Uiramutã, em Roraima, é novamente classificada como a pior cidade do Brasil para se viver, com pontuação de 37,59 no Índice de Progresso Social (IPS) de 2024, destacando graves problemas em Oportunidades e Necessidades Humanas Básicas.

Pela segunda vez, Uiramutã, localizada em Roraima, é classificada como a pior cidade para se viver no Brasil, conforme o novo estudo do Índice de Progresso Social (IPS) de 2024. A cidade, situada a cerca de 313 quilômetros da capital Boa Vista, possui uma população estimada em 15.571 habitantes, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2024. O PIB per capita é de R$ 13.069, colocando Uiramutã na 5.238ª posição entre as 5.570 cidades do país.
O IPS avalia três áreas principais: Necessidades Humanas Básicas, Fundamentos do Bem-Estar e Oportunidades, utilizando uma escala de 0 a 100. Cada uma dessas áreas é composta por doze componentes, totalizando 57 indicadores coletados de fontes públicas. Uiramutã obteve uma pontuação geral de 37,59, o que representa uma diferença de 35,67 pontos em relação ao município com a melhor classificação, Gavião Peixoto, em São Paulo.
Os resultados mostram que a área com a menor nota em Uiramutã é a de Oportunidades, com apenas 28,25 pontos. Em seguida, aparecem Necessidades Humanas Básicas, com 41,99, e Fundamentos do Bem-Estar, com 42,52. Esses números refletem os desafios socioeconômicos enfrentados pela população local, que já havia sido destacada em estudos anteriores como uma das mais críticas do Brasil.
O levantamento do IPS é uma ferramenta importante para entender as condições de vida nas cidades brasileiras. A pontuação baixa de Uiramutã evidencia a necessidade urgente de intervenções sociais e políticas que possam melhorar a qualidade de vida dos seus habitantes. A situação requer atenção e ações concretas para promover mudanças significativas.
Além disso, a análise dos dados revela que a situação em Uiramutã não é um caso isolado, mas sim um reflexo de desigualdades que afetam diversas regiões do Brasil. O estudo destaca a importância de iniciativas que visem a inclusão social e o desenvolvimento econômico, fundamentais para reverter esse quadro.
Em momentos como este, é essencial que a sociedade civil se mobilize para apoiar projetos que visem melhorar as condições de vida em Uiramutã. A união de esforços pode fazer a diferença na vida de muitos que enfrentam dificuldades. Iniciativas voltadas para a educação, saúde e geração de emprego são cruciais para transformar essa realidade e proporcionar um futuro melhor para a população local.

As águas do Projeto de Integração do Rio São Francisco (PISF) já chegaram ao norte da Paraíba, com medições no Rio Piranhas e abastecimento programado para o Rio Grande do Norte em agosto. O ministro Waldez Góes destaca a importância da obra para a segurança hídrica da região.

Cavalo Caramelo, resgatado após enchente em Canoas, agora vive na Ulbra, onde se recupera e se torna símbolo de esperança. A universidade planeja um santuário e atividades acadêmicas para ele.

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, vetou partes da atualização da lei dos direitos das pessoas com deficiência, incluindo incentivos ao empreendedorismo e reestruturação da Secretaria de Educação Especial. O governo argumenta que os vetos visam evitar insegurança jurídica e conflitos com legislações vigentes. O Congresso Nacional ainda irá decidir sobre a manutenção ou derrubada dos vetos.

A Marinha do Brasil celebrou o Dia da Marinha com a troca da Bandeira na Praça dos Três Poderes, incluindo um espetáculo musical e atendimentos médicos gratuitos à população.

Projeto de lei no Senado propõe que a vontade de doação de órgãos prevaleça sobre a autorização familiar, visando aumentar as doações no Brasil, onde 42,4% das famílias recusam. A mudança pode respeitar a decisão do doador mesmo após a morte.

O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional lançou o Programa Nacional de Máquinas, Equipamentos e Veículos para o Desenvolvimento Regional e Territorial – o INOVA, visando apoiar municípios com menor renda e infraestrutura. A iniciativa prioriza localidades em situação de emergência, promovendo a modernização produtiva e a redução de desigualdades. Equipamentos como tratores e caminhões serão entregues para facilitar o escoamento da produção e melhorar o acesso a serviços públicos.