns dos sinais que não devem ser desconsiderados.
Nessa situação, a união da sociedade pode fazer a diferença na vida de muitos que enfrentam essa doença. Projetos que visam apoiar a pesquisa e o tratamento do câncer devem ser incentivados, pois podem proporcionar esperança e qualidade de vida para aqueles que precisam. Juntos, podemos ajudar a transformar essa realidade.

O Ministério da Saúde inicia a infusão de zolgensma no SUS, um tratamento de R$ 7 milhões para crianças com Atrofia Muscular Espinhal, viabilizado por um Acordo de Compartilhamento de Risco. O Brasil se torna o sexto país a oferecer essa terapia gênica, que pode transformar a vida de crianças com AME tipo 1. As famílias devem buscar serviços especializados para acesso ao tratamento.

A ANVISA lançou uma cartilha para informar sobre o uso seguro de fitoterápicos, alertando para riscos de efeitos adversos e interações medicamentosas. O documento visa promover a conscientização sobre a segurança no consumo dessas substâncias.

A anemia, especialmente a causada pela deficiência de ferro, afeta milhões globalmente, com sintomas como falhas de memória e "nevoeiro" mental. O tratamento pode ser oral ou intravenoso, dependendo da gravidade.

Transtornos alimentares, como anorexia e bulimia, estão crescendo entre pessoas acima dos 40 anos, com menopausa e mudanças de vida como gatilhos. Apoio psicológico é essencial para enfrentar esses desafios.

A Anvisa aprovou a vacina contra chikungunya, desenvolvida pelo Butantan e Valneva, para adultos. O imunizante, já aprovado nos EUA e na UE, será adaptado para o SUS, priorizando regiões endêmicas.

A mortalidade por câncer de mama e colo do útero entre mulheres abaixo de 40 anos no Brasil está em ascensão, conforme revela a Pesquisa FAPESP. A edição também discute a possível existência do Planeta 9 e os riscos das bebidas açucaradas à saúde.