O Ministério da Saúde inicia a infusão de zolgensma no SUS, um tratamento de R$ 7 milhões para crianças com Atrofia Muscular Espinhal, viabilizado por um Acordo de Compartilhamento de Risco. O Brasil se torna o sexto país a oferecer essa terapia gênica, que pode transformar a vida de crianças com AME tipo 1. As famílias devem buscar serviços especializados para acesso ao tratamento.

O Ministério da Saúde anunciou a primeira infusão do medicamento zolgensma no Sistema Único de Saúde (SUS), destinado ao tratamento de crianças com Atrofia Muscular Espinhal (AME). A aplicação ocorreu simultaneamente em dois hospitais, o Hospital da Criança José Alencar, em Brasília, e o Hospital Maria Lucinha, em Recife, no dia 14 de maio. O zolgensma, que custa em média R$ 7 milhões por dose única, é a primeira terapia gênica a ser incorporada ao SUS, viabilizada por um Acordo de Compartilhamento de Risco entre o ministério e a fabricante.
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, expressou a importância desse momento histórico, ressaltando que o custo do tratamento seria inviável para muitas famílias. Ele destacou que a terapia é inovadora e pode proporcionar ganhos significativos na qualidade de vida das crianças. O Brasil se torna assim o sexto país a disponibilizar o zolgensma em sistemas públicos de saúde, seguindo exemplos de nações como Espanha e Inglaterra.
O medicamento é indicado exclusivamente para crianças com AME tipo 1, com até seis meses de idade, que não utilizem ventilação mecânica invasiva por mais de 16 horas diárias. As duas bebês que receberam a infusão foram priorizadas por estarem próximas do limite de idade e atenderem aos critérios clínicos estabelecidos. A mãe de uma das pacientes, emocionada, afirmou que o tratamento representa uma nova esperança para sua filha.
Com a incorporação do zolgensma, o Ministério da Saúde espera atender a 137 pacientes nos primeiros dois anos. Atualmente, quinze pedidos para acesso ao medicamento já foram protocolados. Embora a AME não tenha cura, as terapias disponíveis, incluindo o zolgensma, ajudam a estabilizar a progressão da doença, que pode ser fatal antes dos dois anos de idade sem tratamento.
Além do zolgensma, o SUS também oferece outras terapias, como nusinersena e risdiplam, que atuam de forma contínua para evitar a progressão da AME. As famílias interessadas em acessar o tratamento devem procurar um dos trinta e seis serviços especializados em doenças raras do SUS, onde um médico avaliará a criança e iniciará o processo de solicitação.
Os pacientes que recebem o zolgensma serão acompanhados por até cinco anos, conforme o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas. Essa iniciativa demonstra a capacidade do SUS de incorporar terapias complexas e inovadoras. Em situações como essa, a união da sociedade pode fazer a diferença, garantindo que mais crianças tenham acesso a tratamentos que podem mudar suas vidas.

Kátia pede apoio financeiro para o tratamento de seu esposo, Marcos, que luta contra o Carcinoma Escamoso da Próstata em estágio avançado. A meta é arrecadar R$ 50 mil para cirurgia e quimioterapia.

Após um surto de sarampo no Tocantins, o Brasil não registrou novos casos em duas semanas. O Ministério da Saúde enviou vacinas e implementou a dose zero para crianças em áreas vulneráveis.

A ansiedade infantil cresce alarmantemente, com aumentos de 1.575% em atendimentos no SUS entre crianças e 4.423% entre adolescentes. Especialistas alertam sobre sinais como alterações no sono e medos excessivos.

A incidência de câncer de mama em mulheres jovens, especialmente abaixo de 40 anos, tem crescido alarmantemente, com diagnósticos frequentemente tardios devido à falta de rastreamento adequado. Fatores como obesidade, sedentarismo e poluição estão entre as causas. Além disso, é crucial discutir a preservação da fertilidade durante o tratamento, pois a quimioterapia pode impactar a capacidade de engravidar. Oncologistas devem abordar essas questões para garantir um cuidado integral e respeitar os desejos das pacientes.

Estudo irlandês aponta que o risco de infarto agudo do miocárdio aumenta em 13% nas segundas-feiras, refletindo preocupante crescimento de internações no Brasil, que subiram mais de 25% entre 2016 e 2022.

Câncer colorretal cresce 79% em jovens até 50 anos no Brasil, com estilo de vida como principal fator. O câncer colorretal, terceiro mais comum no Brasil, apresenta um aumento alarmante de diagnósticos entre jovens. Um estudo indica que fatores de estilo de vida são responsáveis por 90% dos casos. A prevenção é essencial, com recomendações para hábitos saudáveis e atenção a sintomas iniciais.