Em 2024, o Brasil substitui a vacina oral contra poliomielite pela injetável, visando aumentar a cobertura vacinal, que está em 70%, e reduzir o risco de mutações do vírus. Essa mudança é uma resposta a preocupações globais sobre a erradicação da doença.

A poliomielite, uma doença que causa paralisia, teve um impacto significativo na saúde pública mundial, especialmente no Brasil. Em 2024, o governo brasileiro anunciou a substituição da vacina oral contra a poliomielite pela vacina injetável. Essa mudança visa reduzir o risco de mutações do vírus vacinal e melhorar a cobertura vacinal, que atualmente está em torno de setenta por cento. A decisão foi tomada em resposta ao aumento do risco de retorno da doença, com a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomendando essa alteração.
Historicamente, a poliomielite causou epidemias devastadoras, especialmente entre crianças. A primeira grande epidemia nos Estados Unidos ocorreu em mil novecentos e dezesseis, resultando em mais de vinte e sete mil casos e seis mil mortes. No Brasil, a vacina de Jonas Salk chegou em mil novecentos e cinquenta e cinco, mas a vacina oral de Albert Sabin, introduzida em mil novecentos e sessenta e um, foi a que realmente impulsionou a erradicação da doença no país.
A vacina oral, embora eficaz, apresentava riscos, pois o vírus atenuado poderia sofrer mutações em áreas com baixa cobertura vacinal. A epidemiologista Ligia Kerr, da Universidade Federal do Ceará, alertou sobre o risco iminente de retorno da poliomielite no Brasil, especialmente com a cobertura vacinal em declínio. Em 2024, a cobertura vacinal estava em torno de setenta por cento, bem abaixo do ideal de noventa e cinco por cento para controle da doença.
O novo esquema vacinal, que agora inclui apenas uma dose de reforço da vacina injetável aos quinze meses, foi implementado para minimizar a circulação do vírus vivo atenuado. Essa mudança é crucial, pois vários países africanos relataram casos de poliomielite causados por poliovírus circulante derivado de vacina. O governo brasileiro espera que essa nova abordagem ajude a manter a erradicação da doença no país.
O mascote das campanhas de vacinação, Zé Gotinha, continuará a ser um símbolo importante, representando não apenas a vacina oral, mas todas as vacinas. A mobilização da população em torno da vacinação é essencial para garantir a saúde coletiva. O Brasil já enfrentou desafios significativos na erradicação da poliomielite, e a continuidade desse esforço é vital.
Nossa união pode ser fundamental para garantir que as campanhas de vacinação sejam bem-sucedidas e que a população tenha acesso a vacinas seguras e eficazes. Projetos que incentivam a conscientização e a educação sobre a importância da vacinação podem fazer a diferença na luta contra doenças como a poliomielite. Juntos, podemos fortalecer a saúde pública e proteger as futuras gerações.

Entre 2021 e 2024, os ataques de abelhas africanizadas aumentaram 83%, resultando em 125 mortes. Pesquisadores da Unesp alertam para a falta de antídoto, destacando o desenvolvimento do primeiro soro antiapílico.

A Anvisa discutirá a regulamentação do cultivo de Cannabis sativa com baixo teor de THC para fins medicinais em reunião marcada para hoje. A proposta, que deve ser aprovada até 30 de setembro, permitirá que empresas cultivem a planta sob rigorosas normas de segurança e controle.

Hospital Nardini de Mauá implementa projeto de cuidados paliativos, atendendo 770 pacientes. A iniciativa visa humanizar o atendimento, promovendo acolhimento e comunicação eficaz.

Cerca de 38 milhões de americanos e 20 milhões de brasileiros convivem com diabetes, mas exercícios físicos, especialmente treinos de força e alta intensidade, são eficazes no controle da glicemia.

Isabela Godoi, influenciadora digital de São Caetano do Sul, compartilha sua luta contra a Doença de Crohn, destacando a importância de grupos de apoio e a esperança na busca por tratamentos eficazes.

Pesquisadores do Hospital Geral de Toronto e da Universidade da Pensilvânia desenvolveram a terapia zimislecel, que pode eliminar a necessidade de insulina em pacientes com diabetes tipo 1 grave. Após um ano, 83% dos participantes não precisaram mais de insulina, com melhorias significativas no controle glicêmico. A terapia ainda enfrenta desafios, como o uso de imunossupressores, mas avança para a fase 3 de testes clínicos, com potencial para revolucionar o tratamento da doença.