A startup Ocellott desenvolve baterias e sistemas de alta tensão para eletrificação de aeronaves, participando de eventos internacionais para promover inovações sustentáveis na aviação. A expectativa é que aeronaves elétricas e híbridas comecem a operar em dois a três anos, contribuindo para a redução das emissões de gases de efeito estufa.

A aviação está prestes a passar por uma transformação significativa com o surgimento de aeronaves elétricas e híbridas nos próximos anos. A startup Ocellott, incubada no Parque Tecnológico de São José dos Campos, desenvolve tecnologias que podem acelerar essa transição. Com o apoio do Programa FAPESP Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE), a empresa trabalha em baterias e sistemas de distribuição elétrica de alta tensão, essenciais para a eletrificação aeronáutica.
A Ocellott participará de eventos internacionais, como a FAPESP Week França, em Toulouse, e a feira VivaTech, em Paris, onde terá a oportunidade de apresentar suas inovações. Rodrigo Junqueira, engenheiro de controle e automação e diretor de negócios da empresa, destaca que a participação em eventos como a VivaTech é crucial para ganhar visibilidade e atrair potenciais clientes, especialmente desenvolvedores de aeronaves.
Entre os produtos desenvolvidos pela Ocellott estão dispositivos protetores de surto, que garantem a segurança das aeronaves contra descargas atmosféricas. Esses dispositivos já estão em uso em jatos executivos e no cargueiro KC-390, da Embraer. Além disso, a startup está criando baterias de emergência que permitirão que pilotos realizem procedimentos críticos em caso de falhas elétricas.
As baterias também serão projetadas para alimentar motores de aeronaves elétricas e híbridas, incluindo os eVTOLs, conhecidos como "carros voadores". A expectativa é que esses novos modelos comecem a operar nos próximos dois a três anos, embora desafios como a necessidade de baterias mais leves e seguras ainda precisem ser superados.
Outro aspecto importante é a questão ambiental relacionada ao descarte das baterias. Junqueira sugere que as baterias que não forem mais adequadas para voar possam ser reutilizadas para eletrificar cidades, promovendo uma economia circular e reduzindo a pegada ecológica. Atualmente, a aviação é responsável por até quatro por cento das emissões globais de gases de efeito estufa, e a eletrificação pode ajudar a reduzir esse número pela metade ao longo do tempo.
Embora a transição para aeronaves elétricas e híbridas não ocorra de forma imediata, a evolução tecnológica promete um impacto significativo na aviação nas próximas décadas. Iniciativas como as da Ocellott merecem apoio, pois podem transformar a indústria e contribuir para um futuro mais sustentável. A união da sociedade civil pode ser fundamental para impulsionar esses projetos inovadores e sustentáveis.

Estudo da UFRJ revela que 90% das áreas adequadas para o boto-cinza no estuário de Sepetiba e Ilha Grande estão sob pressão de atividades humanas. A pesquisa pede ações integradas para a conservação da espécie ameaçada.

O V Encontro Técnico Nacional de Centros de Triagem e Reabilitação de Animais Silvestres ocorrerá em agosto de 2025, promovendo a capacitação e a troca de experiências entre especialistas. O evento, organizado pelo Ibama, visa fortalecer a gestão da fauna silvestre e contará com palestras sobre reabilitação, nutrição e uso de tecnologias inovadoras. As inscrições presenciais são limitadas, mas a transmissão ao vivo pelo YouTube garantirá amplo acesso ao conteúdo.

A arara-canindé lidera a votação para ser a ave símbolo de Presidente Epitácio (SP) com 80% dos votos. A campanha, que visa fortalecer a identidade ambiental da cidade, segue até 1º de outubro de 2025.

A aprovação do projeto que flexibiliza o licenciamento ambiental no Senado gera luto e preocupação na ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, que clama por mobilização popular para reverter a situação. Ela alerta para os impactos ambientais e a necessidade de uma política ambiental confiável.

O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) e o Banco Mundial firmam parceria com um empréstimo de US$ 500 milhões e doação de US$ 2 milhões para projetos no Nordeste. A 3ª missão técnica de alinhamento, de 18 a 22 de agosto, visa estruturar o financiamento para o desenvolvimento regional, focando em segurança hídrica e bioeconomia.

Pesquisadores brasileiros estão promovendo uma "micro revolução verde" na agricultura, utilizando microrganismos como Bradyrhizobium para reduzir a dependência de fertilizantes nitrogenados na soja, com benefícios econômicos e ambientais significativos.