Paulo Alvarenga, CEO da ThyssenKrupp na América do Sul, enfatiza a complexidade da descarbonização industrial e o compromisso da empresa em neutralizar suas emissões até 2045, investindo em hidrogênio verde. A transição energética é crucial para evitar o colapso climático, envolvendo não apenas questões ambientais, mas também econômicas e geopolíticas.

A transição energética é um desafio global que exige a redução das emissões de carbono e a adoção de fontes renováveis de energia. Paulo Alvarenga, CEO da ThyssenKrupp na América do Sul, enfatiza a complexidade da descarbonização industrial e o compromisso da empresa em neutralizar suas emissões até 2045, investindo em hidrogênio verde. Ele destaca que, atualmente, as emissões estão aumentando, o que torna a missão climática ainda mais difícil.
Alvarenga afirma que a transição energética não é apenas uma questão ambiental, mas envolve aspectos econômicos, cadeias produtivas e geopolítica. O mundo precisa urgentemente parar de aumentar as emissões de carbono e, em seguida, inverter essa curva. Para isso, é necessário substituir fontes de energia, melhorar a eficiência dos processos e capturar o carbono que ainda é emitido.
O CEO menciona que a eletricidade está sendo descarbonizada com sucesso, mas apenas vinte por cento da energia consumida no mundo é elétrica. Os outros oitenta por cento provêm de combustíveis fósseis, como petróleo e carvão, o que representa um grande desafio. Tecnologias como hidrogênio verde e captura de carbono são essenciais para enfrentar essa situação. A pandemia de Covid-19 demonstrou que, mesmo com a economia paralisada, a redução das emissões foi mínima.
Alvarenga destaca que a ThyssenKrupp está liderando a descarbonização na indústria, oferecendo tecnologias que ajudam outras empresas a reduzir suas emissões. A divisão de siderurgia da empresa, uma das maiores emissoras, tem um compromisso de neutralizar suas emissões até 2045. Para isso, está investindo três bilhões de euros na conversão de altos-fornos que utilizam carvão para um processo que usa hidrogênio verde, eliminando as emissões diretas.
O Brasil possui um grande potencial para a produção de hidrogênio verde, especialmente na fabricação de fertilizantes, dado que o agronegócio representa vinte e cinco por cento da economia nacional. A dependência de importações de fertilizantes torna a produção local uma questão estratégica. Alvarenga acredita que o Brasil pode liderar a transição energética global com a produção de amônia verde, utilizando o hidrogênio verde.
Além disso, ele defende uma abordagem híbrida que combine etanol e motores elétricos, considerando que o etanol é um biocombustível maduro e eficaz. A transição energética requer um mosaico de soluções, e a união da sociedade pode impulsionar iniciativas que promovam a sustentabilidade e a inovação. Projetos que buscam apoiar a transição energética e a descarbonização devem ser incentivados, pois podem ter um impacto significativo na luta contra as mudanças climáticas.

Arqueólogos descobriram uma colônia portuguesa perdida na Amazônia, revelando um complexo urbano com fortificações e canais, desafiando teorias históricas. A tecnologia lidar foi crucial para a descoberta.

A onça-pintada Miranda, resgatada após incêndios no Pantanal, foi solta após 43 dias de tratamento e surpreendeu ao dar à luz um filhote, simbolizando a resiliência da fauna local. A equipe da ONG Onçafari celebra essa vitória na conservação.

Pesquisadores da Esalq/USP utilizam medições de microclima por drones para avaliar o sucesso da restauração de florestas ribeirinhas, destacando a importância da umidade e altura das árvores. O estudo, publicado na revista Science of The Total Environment, revela que florestas maduras apresentam maior umidade e menor demanda hídrica, possibilitando o mapeamento de áreas para restauração e a formulação de políticas públicas para serviços ecossistêmicos.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou uma lei que proíbe testes em animais para cosméticos e produtos de higiene, com dois anos para implementação de métodos alternativos. A nova legislação visa garantir a ética na indústria, excluindo produtos testados em animais e exigindo evidências para regulamentações não cosméticas.

A terceira etapa do Caminho das Águas foi finalizada com a visita do ministro Waldez Góes ao revitalizado Sistema Adutor Banabuiú, ampliando a segurança hídrica no Ceará. O projeto Malha d’Água, com investimento de R$ 12 bilhões até 2041, beneficiará milhões de pessoas, garantindo acesso à água em regiões afetadas por secas históricas.

Pesquisadores da Universidade de Cambridge desenvolvem um "refrigerante sólido" que promete revolucionar o ar-condicionado, reduzindo emissões em até 75%. A startup Barocal planeja lançar um protótipo em três anos.