A Universidade Santo Amaro (Unisa) oferece 45 cursos gratuitos online de qualificação profissional, sem limite de vagas, com foco em áreas como sustentabilidade. As inscrições estão abertas no site da instituição.

A Universidade Santo Amaro (Unisa) disponibiliza, neste mês de julho, quarenta e cinco cursos gratuitos de qualificação online, sem limite de vagas. Os cursos, que oferecem certificado de conclusão, abrangem diversas áreas, incluindo temas relevantes como sustentabilidade e economia verde. Essa iniciativa visa atender à demanda crescente por capacitação profissional, especialmente entre os jovens, conforme aponta o estudo Futuro do Mundo do Trabalho para as Juventudes Brasileiras.
De acordo com a pesquisa, sessenta e sete por cento dos entrevistados identificam a falta de capacitação como uma das principais barreiras para a inserção no mercado de trabalho. Além disso, cinquenta e oito por cento afirmam que os cursos disponíveis não atendem aos requisitos das vagas abertas. A Unisa busca, portanto, suprir essa lacuna com sua oferta de cursos.
Os cursos têm carga horária a partir de sessenta horas e são oferecidos no formato online, permitindo que os alunos acessem o conteúdo de qualquer lugar. Os interessados devem acessar o portal da universidade, realizar um cadastro e aguardar a confirmação por e-mail para iniciar os estudos. Essa flexibilidade é uma vantagem significativa para quem busca se qualificar durante as férias.
Entre as opções disponíveis, destacam-se cursos como Administração de Pequenas e Médias Empresas, Marketing Digital, Gestão de Pessoas e Direito Penal. Além dos cursos gratuitos, a Unisa também oferece mais de seiscentos cursos profissionalizantes com investimento de R$ 49,00 cada. Essa diversidade de opções permite que os alunos escolham áreas que mais se alinham aos seus interesses e objetivos profissionais.
A Unisa reafirma seu compromisso em preparar os alunos para o mercado de trabalho, oferecendo capacitações que ampliam o conhecimento e melhoram a empregabilidade. A iniciativa é uma resposta direta às necessidades identificadas na pesquisa, promovendo a inclusão e a formação de profissionais qualificados.
Em um cenário onde a capacitação é fundamental, a união da sociedade civil pode fazer a diferença. Projetos que visam apoiar a educação e a formação profissional são essenciais para transformar a realidade de muitos jovens em busca de oportunidades. A mobilização em torno de iniciativas como essa pode impactar positivamente a vida de muitos, promovendo um futuro mais promissor.

O Ministério da Educação (MEC) lançou o programa "Na Ponta do Lápis", que visa ensinar educação financeira nas escolas públicas, alcançando 30 milhões de estudantes. A iniciativa, que é voluntária, busca capacitar alunos do ensino fundamental e médio, promovendo habilidades de cidadania financeira e respeitando a Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Além disso, oferece suporte técnico e financeiro às redes de ensino, ampliando o impacto de políticas como o programa Pé-de-Meia.

Desemprego entre jovens brasileiros de 18 a 29 anos é o dobro do registrado entre adultos de 30 a 59 anos, com 38,5% na informalidade. A falta de qualificação e experiência agrava a situação.

O Brasil enfrenta uma grave crise em formação nas áreas de STEM, com apenas 13% de formandos, estagnação na última década e alta evasão, comprometendo sua competitividade e inovação.

Estão abertas as inscrições para 1.891 vagas em cursos gratuitos de turismo oferecidos pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) e o Ministério do Turismo (MTur) até 16 de maio. A seleção é por ordem de inscrição.

Brasil enfrenta crise na qualidade de serviços médicos e jurídicos devido à proliferação de cursos. Com cerca de 1.900 cursos de direito e mais de 400 de medicina, muitos diplomados apresentam conhecimentos insuficientes, comprometendo a saúde pública e os direitos do consumidor. A falta de controle de qualidade nas instituições de ensino e a necessidade de um exame de proficiência são urgentes.

Dados do Mapa da Desigualdade mostram que mais da metade dos distritos de São Paulo não atingiram a média nacional do Ideb, evidenciando desigualdade educacional alarmante. A cidade, com média de 5,6, fica atrás de capitais mais pobres.