O Brasil alcançou a meta de reciclar 25% das embalagens de vidro em 2024, com o Distrito Federal superando a média nacional. A reciclagem de vidro no país cresceu de 11% para 25,1% em cinco anos.

Neste sábado, dia 17 de maio, celebra-se o Dia Mundial da Reciclagem. O Brasil, que ocupa a quarta posição mundial na produção de resíduos plásticos, recicla apenas cerca de 3% de todo o lixo gerado. Contudo, em 2024, o país conseguiu reciclar 25% das embalagens de vidro, conforme estipulado pelo Decreto 11.300/22. O Distrito Federal se destacou, superando a média nacional com 28,54% de reciclagem de vidro.
Nos últimos cinco anos, a taxa de reciclagem de embalagens de vidro no Brasil saltou de 11% para 25,1%, segundo uma auditoria da organização Circula Vidro. Esta entidade é a única responsável pela gestão da reciclagem de embalagens de vidro no país, e seus dados foram validados pelo Ministério do Meio Ambiente. O vidro deve ser descartado corretamente, sem tampa, rótulo ou líquidos, em locais apropriados.
Comparando com outros países, a Alemanha recicla cerca de 85% do vidro, enquanto Suécia, Bélgica e Suíça também superam 80%. Nos Estados Unidos, a taxa de reciclagem varia, alcançando cerca de 33%. Os desafios enfrentados pelo Brasil incluem o baixo valor comercial do vidro reciclado, a infraestrutura limitada de coleta seletiva e a falta de conscientização da população em diversas regiões.
No Distrito Federal, as embalagens de vidro, como frascos e garrafas, devem ser levadas a Pontos de Entrega Voluntária (PEVs). O Serviço de Limpeza Urbana do DF (SLU) mantém 42 contratos de coleta seletiva com 31 cooperativas. Os locais de coleta estão disponíveis no site da Secretaria do Meio Ambiente (Sema-DF), que também informa sobre o descarte de outros materiais como eletroeletrônicos e medicamentos.
É importante ressaltar que a reciclagem de vidro é uma prática que pode ser ampliada com a participação ativa da sociedade. O engajamento da população é fundamental para aumentar as taxas de reciclagem e melhorar a gestão de resíduos. A conscientização sobre a importância do descarte correto pode transformar a realidade do Brasil em relação ao lixo.
Nossa união pode fazer a diferença na promoção de iniciativas que incentivem a reciclagem e a sustentabilidade. Projetos que busquem apoio para aumentar a conscientização e a infraestrutura de reciclagem são essenciais para um futuro mais sustentável e podem contar com a colaboração de todos.

Pesquisadores da Universidade Rice, liderados por Maksud Rahman, desenvolveram um biopolímero leve e resistente a partir de celulose bacteriana, que é totalmente biodegradável e supera plásticos convencionais. O material, produzido pela bactéria Novacetimonas hansenii, apresenta resistência à tração de 553 MPa, rivalizando com metais e vidro, e promete aplicações em diversos produtos. O desafio atual é escalar a produção, que atualmente é de apenas alguns miligramas por dia.

O Ibama atualizou o Cadastro Técnico Federal de Atividades e Instrumentos de Defesa Ambiental, incluindo novas categorias profissionais como Ecólogo e Técnicos em Biotecnologia, com prazo de 90 dias para inscrição. Essa mudança visa regulamentar a atuação desses profissionais e reforçar a gestão ambiental no Brasil.

Preocupações com os altos preços de hospedagem para a COP30 em Belém podem excluir países em desenvolvimento. O Brasil se comprometeu a garantir soluções até 11 de agosto, mas a situação permanece crítica.

Em Alagoas, a reintrodução de 20 papagaios-chauá e do mutum-de-alagoas visa restaurar a fauna da Mata Atlântica, com a comunidade local atuando como guardiã da biodiversidade. O projeto, apoiado pela FAPESP, já protegeu mais de cinco mil hectares e promoveu a conscientização ambiental.

O governo federal revelará até julho o Plano de implementação do Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões (SBCE), que regulará o mercado de carbono no Brasil. A subsecretária Cristina Reis destacou a importância do plano para a redução de emissões e a criação de um órgão gestor provisório. A iniciativa foi apresentada durante o seminário “COP30 Transição Energética e Mercado de Carbono”, promovido por veículos de comunicação e com apoio de grandes empresas.

Estudo da Technische Universität Dresden indica que a aférese terapêutica pode remover microplásticos do sangue, mas mais pesquisas são necessárias para confirmar a eficácia e a relação com a melhora de sintomas crônicos.