A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) implementa visitas de vinculação às maternidades, proporcionando às gestantes um ambiente acolhedor e seguro para o parto. O programa visa reduzir a ansiedade e fortalecer o vínculo com a equipe de saúde.
A gravidez é um período repleto de emoções, que vão da alegria à ansiedade. Para apoiar as gestantes, a Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) agora oferece visitas de vinculação às maternidades. Essas visitas permitem que as futuras mães conheçam o local onde darão à luz, proporcionando informações sobre o funcionamento do centro obstétrico e as rotinas da maternidade.
Segundo Gabrielle Mendonça, gerente de Serviços de Enfermagem Obstétrica e Neonatal da SES-DF, essa aproximação é essencial para reduzir o medo e a insegurança que muitas mulheres sentem no final da gestação. A visita ajuda a criar um vínculo importante com a equipe que acompanhará o parto, tornando o ambiente mais acolhedor e seguro.
No Hospital Regional do Gama (HRG), a enfermeira obstétrica Lídia Peres destaca a relevância do vínculo da gestante com a maternidade. Durante a visita, são explicados os sinais do trabalho de parto e apresentada toda a estrutura do centro obstétrico. As gestantes também têm a oportunidade de conhecer parte da equipe que as atenderá.
O programa ainda enfatiza a importância da presença do pai e do acompanhante, incentivando sua participação durante o pré-natal e o pós-parto. Lídia Peres ressalta que o objetivo é esclarecer dúvidas e promover um ambiente saudável para mãe e bebê, contribuindo para uma experiência de parto mais tranquila.
Poliana Ribeiro, moradora do Gama e grávida do segundo filho, relata que a visita à maternidade foi muito positiva. Ela se sentiu acolhida e tranquilizada pela equipe, o que trouxe segurança em um momento tão delicado. O encaminhamento para as visitas é feito pela Unidade Básica de Saúde (UBS) de referência da gestante, que a direciona para a maternidade responsável pelo parto.
As visitas são destinadas a gestantes no terceiro trimestre e são organizadas pelas equipes de enfermagem. Atualmente, onze hospitais e a Casa de Parto de São Sebastião oferecem esse serviço. A vinculação da gestante à maternidade está regulamentada pela Portaria nº 1.321, de dezembro de 2018, da SES-DF, que integra a Rede Cegonha, garantindo um atendimento humanizado. Projetos como esse devem ser estimulados pela sociedade civil, pois podem fazer a diferença na vida de muitas gestantes e seus bebês.

Pesquisadores da USP e UFPB descobriram alta resistência a antibióticos em Streptococcus agalactiae, com mais de 80% das amostras analisadas mostrando resistência, além de uma nova linhagem preocupante. A situação exige vigilância e novas estratégias de prevenção.
Cresce o número de gestações em mulheres acima dos 40 anos no Brasil, com aumento de 59,98% entre 2010 e 2022, segundo o IBGE. Especialistas alertam para riscos e a necessidade de acompanhamento médico rigoroso.

Fernanda Lima compartilhou sua experiência sobre a perda da virgindade e a importância do uso correto do preservativo, enquanto o médico Eduardo de Paula Miranda esclareceu dúvidas sobre sua eficácia e utilização. O preservativo é essencial para prevenir infecções sexualmente transmissíveis e gravidez, sendo crucial saber como usá-lo adequadamente.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) lançou diretrizes globais para o manejo clínico de arboviroses, como dengue e chikungunya, em resposta à crescente disseminação dessas doenças. O documento visa auxiliar profissionais de saúde na identificação e tratamento, especialmente em áreas com recursos limitados, destacando a importância de diferenciar os sintomas e oferecendo recomendações específicas para casos graves e não graves.

A FDA aprovou um teste domiciliar para triagem do câncer do colo do útero, desenvolvido pela Teal Health, que oferece uma alternativa menos invasiva ao exame de Papanicolau. A nova abordagem pode facilitar o acesso ao diagnóstico, especialmente para mulheres com dificuldades de deslocamento ou tempo. O teste, que utiliza uma amostra vaginal, é quase tão preciso quanto o método tradicional e permitirá que pacientes realizem a coleta em casa, enviando a amostra para análise. Se positivo, será indicado um exame adicional.

Uma pesquisa recente publicada no JAMA Otolaryngology–Head & Neck Surgery revela que o consumo de bebidas açucaradas aumenta em quase cinco vezes o risco de câncer de cavidade oral em mulheres, mesmo na ausência de tabagismo e álcool. O estudo analisou dados de 162.602 mulheres, identificando que aquelas que ingerem uma ou mais bebidas adoçadas semanalmente têm risco significativamente elevado. Especialistas alertam que o açúcar pode causar inflamação e estresse oxidativo, criando um ambiente propício para o câncer. Reduzir essas bebidas é uma medida preventiva eficaz.