A 3tentos investe R$ 1 bilhão em nova indústria de milho em Porto Alegre do Norte (MT), ampliando sua atuação em sustentabilidade e rastreabilidade até 2026, gerando empregos e impacto positivo na região.

No ano em que completa trinta anos, a 3tentos, uma comercializadora de grãos e insumos agrícolas, reafirma seu compromisso com a sustentabilidade ao anunciar um investimento de R$ 1 bilhão em uma nova indústria de processamento de milho em Porto Alegre do Norte, Mato Grosso. A inauguração está prevista para 2026. O CEO da empresa, João Marcelo Dumoncel, destaca que esses investimentos em cidades pequenas geram um impacto significativo na criação de empregos e renda local.
Atualmente, o canteiro de obras em Porto Alegre do Norte já emprega 1.600 dos 12.000 habitantes do município. A 3tentos adota práticas ambientais como plantio direto, rotação de culturas e uso de produtos biológicos, visando reduzir impactos enquanto aumenta a produtividade. Dumoncel afirma que a preservação mais eficiente é produzir mais na mesma área, diminuindo a pressão sobre novas terras.
A empresa acompanha 25.000 propriedades rurais, focando em assistência técnica e mensuração de ações de agricultura regenerativa, especialmente para médios e pequenos produtores no Rio Grande do Sul. A mudança de comportamento entre esses produtores é gradual, mas consistente, com a percepção de que há valor econômico além dos benefícios ambientais.
A 3tentos entende a sigla ESG (Environmental, Social and Governance) como um conjunto de práticas que melhora o desempenho econômico e gera resultados positivos para todos os envolvidos. A empresa criou incentivos financeiros e bônus na venda para produtores que adotam práticas sustentáveis, como o programa “Selo Carbono”, que avalia a sustentabilidade em cerca de 400 fazendas gaúchas.
No setor de energias renováveis, a 3tentos produz biodiesel certificado, garantindo a procedência da matéria-prima. A inclusão social é promovida por meio de um selo que visa integrar agricultores familiares à cadeia produtiva. Com quatro parques industriais em operação, a empresa busca expandir a descarbonização e a rastreabilidade socioambiental junto a seus parceiros.
Iniciativas como a da 3tentos são fundamentais para a construção de um futuro sustentável. A união da sociedade civil pode ser um motor para impulsionar projetos que promovam a inclusão e a sustentabilidade, ajudando a transformar realidades e a criar um impacto positivo nas comunidades. Cada ação conta e pode fazer a diferença.

A Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB) denunciou o PDL 717, que suspende normas de proteção territorial indígena, ao Senado e à ONU, alertando sobre graves retrocessos e riscos à segurança jurídica.

Moradores da Vila da Barca, em Belém, protestam contra a construção de uma estação elevatória de esgoto que beneficiará áreas nobres, sem consulta prévia à comunidade. O governo garante que não há riscos sanitários.

Audiências públicas no Amapá discutem concessão de 607 mil hectares de áreas florestais, com potencial para gerar até 2 mil empregos diretos em cinco municípios. O projeto, em parceria com o BNDES, visa promover o uso sustentável e a preservação ambiental.

A Army Help The Planet, formada por fãs do BTS, mobiliza-se contra o PL da Devastação, promovendo campanhas de conscientização e inclusão social. O grupo destaca a urgência de proteger o meio ambiente.

O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional reconheceu a emergência em nove cidades do Rio Grande do Sul devido à estiagem, permitindo acesso a recursos federais para ações de defesa civil. As prefeituras podem agora solicitar ajuda para fornecer alimentos, água e kits de higiene. Com isso, o total de reconhecimentos no estado chega a 308, sendo 288 por estiagem.

A IV Marcha das Mulheres Indígenas ocorrerá em Brasília de 2 a 8 de agosto, reunindo mais de sete mil participantes para fortalecer a luta por direitos e reconhecimento. O evento, promovido pela União das Mulheres Indígenas da Amazônia Brasileira e pela Articulação Nacional das Mulheres Indígenas Guerreiras da Ancestralidade, incluirá debates sobre temas cruciais e culminará em uma mobilização até o Congresso Nacional, destacando a importância do protagonismo feminino na proteção ambiental e na defesa dos territórios indígenas.