A concessionária Smart Luz admitiu danos na vegetação do Parque do Cantagalo, após estacionar uma caminhonete no local. O biólogo Mário Moscatelli coordenará o replantio sem custos de mão de obra.

A concessionária Smart Luz, responsável pela iluminação pública no Rio de Janeiro, reconheceu ter causado danos na área naturalizada do Parque do Cantagalo, localizado na Lagoa Rodrigo de Freitas. O incidente ocorreu no último fim de semana, quando uma caminhonete da empresa estacionou sobre a vegetação, destruindo mudas de restinga e brejo plantadas em um projeto coordenado pelo biólogo Mário Moscatelli.
O biólogo, que supervisiona o plantio de mudas em uma área de duzentos metros quadrados, denunciou o ocorrido em um blog, destacando a destruição da vegetação e a presença de fios soltos deixados pela caminhonete. A Smart Luz admitiu que o veículo estava no local para realizar reparos em um poste de iluminação.
Como forma de reparação, a concessionária se comprometeu a adquirir novas mudas e insumos para replantio. Moscatelli, por sua vez, não cobrará pela mão de obra necessária para o novo plantio, demonstrando um espírito colaborativo em prol da recuperação da área afetada.
Em sua declaração, Moscatelli enfatizou a importância de que empresas prestadoras de serviços para a prefeitura adotem práticas que evitem a repetição de incidentes como este. Ele ressaltou que, embora a iluminação pública seja necessária, a execução do trabalho deve ser feita de maneira técnica e orientada, evitando conflitos entre as ações da prefeitura e das concessionárias.
A situação gerou preocupações sobre a preservação ambiental e a necessidade de um planejamento mais cuidadoso em projetos que envolvem áreas naturais. A destruição da vegetação não apenas afeta a biodiversidade local, mas também compromete a estética e a funcionalidade do parque, que é um espaço de lazer para a comunidade.
É fundamental que a sociedade civil se mobilize em defesa de projetos que visem a recuperação e preservação de áreas verdes. A união em torno de iniciativas que promovam a sustentabilidade e a proteção ambiental pode fazer a diferença na manutenção de espaços como o Parque do Cantagalo, beneficiando toda a comunidade.

Especialistas alertam que a imagem negativa dos tubarões é fruto de desinformação, enquanto a conservação dessas espécies ameaçadas deve ser a verdadeira preocupação. O explorador Bertie Gregory e a cientista Melissa Cristina Márquez destacam que tubarões não têm interesse em humanos como alimento, preferindo presas ricas em gordura. A ecologista Lacey Williams enfatiza a importância de manter contato visual e evitar toques, enquanto a crescente popularidade de interações com tubarões nas redes sociais pode encorajar comportamentos arriscados. A proteção dos tubarões é crucial para a saúde dos ecossistemas marinhos.

Governo de São Paulo implementará barreira flutuante no Rio Tietê para conter aguapés e criará grupo de fiscalização para combater poluição. A Cetesb interditou praia devido a algas tóxicas.

GDF investe R$ 240 milhões em drenagem urbana, com 32 das 40 lagoas concluídas e o lançamento do Drenar DF, visando prevenir alagamentos e erosões na cidade.

O governador do Pará, Helder Barbalho, destaca que quase 40 obras estão quase concluídas em Belém, com investimento de R$ 4,5 bilhões, preparando a cidade para a COP 30, que reunirá 50 mil participantes.

Um tubarão megaboca de 4,63 metros foi encontrado morto em Sergipe, atraindo a atenção de pesquisadores que estudam suas características raras e planejam expô-lo no Oceanário de Aracaju. O animal, que representa uma oportunidade única para a ciência, é apenas o quarto registrado no Brasil e será utilizado para promover a conservação marinha.

Cientistas da Universidade McGill e da Universidade Tecnológica de Nanyang exploram a gosma do verme-de-veludo para desenvolver plásticos biodegradáveis, destacando sua solubilidade e potencial sustentável.