Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro combateu incêndio em Vargem Grande por nove horas, utilizando drones para monitoramento. Não houve vítimas, mas os ventos de até 70 km/h dificultaram a operação.

O Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro atuou intensamente para conter um incêndio de grandes proporções em Vargem Grande, na Zona Oeste, que durou cerca de nove horas. O incidente ocorreu na Estada do Rio Morto e não resultou em vítimas. As equipes foram acionadas por volta das 19h30 de segunda-feira e utilizaram drones com câmera térmica para monitorar a área, facilitando a avaliação das chamas e a dinâmica do espaço.
Mais de trinta bombeiros de cinco unidades participaram da operação, contando com o suporte de onze viaturas. As equipes se dividiram em quatro frentes, permitindo acesso a áreas críticas. Uma das principais preocupações era a proximidade das chamas com residências e um heliponto que armazenava tonéis de combustível.
Os ventos fortes, que chegaram a 70 km/h, complicaram o combate ao fogo, favorecendo a propagação das chamas em um terreno de difícil acesso. Além disso, a cidade registrou rajadas que ultrapassaram os 50 km/h em alguns pontos, o que dificultou ainda mais a operação de extinção.
Imagens compartilhadas nas redes sociais mostraram uma vasta área de vegetação em chamas, com uma grande coluna de fumaça visível no céu. O uso de tecnologia, como os drones, foi fundamental para a estratégia de combate, permitindo que os bombeiros tomassem decisões mais informadas e rápidas.
O trabalho árduo das equipes de bombeiros foi essencial para evitar danos maiores e proteger a comunidade local. A atuação rápida e eficiente, mesmo diante das adversidades climáticas, demonstra a importância do preparo e da tecnologia no combate a incêndios florestais.
Nesta situação, a união da sociedade pode fazer a diferença. Projetos que visam apoiar a recuperação de áreas afetadas e a prevenção de novos incêndios devem ser incentivados. A mobilização da comunidade é crucial para garantir que iniciativas de proteção ambiental e apoio às vítimas sejam efetivas e sustentáveis.

Estudo da Esalq revela que o fungo Metarhizium robertsii pode induzir defesas na cana-de-açúcar, reduzindo o uso de inseticidas e promovendo um controle biológico mais eficiente e sustentável. A pesquisa, liderada por Marvin Mateo Pec Hernández, destaca a capacidade do fungo em alterar compostos voláteis e fitormônios, atraindo inimigos naturais das pragas.

Uma caminhonete destruiu mudas de vegetação nativa no Parque do Cantagalo, trabalho de replantio realizado por Mario Moscatelli. O biólogo registrou o incidente na delegacia e há rumores sobre danos a fiações elétricas.

A terceira reunião do Grupo de Trabalho de Gestão de Desastres do BRICS, realizada em Brasília, focou na resiliência climática e planejamento estratégico para 2025-2028. O encontro, com a presença de representantes de alto nível, visa fortalecer a cooperação entre os países emergentes no enfrentamento das mudanças climáticas.

A Terra enfrenta sua sexta extinção em massa, impulsionada por ações humanas, com taxas de extinção 100 a 1.000 vezes superiores às naturais. Cientistas alertam para a urgência de ações ambientais.

Dois veleiros sustentáveis, Kat e Aysso, navegarão na Amazônia como laboratórios flutuantes de inovação em energia limpa durante a COP30 em Belém. A iniciativa, em parceria com a WEG e a expedição Voz dos Oceanos, visa promover a transição energética e combater a poluição plástica.
Ibama apreende 2.092 kg de pescado ilegal no Aeroporto de Guarulhos e multa empresa em R$ 47.540,60 por falta de comprovação de origem ambiental. Carga foi doada ao Programa Mesa Brasil.