O grupo 20barra9, fundado em 2015, planeja expandir para São Paulo com duas novas unidades até 2026, mantendo a essência gaúcha e a qualidade na gastronomia. A operação já conta com cinco restaurantes e um faturamento anual de R$ 77 milhões.

O 20barra9, fundado em 2015 em Porto Alegre, começou como um boteco informal e se expandiu para incluir três unidades e um restaurante sofisticado, o 1835, em Canela. Os fundadores, Pedro César Bergamaschi e Marcio Callage, anunciaram planos de abrir duas novas unidades em São Paulo até 2026, uma do 20barra9 e outra do 1835, que contará com uma carta de vinhos gaúchos e cortes premium.
A proposta inicial do 20barra9 era reunir amigos em torno da brasa, como em um churrasco de domingo. Com o crescimento, o grupo agora opera uma casa sazonal na praia e uma hamburgueria, além do restaurante 1835, que se destaca pela sofisticação e pela conexão com a cultura gaúcha. A escolha do nome remete à Revolução Farroupilha, reforçando a identidade local.
O grupo tem se destacado pelo crescimento significativo nos últimos anos, com um faturamento anual que superou R$ 77 milhões em 2024. A virada ocorreu em 2018, com a abertura da unidade no shopping Iguatemi, em Porto Alegre, que aumentou o faturamento de R$ 6 milhões para R$ 20 milhões por ano. Para garantir a qualidade, a chef Carla Pernambuco atuou como consultora, ajudando a ampliar o menu sem perder a identidade.
O 20barra9 não se limita ao churrasco tradicional, mas apresenta uma gastronomia contemporânea, utilizando ingredientes regionais e técnicas artesanais. O restaurante 1835, por sua vez, oferece um ambiente sofisticado com decoração local e um menu que inclui inovações como salada de folhas na brasa e pudim de butiá, além de uma adega com vinhos gaúchos.
Apesar da expansão, os fundadores mantêm o espírito original do 20barra9, com muitos clientes fiéis que continuam frequentando as unidades. Durante a pandemia, o grupo se adaptou rapidamente, criando o smash burger para delivery e doando parte dos lucros para a compra de um respirador para um hospital local. Essa ação se tornou um case de sucesso na ativação de marcas.
As enchentes de maio de 2024 impactaram a operação do grupo, mas a solidariedade da comunidade foi evidente. O grupo utilizou o período de fechamento para produzir marmitas para ajudar as comunidades afetadas. Em momentos como esse, a união da sociedade pode fazer a diferença, apoiando iniciativas que promovem a recuperação e o fortalecimento de negócios locais.

O Governo Federal iniciou uma operação de desintrusão na Terra Indígena Kayapó, no Pará, para combater o garimpo ilegal e proteger os direitos dos povos indígenas. Mobilizando mais de 20 órgãos federais, a ação visa preservar o território e a vida dos indígenas, enfrentando a degradação ambiental e o crime organizado.

O governo do Pará inicia consultas com comunidades tradicionais para decidir sobre investimentos de quase R$ 1 bilhão em créditos de carbono, promovendo a participação ativa de povos indígenas e quilombolas.

Estudo inédito resgata saberes curativos do povo Pataxó Hã-Hã-Hãi, catalogando 175 plantas medicinais e destacando o uso de espécies exóticas, promovendo a etnobotânica participativa. A pesquisa, liderada por Hemerson Dantas dos Santos, busca revitalizar conhecimentos ancestrais e atender às necessidades de saúde da comunidade.

Quintais urbanos em São Paulo e Guarulhos se destacam como espaços de cura e sociabilidade, revelando saberes tradicionais e promovendo hortas comunitárias. Pesquisas mostram a importância desses ambientes na vida dos moradores.

Comunidades quilombolas no Tocantins enfrentam invasões e desmatamento, resultando em conflitos fundiários e impactos na produção agrícola. A luta pela titulação de terras continua sem avanços significativos.

Projeto Conexão Kayapó, da Comerc Energia, leva energia solar a 18 aldeias no sul do Pará, beneficiando 1,5 mil pessoas e fortalecendo a vigilância ambiental. A iniciativa visa melhorar a qualidade de vida e a produção artesanal da comunidade.