O governo do Distrito Federal anunciou a aquisição de 444 novos ônibus Torino Euro 6, que reduzirão a emissão de poluentes. Até 2025, todos os ônibus do Plano Piloto serão elétricos, melhorando o transporte público.

A frota de ônibus do Distrito Federal receberá quatrocentos e quarenta e quatro novos veículos. O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, anunciou, nesta quinta-feira, que está no Espírito Santo para visitar a empresa Marcopolo e participar da entrega dos ônibus Torino Euro 6, que serão destinados à Viação Pioneira. Esses veículos possuem tecnologia que minimiza o impacto ambiental, reduzindo a emissão de poluentes.
O governador destacou em suas redes sociais que, desde dois mil e dezenove, já foram renovados grande parte da frota com dois mil oitocentos e trinta e um ônibus novos. Ele enfatizou que os passageiros terão mais conforto e qualidade no transporte público. O anúncio foi feito na rede social X.
Além disso, durante um almoço com empresários do Lide, Ibaneis Rocha revelou que, até o final de dois mil e vinte e cinco, todos os ônibus que circulam no Plano Piloto serão elétricos. Ele afirmou que essa mudança servirá como um projeto piloto para a futura renovação de todas as linhas de ônibus no Distrito Federal.
A iniciativa de modernização da frota de ônibus é parte de um esforço contínuo do governo para melhorar o transporte público na região. A introdução de veículos menos poluentes é uma resposta às crescentes preocupações ambientais e à necessidade de um transporte mais sustentável.
Com a chegada dos novos ônibus, espera-se que a qualidade do serviço de transporte público melhore significativamente, beneficiando milhares de usuários diariamente. A mudança para ônibus elétricos também representa um passo importante em direção a um futuro mais sustentável e menos poluído.
Nesta situação, a união da sociedade pode ser fundamental para apoiar iniciativas que promovam um transporte público mais eficiente e sustentável. Projetos que visem a melhoria do transporte coletivo devem ser estimulados pela comunidade, garantindo que todos tenham acesso a um serviço de qualidade.

A meteorologia moderna vai além da previsão do tempo, integrando inteligência climática em setores como agricultura e logística, especialmente após abril ser o segundo mais quente em 176 anos. Eventos climáticos extremos exigem ações estratégicas para mitigar riscos e proteger vidas.

Isabel Schmidt, da Universidade de Brasília, enfatiza a relevância da Política Nacional de Manejo Integrado do Fogo, que completa um ano e exige regulamentação estadual em até dois anos. A iniciativa visa transformar o fogo em uma ferramenta de conservação, promovendo ações conjuntas entre os entes federativos para combater incêndios florestais e proteger o Cerrado.

Estudo revela que ações cotidianas, como abrir garrafas e preparar chá, liberam microplásticos nos alimentos, exigindo atenção de consumidores e regulamentações. A contaminação invisível afeta produtos comuns.

A Lei do Combustível do Futuro, aprovada em 2024, promete investir R$ 1 trilhão em biocombustíveis, ampliando a produção de etanol e biodiesel e fortalecendo a matriz energética renovável do Brasil.

A criação da Autoridade Climática, promessa de campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, enfrenta impasses sobre sua estrutura e não deve ser implementada até a COP30. A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, destaca a complexidade da proposta e a necessidade de um novo marco regulatório para antecipar tragédias climáticas.

O governador do Pará, Helder Barbalho, anunciou a alocação de 2.324 leitos para a COP 30, com preços diferenciados para países ricos e pobres. A China enviará mil delegados, exigindo mais acomodações.