Angelina Jolie se encontrou com Raquel Machado, presidente do Instituto Libio, no Brasil, destacando a reabilitação de animais e a educação ambiental. A visita gerou visibilidade para a causa.

A visita de Angelina Jolie ao Brasil, em abril, gerou grande repercussão ao se encontrar com o cacique Raoni. A presidente do Instituto Libio, Raquel Machado, teve a oportunidade de se reunir com a atriz, após a visita ao Parque do Xingu, mediada pela instituição Re:Wild. Raquel, que fundou o Instituto há cinco anos, se dedica à reabilitação de animais e à educação ambiental, motivada por sua paixão pela natureza e pela luta contra o tráfico de animais silvestres.
Raquel destacou a importância da reabilitação e soltura de animais, afirmando que esse trabalho oferece uma segunda chance para que voltem à natureza. Além disso, enfatizou que a educação ambiental é fundamental para conscientizar os jovens sobre a proteção do meio ambiente. "Se não conscientizarmos os jovens, estaremos enxugando gelo", afirmou, ressaltando o poder que a informação tem na preservação da biodiversidade.
O Instituto Libio tem colaborado com diversas organizações, como Ampara Silvestre e SOS Pantanal, em projetos voltados para o combate ao tráfico de animais e a educação ambiental. Raquel mencionou o projeto "Sou Amigo da Fauna", que visa prevenir o tráfico em aeroportos, e a atuação em parceria com o poder público em ações de reflorestamento e educação ambiental em Porto Feliz.
Apesar do avanço das mulheres em posições de liderança, Raquel enfrenta desafios em um ambiente predominantemente machista. Ela relatou uma experiência em que precisou enviar um homem da equipe para lidar com um caçador que invadiu uma área de proteção, destacando a dificuldade de ser ouvida e respeitada em sua autoridade. No entanto, ela se orgulha do crescente número de mulheres à frente de ONGs e do ativismo ambiental.
O encontro com Angelina Jolie foi descrito por Raquel como uma honra. A atriz, que ficou por dois dias com a equipe, demonstrou interesse nas questões ambientais e na proteção da Amazônia. Raquel elogiou a simplicidade e a gentileza de Jolie, que se mostrou sensível ao tema do desmatamento e expressou o desejo de retornar ao Brasil com seus filhos.
A presença de uma figura influente como Angelina Jolie traz visibilidade para causas ambientais, o que é crucial para o trabalho do Instituto Libio. A união em torno de iniciativas que promovem a proteção da Amazônia e a reabilitação da fauna é essencial. Projetos como esses devem ser apoiados pela sociedade civil, pois cada ação conta na luta pela preservação do nosso planeta.

Estudo revela a presença do mexilhão-verde (Perna viridis) em 41 locais da costa brasileira, incluindo áreas de conservação, exigindo ações urgentes de manejo e monitoramento. Pesquisadores alertam para os riscos à biodiversidade.

A Raiar Orgânicos implementou a sexagem embrionária de ovos para descartar machos antes do nascimento, visando o bem-estar animal e aumentando a produção de ovos orgânicos. A tecnologia, importada da Alemanha, processa seis mil ovos por hora e pode salvar até 200 mil pintinhos do abate este ano.
Uma tartaruga-de-couro foi vista desovando na Praia de Jacaraípe, na Serra, em um período atípico. O Ipram coletou material genético e isolou a área para proteger o animal. A fêmea, que mede cerca de 1,5 metro, é a terceira a ser registrada na praia, mas a primeira a desovar. O biólogo Alexsandro Santos destaca que a desova fora da época habitual não indica problemas de saúde.

A Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 2.159/2021, que institui a Licença Ambiental Especial e o autolicenciamento, provocando reações negativas entre ambientalistas e especialistas. A medida é vista como um retrocesso nas políticas ambientais brasileiras, comprometendo a legislação e a imagem do país na COP30.

Cidades da Amazônia têm as piores taxas de arborização urbana do Brasil, segundo o Censo 2022 do IBGE. Enquanto estados do agronegócio, como Mato Grosso do Sul, se destacam positivamente, a pesquisa revela que apenas 10,7% do Acre e 13,7% do Amazonas vivem em ruas com mais de cinco árvores.

A natureza é um remédio gratuito que melhora a saúde física e mental das crianças, mas enfrenta ameaças de exploração. O Globo destaca sua importância no centenário e na luta contra a desinformação.