O Zoológico de Brasília permanece fechado sem previsão de reabertura, conforme anunciado pelo secretário de Agricultura, Rafael Bueno, devido à migração de aves silvestres. Além disso, ele destacou uma safra recorde de grãos no DF e novos projetos de proteção ambiental.

O Zoológico de Brasília permanece fechado, sem previsão de reabertura. A informação foi divulgada pelo secretário de Agricultura do Distrito Federal, Rafael Bueno, durante o programa CB.Agro, na sexta-feira, 27 de junho. Bueno ressaltou que a reabertura depende da migração de aves silvestres que se alojam no zoológico. Ele afirmou: “Esperamos, realmente, essas aves se retirarem do Jardim Zoológico para, assim, avançarmos dentro do processo de liberação. Isso visa garantir a segurança dos animais do zoológico, dos funcionários e dos frequentadores.”
O secretário também mencionou que equipes da secretaria estão monitorando o comportamento dos animais durante esse período. Além da situação do zoológico, Bueno destacou um recorde na safra de grãos do Distrito Federal para o ano de 2024-2025, com a produção alcançando 1.042.328,09 toneladas. Ele atribuiu esse sucesso a condições climáticas favoráveis, que diferem das dificuldades enfrentadas no ano anterior.
“No ano de 2023-2024, nós sofremos com períodos de escassez de chuva, que prejudicaram a produtividade das nossas lavouras”, explicou Bueno. Ele também comentou sobre o aumento da área plantada com milho e a valorização do produto, que passou de R$ 47,00 a R$ 68,00 por saca em determinados períodos. O agronegócio atualmente movimenta entre R$ 1,5 bilhão e R$ 2 bilhões no DF.
Durante a entrevista, o secretário apresentou projetos da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Distrito Federal (Seagri-DF) voltados para a proteção ambiental. Um dos projetos é o Reflorestar, que busca reflorestar áreas com a colaboração de produtores rurais, além de promover o uso de técnicas de irrigação mais eficientes, como o gotejamento.
Outra iniciativa anunciada foi a criação da Subsecretaria de Proteção a Animais de Produção, que se dedicará ao resgate, tratamento e monitoramento de espécies rurais. Bueno enfatizou a necessidade de atenção aos animais abandonados nas ruas do Distrito Federal, como cavalos e burros, que frequentemente enfrentam condições degradantes.
Essas ações demonstram a importância de cuidar do meio ambiente e dos animais em situação vulnerável. A união da sociedade pode fazer a diferença na proteção e recuperação desses seres, promovendo iniciativas que visem a melhoria das condições de vida e a preservação ambiental.

Nilto Tatto, presidente da Frente Ambientalista na Câmara, critica projeto que flexibiliza licenciamento ambiental, alertando para retrocessos durante a presidência do Brasil na COP30. A proposta pode prejudicar negociações internacionais e comprometer a agenda climática do país.

Uma operação de fiscalização em Ceilândia e São Sebastião apreendeu 34 aves silvestres em cativeiro clandestino e materiais de pesca predatória, resultando na autuação do responsável por crime ambiental. A ação visa proteger a fauna e flora do Cerrado.

O Brasil enfrenta variações climáticas, com baixas temperaturas e geadas no Centro-Sul e chuvas intensas no Norte. O Inmet alerta para riscos de tempestades e recomenda cuidados à população.

O Ibama suspendeu a nova fase de exploração do pré-sal na Bacia de Santos, exigindo que a Petrobras apresente um programa de ações contra mudanças climáticas. A medida impacta investimentos de R$ 196 bilhões e gera impasse a poucos meses da COP30.
Estudo sueco revela que ansiolíticos, como clobazam, alteram comportamento de salmões-atlânticos, acelerando migração e aumentando vulnerabilidade a predadores. Urgente reduzir contaminação das águas.

Carta do Acampamento Terra Livre cobra ações da COP30 e critica violência policial contra indígenas. O evento reuniu cerca de 8 mil participantes e anunciou a Comissão Internacional dos Povos Indígenas.