A temporada de avistamento de baleias-jubarte no litoral norte de São Paulo atrai turistas entre maio e novembro, com pico em junho e julho, promovendo ecoturismo e conservação marinha. As cidades de Caraguatatuba, Ilhabela, São Sebastião e Ubatuba se preparam para oferecer experiências únicas, respeitando normas de avistamento para garantir a proteção das baleias.

O litoral norte de São Paulo, conhecido por suas belezas naturais, se transforma em um destino imperdível entre maio e novembro, quando as baleias-jubarte se tornam as estrelas do mar. Essas majestosas criaturas, que podem pesar até 40 toneladas, percorrem quase cinco mil quilômetros desde a Antártica para dar à luz e ensinar seus filhotes a saltar. O pico da temporada ocorre em junho e julho, atraindo turistas que buscam vivenciar esse espetáculo natural.
As cidades de Caraguatatuba, Ilhabela, São Sebastião e Ubatuba se preparam para receber visitantes, promovendo o ecoturismo e a conservação marinha. Em Caraguatatuba, por exemplo, é possível avistar as jubartes em passeios de lancha que levam apenas 20 minutos para chegar aos melhores pontos de observação. As operadoras seguem rigorosas normas de avistamento, garantindo a segurança dos animais e a experiência dos turistas.
Ilhabela, por sua vez, já iniciou a temporada em abril, quando pescadores avistaram as primeiras jubartes. A infraestrutura da ilha, com suas praias deslumbrantes, oferece opções para quem deseja complementar a observação com mergulhos e trilhas. São Sebastião se destaca por seus mirantes naturais, que proporcionam uma visão privilegiada dos saltos acrobáticos das baleias, enquanto a prefeitura investe na capacitação de guias para enriquecer a experiência dos visitantes.
Ubatuba, ainda em desenvolvimento de suas rotas fixas, aposta na biodiversidade marinha para se consolidar como um destino essencial. A cada ano, mais operadoras se comprometem a seguir as normas de conduta, ampliando a oferta de passeios que conectam a observação de baleias a atividades como mergulhos em naufrágios e visitas a ilhas. A preservação das jubartes é fundamental, e respeitar as normas de avistamento é essencial para garantir que esses animais continuem a retornar.
Para quem deseja participar dessa experiência única, é importante escolher operadoras credenciadas, que possuam autorização do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e sigam as diretrizes de segurança. Equipamentos como coletes e guias credenciados são indispensáveis para um passeio seguro e enriquecedor. Além disso, é recomendado levar uma câmera com bom zoom e um agasalho corta-vento para aproveitar ao máximo a aventura.
A temporada de avistamento de baleias-jubarte não é apenas uma oportunidade de lazer, mas também um impulso para a economia local e a conservação marinha. Projetos que visam a proteção e o respeito ao meio ambiente devem ser apoiados pela sociedade civil, garantindo que as futuras gerações possam desfrutar desse espetáculo natural. A união em torno de iniciativas sustentáveis pode fazer a diferença na preservação dessas magníficas criaturas e de seus habitats.

O governo brasileiro sancionou uma lei que promove o ecoturismo nas unidades de conservação, visando ampliar o acesso e engajamento da população. A nova legislação inclui a criação de um fundo privado para melhorias nas UCs.

Relatório revela que a produção de alimentos na Amazônia é a principal causa do desmatamento e das emissões de poluentes no Brasil, propondo soluções sustentáveis e a valorização da agricultura familiar. A pesquisa “Sistemas Agroalimentares e Amazônias” destaca a necessidade de uma transição justa na produção de alimentos, enfatizando a recuperação de pastos degradados e a inclusão de pequenos produtores nas políticas públicas.

Uma onça-parda foi avistada em Cascavel, Paraná, e fugiu para a mata após se assustar com um caseiro. O incidente destaca o aumento de avistamentos urbanos da espécie, que busca alimento em áreas desmatadas.

Pesquisadores da Amazônia entregaram uma carta estratégica à presidência da COP30, propondo soluções locais e destacando a urgência de investimentos em ciência e tecnologia. O documento, elaborado por mais de setenta instituições, visa alinhar conhecimento amazônico com os objetivos da conferência.

Pesquisadores da UFRPE identificaram novas plantas hiperacumuladoras de metais, como a Capparidastrum frondosum, e criaram o Inabim para avançar em agromineração e recuperação ambiental.

Pesquisadores da USP e UFSCar criaram uma argila cerâmica leve com Sargassum, visando reduzir impactos ambientais e melhorar a eficiência energética na construção civil. A inovação promete transformar um problema em solução.