No Distrito Federal, a falta de opções públicas para a destinação de restos mortais de animais de estimação gera dificuldades emocionais e financeiras para tutores. Um projeto de lei busca regulamentar a cremação e sepultamento.

Com a perda de um animal de estimação, os tutores no Distrito Federal enfrentam o luto e a dificuldade de encontrar serviços adequados para a destinação dos restos mortais. Atualmente, não existem opções públicas disponíveis, o que torna esses serviços financeiramente inacessíveis para muitos. Segundo a Pesquisa Distrital por Amostra de Domicílios Ampliada (PDAD) de 2024, 55% dos lares na região possuem pelo menos um pet, evidenciando a necessidade de alternativas para uma despedida respeitosa.
A psicóloga clínica Sandy Luiza destaca a importância de validar o luto, afirmando que "a despedida é essencial para a saúde emocional dos tutores". Exemplos de como lidar com a perda incluem a experiência de Carol Felix, que após a morte de sua cachorrinha Susy, utilizou parte das cinzas para plantar uma árvore. Essa prática simbólica ajuda a transformar a saudade em algo positivo.
O custo emocional da perda de um animal é significativo. Rose Alves, que perdeu sua poodle Patty, optou pela cremação, mas não conseguiu acompanhar o processo devido ao seu estado emocional. A Gerência de Vigilância Ambiental do DF informou que não oferece subsídios para o recolhimento de animais mortos, limitando-se a coletar apenas algumas espécies que transmitem doenças.
O Serviço de Limpeza Urbana (SLU) é responsável pelo recolhimento de animais mortos nas vias públicas, tendo coletado 19 toneladas de janeiro a março deste ano. A bióloga Angélica Yousef alerta que o descarte inadequado de restos mortais em aterros sanitários pode representar riscos à saúde pública, devido à proliferação de bactérias durante a decomposição.
Atualmente, não há legislação específica no DF sobre a cremação e sepultamento de animais. Um projeto de lei, PL 842/2019, está em tramitação na Câmara Legislativa do DF, visando regulamentar esses procedimentos em cemitérios públicos e privados. O Instituto Brasília Ambiental (Ibram) concedeu licença a um empreendimento privado para a cremação de animais, mas não há autorização para cemitério de pets na região.
Os serviços de cremação disponíveis variam em preço, com opções coletivas e individuais. A modalidade coletiva custa entre R$ 350,00 e R$ 990,00, enquanto a individual varia de R$ 600,00 a R$ 1.350,00. Diante da crescente inclusão dos animais como membros da família, a sociedade civil deve se mobilizar para apoiar iniciativas que promovam a destinação adequada dos restos mortais, garantindo um tratamento digno para esses companheiros que tanto amamos.

A ativista indígena Txai Suruí participou do evento Aya Talks em São Paulo, abordando sustentabilidade na moda e foi escolhida para o grupo consultivo da ONU sobre mudanças climáticas. A única brasileira entre os 14 selecionados, ela enfatizou a urgência de levar a realidade dos povos indígenas aos grandes espaços de decisão.

Ibama apreende madeira ilegal em Santo Antônio do Monte e destina 4 m³ à APAE local para confecção de mobiliário adaptado, promovendo inclusão e responsabilidade social. A fiscalização reforça o combate ao desmatamento.

Lula destaca a importância do respeito aos direitos indígenas em visita ao Parque Nacional do Xingu, onde cacique Raoni alerta sobre os riscos da exploração de petróleo na Amazônia.

O governo federal iniciou uma operação de 90 dias para erradicar o garimpo ilegal na Terra Indígena Kayapó, no Pará, com destruição de acampamentos e apreensões de materiais. A ação, determinada pelo STF, visa proteger o território do povo Mebêngôkre, que enfrenta devastação ambiental.

Anitta e Luciano Huck estiveram na Aldeia Ipatse, no Xingu, para o Quarup, ritual indígena que homenageia líderes. A visita reforça a luta pela preservação dos territórios e cultura indígena.

Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) se reuniu em Nanjing com empresas chinesas para discutir energia renovável e bioeconomia na Amazônia, destacando o potencial do Amapá. O encontro visou fortalecer a agricultura familiar e o extrativismo, promovendo parcerias para impulsionar a produção de açaí e bioprodutos.