A Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) abriu inscrições para o curso online gratuito "EnvelheCiência", com foco em envelhecimento e demências, destinado a educadores. O curso, com carga horária de 35 horas, visa capacitar docentes a integrar o envelhecimento populacional em suas práticas pedagógicas, promovendo saúde cerebral e bem-estar. Os participantes podem obter certificação ao final, e educadores da rede estadual de São Paulo têm requisitos específicos para homologação. A iniciativa é coordenada por pesquisadores do Laboratório de Biologia do Envelhecimento (LABEN) e busca fomentar uma abordagem inclusiva sobre o envelhecimento.
A Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) está com inscrições abertas para o curso online e gratuito "EnvelheCiência", que aborda o envelhecimento e as demências. Com uma carga horária de trinta e cinco horas, o curso é destinado a educadores e tem como objetivo capacitar os participantes a integrar o tema do envelhecimento populacional em suas práticas pedagógicas, focando em saúde cerebral e prevenção de demências.
O curso "EnvelheCiência: Formação para educadores no tema do envelhecimento e demências" está disponível no Portal de Cursos Abertos (PoCA) da UFSCar. Para se inscrever, os interessados devem realizar um cadastro na plataforma e, após o login, iniciar a formação. Ao final, os participantes podem emitir o certificado de conclusão diretamente no sistema.
Educadores vinculados à Secretaria de Educação (Seduc) que desejam receber um certificado homologado devem seguir algumas orientações. É necessário ser professor da rede estadual de São Paulo, cadastrar-se com um e-mail institucional e concluir o curso até as 23h59 do dia 9 de junho. Além disso, devem preencher um formulário com dados pessoais, como CPF e e-mail.
O conteúdo do curso abrange os principais desafios do envelhecimento, incluindo o impacto das demências e as possibilidades de promover um envelhecimento ativo e saudável. A proposta visa ampliar a compreensão dos educadores sobre os diferentes aspectos do envelhecer, incentivando uma abordagem inclusiva e intergeracional.
A iniciativa foi idealizada por pesquisadores do Laboratório de Biologia do Envelhecimento (LABEN) e docentes da UFSCar, que buscam contribuir para uma sociedade mais acolhedora e informada sobre o ciclo da vida. Dúvidas sobre o curso podem ser enviadas para o e-mail indicado no site do projeto.
Iniciativas como essa são fundamentais para a formação de educadores e podem impactar positivamente a sociedade. A união em torno de projetos que promovem a educação e a conscientização sobre o envelhecimento pode fazer a diferença na vida de muitos, criando um ambiente mais inclusivo e solidário.
Instituto Serrapilheira lança edital para financiar podcasts de ciência liderados por pessoas negras e indígenas, com inscrições até 30 de maio e até R$ 55 mil em apoio.
Isabela, presidente do projeto social Unidos pela Esperança, busca arrecadar R$ 40 mil para reformar a biblioteca da Escola Imperatriz Leopoldina, que enfrenta sérios problemas estruturais e de acervo. A campanha visa melhorar o espaço, adquirir novos livros e equipamentos, além de oferecer melhores condições para alunos e a bibliotecária.
Inscrições abertas até 15 de junho para cursos gratuitos de tecnologia do Qualifica SP – Novo Emprego, com 1.120 vagas disponíveis. Aulas começam em 23 de junho, priorizando desempregados e pessoas com deficiência.
Estão abertas as inscrições para a pós-graduação gratuita em Educação Matemática da Faculdade Sesi, voltada a professores da rede estadual de São Paulo e do Sesi-SP, com início em setembro de 2025. O curso, que oferece 360 horas de formação presencial, visa aprimorar metodologias colaborativas e resolver problemas matemáticos, beneficiando a qualidade do ensino. As inscrições vão até 2 de julho e a iniciativa busca formar 26 mil educadores até 2034, em parceria com a Secretaria da Educação do Estado de São Paulo.
Entidades do movimento negro e cursinhos populares criticam o novo edital do CPOP, pedindo revisão por falta de diálogo e critérios de seleção que podem excluir cursinhos comunitários. A situação gera protestos e reivindicações por mudanças.
O Sesi Lab, em Brasília, é um museu interativo que conecta ciência e tecnologia, atraindo visitantes de todas as idades com experiências práticas que tornam o aprendizado científico mais acessível e interessante. O espaço oferece diversas atividades, como experimentos com som e eletricidade, destacando a relevância da ciência no cotidiano.